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A frase que está pontuada como dispõe a gramática normativa é: 
A
Estudar o ontem em função do hoje − e também do amanhã, é o propósito das reflexões, que ocorrem, semanalmente no  centro de cultura instalado numa das regiões mais carentes da cidade.
B
Foi o caráter destrutivo da guerra tanto física quanto moral, que finalmente levou os países em confronto a conhecerem as situações mais dramáticas e desumanas.
C
Podemos indagar o sentido que têm essas manifestações recentes: seriam, por acaso, a expressão de que o cidadão comum chegou a seu limite no que se refere a aceitar, inerte, a usurpação de seus direitos?
D
Nem pelas razões alegadas contudo, altera-se o mecanismo de apelo imediato à justiça quando os cidadãos não se entendem entre si, modo de agir que impede esforços de outros tipos de mediações.
E
Não é de se admirar que: muitos críticos contemporâneos entendam como mero exibicionismo, certas atitudes e práticas artísticas das primeiras décadas do século XX. 
A redação clara e correta, segundo a norma-padrão, é:  
A
O motivo da não erradicação da tuberculose, doença decorrente da pobreza, é também o fato de pacientes, no início do tratamento, sentirem-se curados,  o que os faz abandoná-lo, possibilitando, dessa forma, o aparecimento de cepas resistentes às drogas.
B
A não erradicação da tuberculose, além de ser decorrente da pobreza, seu motivo é também devido  a pacientes no início do tratamento sentirem-se curados,  abandonando o mesmo e possibilitando, dessa forma, o aparecimento de cepas resistentes às drogas.
C
O motivo da não erradicação da tuberculose, doença decorrente da pobreza, é porque pacientes no início do tratamento sentem-se curados,  o que leva a abandoná-lo, possibilitando dessa forma, o aparecimento de cepas resistentes às drogas.
D
A não erradicação da tuberculose, além de decorrente da pobreza, é também devido a pacientes, no início do tratamento, sentirem-se curados,  abandonando o mesmo e possibilitando, dessa forma, o aparecimento de cepas resistentes às drogas.
E
O motivo da não erradicação da tuberculose, doença decorrente da pobreza, é também devido  pacientes iniciando tratamento sentirem-se curados;  abandonam o mesmo e possibilitando, dessa forma, o aparecimento de cepas resistentes às drogas.
A frase em que a concordância se faz em conformidade com a norma-padrão é:
A
Para não merecerem repreensão dos pais, os rapazes pediram ao tio que não os repreendesse caso não lhe pudessem telefonar para avisá-lo do início do jogo.
B
Ontem foram constituídos três grupos de estudo, um do qual bastante reduzido, mas, como já havia passado dois meses desde a  liberação da verba de incentivo, não puderam mais aguardar interessados.
C
O coordenador das áreas julgava irrelevante, nessa altura das discussões, os depoimentos recém-anexados ao processo disciplinar, vistos anteriormente como bastante úteis.
D
Entrevistou-se, rigorosa e meticulosamente, os últimos quinze profissionais que concorriam à vaga, cuidados que poderão, sem dúvida, acarretarem bom desempenho em diversas áreas.
E
As receitas dos médicos foram encaminhadas ao setor responsável, que as organizou em pastas e arquivou-as, passos que se deve ao protocolo da área específica de registros.
É adequado o seguinte comentário:
A
A frase "Maria e Solange machucaram-se" evidencia que as duas receberam machucados, sem que se instale a dúvida: "uma machucou a outra?"; a palavra que poderia ser acrescentada para indicar esse segundo sentido seria "reciprocamente".
B
A frase "Este é o jovem cujo trabalho li com atenção" pode ser redigida, de modo claro e condizente com a norma-padrão, assim: "O jovem que eu li o trabalho dele com atenção é este".
C
"Os meninos por cujos destinos tanto lutamos andam já por conta própria" é frase com inadequação no segmento destacado, que seria sanada com sua substituição por "cujos os destinos".
D
Em "Os meninos por cujos destinos tanto lutamos andam já por conta própria", a substituição do segmento destacado por "andam já por si só" mantém a correção e o sentido originais.
E
Em "A orientadora do grupo, a qual é excelente, faltou hoje", emprega-se o que está em destaque para evitar o duplo sentido que o emprego da palavra "que", em seu lugar, originaria.
Nem bem chegara de lá e já tinha de ouvir o que diziam dele depois que partira. A primeira a anunciar uma das fofocas foi a vizinha, sempre disposta a disseminar novidades, verdadeiras ou não.

− Então, Antônio, soube que rompeu o noivado.

Do ponto de vista da organização do texto, é correto afirmar:
A
A palavra Então estabelece relação entre segmentos do texto do mesmo tipo que estabelece em "Preciso de ajuda, então vou chamá-lo".
B
A concatenação da segunda frase com a primeira realiza-se por meio da palavra fofocas, que remete, com específica caracterização, a o que diziam dele.
C
O vínculo que relaciona logicamente os segmentos sempre disposta a disseminar novidades e A primeira a anunciar uma das fofocas foi a vizinha é estabelecido pela palavra sempre.
D
A conexão entre o discurso direto e as frases que o antecedem realiza-se por meio do contexto, pois não há palavra ou expressão anterior que antecipe a fala da vizinha.
E
O encadeamento entre os segmentos iniciais ocorre obrigatoriamente por meio da palavra e, pois outra alternativa, como o emprego de uma vírgula, constituiria um erro. 
Nem bem chegara de lá e já tinha de ouvir o que diziam dele depois que partira. A primeira a anunciar uma das fofocas foi a vizinha, sempre disposta a disseminar novidades, verdadeiras ou não.

− Então, Antônio, soube que rompeu o noivado.

Sobre o que se tem acima, afirma-se corretamente, levando em conta a norma-padrão:
A
Se, em vez de A primeira, houvesse "Uma das primeiras", o verbo deveria obrigatoriamente ir para o plural − "anunciarem".
B
A forma tinha de ouvir situa a ação no mesmo tempo expresso pela forma verbal "ouvia", mas agrega a ideia de obrigatoriedade à ação praticada.
C
A forma verbal chegara indica que a ação se dá em simultaneidade com a ação expressa por tinha de ouvir.
D
Transpondo o discurso direto acima para o indireto, a formulação obtida deve ser "A vizinha disse que, então, sabia que Antônio rompeu o noivado".
E
A palavra fofoca, de uso informal, deve ser evitada em textos escritos, mesmo que se trate de uma narrativa, como se tem nesse trecho. 
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Considere os segmentos 1, 2 e 3 abaixo e os comentários que os seguem.
  1. Mas pode-se elaborar melhor essa análise.
  2. Se tudo é opinião, tudo é não-notícia.
  3. ...não propriamente pelo que dizem, mas principalmente pelo que tentam esconder. 
I. A formulação "Mas essa análise pode ser mais bem elaborada" respeita as orientações da gramática normativa, tanto quanto a redação de 1.
II. A formulação "Tudo é não-notícia, à medida que tudo é opinião" preserva a relação estabelecida entre os fatos na redação de 2.
III. A formulação "não exatamente pelo que dizem, mas sobretudo pelo que tentam esconder" mantém o sentido e a correção vistos em 3.

Está correto o que se afirma APENAS em  
A
I e III.
B
I.
C
I e II.
D
II e III.
E
III.
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Se o jornal comentar um assunto com superficialidade, o estará tratando
A
sibilinamente.
B
judiciosamente.
C
perfunctoriamente.
D
laconicamente.
E
contingentemente.
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O contexto evidencia que leitores correligionários, citados na linha 29, são:
A
os leitores que questionam o oferecimento da realidade em preto e branco.
B
os leitores que compartilham das ideias de Martins Costa.
C
os leitores que seguem as ideias de um partido político.
D
os leitores que, como se dá com jornais, se tornaram reféns do mundo das imagens.
E
os leitores que praticam leitura crítica.
Texto Associado Texto Associado
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...para ser levado a sério, um jornal precisa dar a impressão de concretude em seu conteúdo.

O conteúdo expresso acima está preservado, em formulação condizente com a norma-padrão, em:
A
um jornal tendo a intensão de ser levado a sério, não pode abdicar quanto à impressão de concretude em seu conteúdo.
B
se quizer ser levado a sério, um jornal não pode esquivar-se em dar a impressão de concretude em seu conteúdo.
C
um jornal, sendo levado a sério, não pode abster a impressão de concretude em seu conteúdo.
D
a condição de que um jornal não pode prescindir, para ser levado a sério, é a de dar a impressão de concretude em seu conteúdo.
E
com vistas  ser  levado a sério, um jornal não pode deixar de renunciar à impressão de concretude em seu conteúdo. 
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