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A frase redigida com clareza e correção, conforme a norma-padrão, é:
A
Mesmo após tantos anos, a mulher ainda ansiava por comer a comida que sua mãe preparara em um dia de chuva. 
B
Os filhos da mulher não poderam entender o que havia se passado com ela, embora seu marido se mostrou mais compreensivo.
C
Trinta anos sobrevierão, até que a mulher trouxesse os chuchus, mas então sua mãe já não estaria esperando por ela. 
D
Quando chovesse intensamente, com relâmpagos e trovões, por isso mantinham-se as janelas fechadas até que a chuva abrandava.
E
Depois da chuva arrefescer, a mãe solicitou à filha que fora comprar chuchus para a refeição que decidiria preparar.
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No contexto do poema,  
A
as coxas à mostra da enunciadora representam o tempo que não passou, nem para ela nem para seus filhos e marido.
B
as janelas representam uma maneira de esquecer o passado, simbolizando um presente sem sofrimento.
C
a chuva representa uma espécie de vínculo, simbólico e sensorial, entre a enunciadora e sua mãe. 
D
os chuchus representam a infância sofrida da enunciadora, que não recebia a atenção de sua mãe. 
E
a sombrinha representa a impossibilidade de se reter na memória uma experiência vivida na infância.
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Na construção do poema, predomina o tipo 
A
narrativo, sinalizado por advérbios como agora e quando. 
B
dissertativo, sinalizado por pronomes possessivos, como minha e meu.
C
descritivo, sinalizado por advérbios como exatamente e Só.
D
descritivo, sinalizado por verbos como choveu e repudiaram. 
E
dissertativo, sinalizado por advérbios, como quando e depois. 
Está redigida com correção e clareza a frase:
A
Em sua crônica “O céu da boca”, Drummond faz alusão de alguns alimentos que lhe remetem ao tempo em que era menino em Minas Gerais.
B
Alguns alimentos vinculam-se à infância de certas pessoas de uma maneira tão surpreendente que as transportam, de imediato, ao passado.
C
A cabeceira da mesa era aonde se sentava o pai, enquanto irmãos e demais parentes ocupavam os lugares nas laterais, que os eram designados segundo um critério hierárquico.
D
O cronista disposto de escrever um livro de memórias deve rememorar sobre os hábitos alimentares da família, dando-os um papel de destaque em seu texto.
E
Nas famílias brasileiras, um gesto de que se pretende demonstrar respeito ou afeto a algum familiar é reservá-lo um lugar especial à mesa.
A frase escrita com clareza e atendendo às normas de concordância da norma-padrão é:
A
O paladar, tanto quanto o olfato para alguns, podem evocar experiências agradáveis, mas também traumas que se julgava resolvido.
B
Algumas pessoas detém uma capacidade para memorizar sabores e texturas maior que a média, as quais passam a ser usadas como ferramentas de trabalho.
C
Podem haver muitas explicações científicas para o funcionamento da memória, mas ainda assim suas causas profundas continuam um mistério para os poetas.
D
Considerada, pelos poetas, uma ponte entre o corpo e a alma, a memória do paladar é responsável por compor o conjunto de traços que nos liga às nossas origens.
E
Quando alguns alimentos se enchem de significado afetivo, tornam-se catalisadores de recordações; por isso, voltar ao passado ao prová-los serão inevitáveis.
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Uma característica do gênero crônica verificável no texto é:
A
a reflexão a partir de uma experiência cotidiana.
B
a argumentação pautada na recorrência de perguntas retóricas.
C
a linguagem rigorosamente formal e impessoal.
D
o relato objetivo e imparcial de um evento do passado.
E
o discurso reivindicatório, expresso por verbos no imperativo.
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Para o autor, 
A
a memória do paladar da infância é despertada ao se apreciar uma refeição idêntica àquela do passado e não uma outra refeição, diferente.
B
nossas inclinações culinárias vão se sofisticando ao longo dos anos, sendo que pratos simples tendem a ser preteridos por requintados.
C
a memória do paladar está relacionada a reminiscências de quem fomos na infância e de relações de afeto com nossos familiares.
D
nossas preferências culinárias vêm do fundo da alma e, portanto, permanecem imunes à influência do meio em que somos criados.
E
os hábitos alimentares adquiridos ao longo da vida adulta alteram a lembrança do contexto em que vivemos na nossa infância.
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Considere a seguinte passagem do texto:

... nossos ancestrais viveram voltados para o futuro. Eles avaliavam a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. A visão do futuro guiava o presente.

Essa passagem está corretamente reescrita, preservandose o sentido e as relações sintáticas e coesivas, em: 
A
... nossos ancestrais viveram voltados para o futuro, ainda que avaliassem a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. Portanto, a visão do futuro guiava o presente.
B
... nossos ancestrais viveram voltados para o futuro, ao avaliar a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. Caso a visão do futuro guiasse o presente.
C
... nossos ancestrais viveram voltados para o futuro, à medida que avaliavam a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. Contudo, a visão do futuro guiava o presente.
D
... nossos ancestrais viveram voltados para o futuro, avaliando a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. Assim, a visão do futuro guiava o presente.
E
... nossos ancestrais viveram voltados para o futuro, ao passo que avaliavam a virtude de suas realizações pelo modelo da sociedade que queriam estabelecer. Sendo que a visão do futuro guiava o presente. 
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Bauman – Sou tudo, menos desesperançoso. Confio que os jovens possam consertar o estrago que os mais velhos fizeram.

Essa passagem está adaptada a um artigo científico, escrito na terceira pessoa, em linguagem correta, culta e formal, em: 
A
Bauman não se considera desesperançoso. Tem confiança na capacidade de os jovens repararem os danos provocados pelos mais velhos.
B
Bauman não julga-se desesperançoso. Demonstra confiança de que será reparado pelos mais jovens as faltas dos mais velhos.
C
Bauman não acha que ele é desesperançoso. É confiante que os jovens podem dar um jeito no estrago que os mais velhos deixaram.
D
Bauman não vê-se como desesperançoso. Está confiante de que os jovens encontram-se aptos à corrigir os equívocos dos mais velhos.
E
Bauman não se diz desesperançoso. Confia no poder que os jovens tem pra retificar os erros dos mais velhos.
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Zygmunt Bauman expressa a opinião de que
A
o planeta e seus habitantes estão ameaçados, pois não há como esperar que os jovens desenvolvam uma postura responsável quanto ao seu futuro.
B
os jovens têm se mostrado tão negligentes com o futuro quanto seus ancestrais, e isso fará recrudescer o declínio da civilização.
C
o declínio da sociedade atual é resultado da postura negligente que os jovens têm com relação ao fortalecimento de ideias comunistas.
D
o futuro do planeta depende de um diálogo mais saudável entre os jovens e os mais velhos, o qual não deve prescindir da interação virtual.
E
os jovens poderão alterar positivamente o curso da história, com a condição de passarem a se dedicar às relações da vida real.
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