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Está adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
A
São filmes de que não cansamos de nos admirar, porquanto com um vago sentimento de vergonha.
B
Conquanto gostemos desses filmes, há neles cenas em cujas tiramos um íntimo proveito.
C
Não obstante finjamos desprezá-los, há nesses fil-mes matéria sobre a qual é interessante refletir.
D
Se é de nosso propósito tirar o melhor proveito desses filmes, não abdiquemos em aproveitá-los como uma oportunidade para reflexão.
E
Haja visto o alto índice de audiência que obtêm esses filmes, deve-se concluir de que há neles questões que a todos provocam. 
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Transpondo-se para a voz passiva a construção dramatizamos, dentro de nós, todos esses papéis, a forma verbal resultante será:
A
são dramatizados. 
B
têm sido dramatizados. 
C
temos dramatizado.
D
vêm sendo dramatizados.
E
estamos a dramatizar. 
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É preciso corrigir deficiências na estruturação formal da seguinte frase:
A
Ao se assistir a um filme, viver todas as situações nele representadas significa encarnar os papéis das diferentes personagens.
B
Pergunte-se a quem manifeste desprezo por esses filmes se quando os estamos assistindo como é difícil afastar deles a nossa atenção.
C
Culpa ou inocência são polarizações a que estamos submetidos toda vez que julgamos o sentido moral dos nossos atos.
D
Deduz-se da leitura do texto que não são apenas as grandes obras de arte que merecem o esforço de nossa análise crítica.
E
Interessa-nos observar bem as situações de um filme para podermos reconhecer a tensão íntima dos nossos próprios valores morais. 
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O verbo indicado entre parênteses deverá ser flexionado numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da seguinte frase:
A
...... (estar) nas preliminares das peripécias violentas o principal foco de atração para muitos dos espectadores desses filmes.
B
O fato de tantos apreciarem esses filmes não ...... (redundar) em conclusões mecânicas que devamos estabelecer sobre o gosto popular.
C
Aos espectadores mais críticos não ...... (dever) interessar guiarem-se pelas intenções do diretor e do roteirista.
D
Não ...... (ser) também por outras razões, ficaríamos atentos a esses filmes pela boa elaboração de suas tramas.
E
A conclusão a que nos ...... (levar), nesse texto, as ponderações do autor é a de que esses filmes falam muito sobre nós.
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Representa-se uma consequência e sua causa, respectivamente, na relação entre os seguintes segmentos:
A
em muitos desses filmes // há as preliminares das peripécias violentas.
B
Talvez jamais saibamos // qual foi a primeira vez.
C
valores com os quais nos debatemos // quando interrogamos a moralidade dos nossos atos.
D
O fato mesmo de as pessoas envolvidas deliberarem em forma ritual // deve-se à crença na apuração de uma verdade e à adoção de paradigmas de justiça.
E
tanto para estabelecer um juízo pessoal sobre o caso representado em forma de ficção // como para julgar a qualidade mesma do filme.
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Traduz-se uma expressão em forma negativa por outra em forma afirmativa, preservando-se o sentido, em:
A
não são questões de somenos = são questões de relevância.
B
Não são poucos os filmes = um tanto raros são os filmes.
C
Talvez jamais saibamos = só tardiamente talvez venhamos a saber.
D
O que não impede = o que pode facultar.
E
não podemos abrir mão = impõe-se que nos indisponhamos.
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Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de uma expressão do texto em:
A
as preliminares das peripécias violentas (1o parágrafo) = os instigantes preâmbulos episódicos.
B
o clímax fica reservado (1o parágrafo) = prorroga-se a ascensão.
C
adoção de paradigmas de justiça (2o parágrafo) = disposição de legítimas premissas.
D
cumprimento dos trâmites processuais (2o parágrafo) = implementação dos ritos forenses.
E
a arguição do valor (...) de um ato (3o parágrafo) = o questionamento ético de uma ação. 
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Diante do que considera propósitos já estabelecidos pelo diretor e pelo roteirista de um desses filmes sobre tribunais, o autor posiciona-se 
A
contrariamente à possibilidade de que um espectador venha a aceitar os pontos de vista desses profissionais.
B
contrariamente à hipótese de que um espectador  se deixe impressionar pela trama de uma peça ficcional.
C
favoravelmente à reação pessoal e analítica do espectador, que dela não deve nunca se abster.
D
favoravelmente a um gesto de repúdio por parte do espectador, em vista do nível estético dessas produções.
E
favoravelmente a um generoso acolhimento desses propósitos, uma vez que as divergências são fatais.
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Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1o parágrafo, afirma-se que os filmes sobre tribunais colocam na berlinda uma instituição cujos valores ou legitimidade não costumam ser contestados.
II. No 2o parágrafo, entende-se que a ocorrência da forma ritual de algum primitivo julgamento já revelava alguma convicção quanto à importância deste.
III. No 3o parágrafo, a pluralidade de papéis que devemos assumir, ao assistirmos a um filme sobre tribunal, subtrai-nos a tentação de nos identificarmos com algum deles em especial.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma SOMENTE em
A
I.
B
II.
C
III.
D
I e II.
E
II e III.
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Ao buscar a razão principal do nosso interesse por filmes sobre tribunais, o autor do texto levanta a hipótese de que
A
alimentamos um especial e inconfessável prazer em acompanhar tramas complexas, como as policiais.
B
suspeitamos de tudo e de todos, motivo pelo qual temos interesse por processos de investigação.
C
cultivamos o especial prazer de acompanhar tramas ficcionais que não comprometem o nosso julgamento.
D
identificamos neles uma dramatização de juízos e valores morais que encontra ressonância em nosso íntimo.
E
encontramos nessas formas ficcionais o prazer do exercício de um julgamento que a sociedade já legitimou. 
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