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Quanto ao LDAP:
A
apesar de ser mono-plataforma, não é comercializado como open source.
B
é baseado no padrão X.500, sendo o adequado substituto para banco de dados relacional, file system ou DNS.
C
é o protocolo principal para acesso ao Active Directory e um protocolo padrão para acesso a diretórios administrados por meio do TCP/IP.
D
aplicações LDAP podem ser agrupadas em até 2 categorias que são: apps para localizar usuários nos bancos de dados; e  apps que gerenciam estes usuários.
E
na estrutura de um diretório LDAP as informações são armazenadas no padrão objeto-relacional.
Sobre o Linux Red Hat e o NFS, considere:

I. O Red Hat Enterprise Linux pode ser um servidor NFS e não um cliente NFS, o que significa que pode exportar sistemas de arquivo para outros sistemas, mas não pode montar sistemas de arquivo importados de outras máquinas.
II. Atualmente, o NFS, por meio da extensão pNFS, fornece acesso escalável a arquivos distribuídos pela rede.
III. As duas versões (4 e 4.1) estão entre as mais interessantes e importantes para o NFS. O NFSv4 também integra suporte para semânticas de acesso de arquivos baseados em UNIX e Windows, estendendo o NFS para integração nativa em outros sistemas operacionais.
IV. O NFSv4.1 apresenta o conceito de NFS paralelo (pNFS) para maior escala e melhor desempenho. Para suportar uma escala maior, o NFSv4.1 implementa uma arquitetura de dados/metadados dividida com striking, de maneira semelhante aos sistemas de arquivos sequenciais compartilhados.

Está correto o que consta APENAS em
A
III e IV.
B
I e II.
C
II e IV.
D
I e IV.
E
II e III. 
O Linux Red Hat foi desenvolvido com o objetivo de facilitar a configuração e tornar o uso do sistema mais transparente. Todas as ferramentas desenvolvidas pela equipe do Red Hat tinham seu código aberto, o que possibilitou o surgimento de muitas outras distribuições derivadas dele, incluindo o Mandrake (França), o Conectiva (Brasil) e o SuSE (Alemanha).

O Linux Red Hat é
A
um sistema orientado a conexões, onde cada programa incluído na rede é alocado em um nó compactado, que é instalado por meio de um script de comandos. O sistema guarda as informações de conexão em um banco de dados de controle para eventuais recuperações.
B
uma aplicação monotarefa que evoluiu para multitarefa com o advento das redes distribuídas. Apesar de sua instalação ser insuficiente no que diz respeito à guarda das informações dos pacotes instalados para uso posterior, sua aplicação concatenada com outros pacotes permite que tal insuficiência seja contornada em ambientes centralizados.
C
uma adaptação do conceito de multiprocessamento desenvolvido para ser processado em ambientes distribuídos e multitarefas. Contudo, sua instalação é insuficiente no que diz respeito à guarda das informações dos pacotes instalados para uso posterior.
D
um processo de gerenciamento de sistemas orientado a pacotes. Cada pacote é gerenciado como um aplicativo único em cada nó de rede. O sistema guarda as informações de conexão em um banco de dados de controle para eventuais recuperações.
E
um sistema de gerenciamento de pacotes, onde cada programa incluído no sistema é transformado em um pacote compactado, que pode ser instalado por meio de um único comando. O sistema guarda as informações dos pacotes instalados, permitindo que sejam removidos completamente depois.
A respeito de Gerenciamento de Memória, considere:

I. Sistemas de gerenciamento de memória podem ser divididos em duas grandes classes: aqueles que movem processos entre a memória principal e secundária (tipicamente disco) durante a execução, e aqueles que mantêm os processos fixos em memória primária. Na primeira classe, o gerenciamento é baseado em técnicas de swapping (permuta) ou de paginação.
II. O esquema mais simples possível de gerenciamento de memória consiste em ter somente um processo na memória durante toda a sua execução. O usuário carrega um programa do disco para a memória, podendo este fazer uso de toda a máquina. Se a memória for insuficiente, o programa simplesmente tem sua execução rejeitada. Embora essa técnica tenha sido comum em meados da década de sessenta, ela não é mais utilizada.
III. Dentre outras tarefas, o gerenciador de memória monitora quais partes da memória estão em uso e quais estão disponíveis; aloca, todavia não libera memória para os processos por esta ser tarefa do store release (liberador de armazenamento) que também gerencia a permuta de processos entre memória principal e secundária (quando a memória principal não é capaz de abrigar todos os processos).

É correto o que consta APENAS em
A
III.
B
I.
C
II e III.
D
II.
E
I e II.
No Windows Server 2008 R2, os Volumes Compartilhados do Cluster são volumes em um cluster de failover onde vários nós podem ler e gravar ao mesmo tempo. Isso habilita vários nós a acessarem simultaneamente um único volume compartilhado.

Com clusters de failover, é possível mover uma máquina virtual de um nó de cluster para outro
A
por movimentação, apenas.  
B
por migração ao vivo, apenas. 
C
de várias formas: por migração ao vivo, migração rápida e movimentação. 
D
por migração rápida, apenas.
E
só se os clusters forem do tipo snap-in MMC. 
Para fazer algumas configurações no Windows Server 2008 R2, um técnico de TI entende que a função do Hyper-V no Gerenciador de Servidores permite criar um ambiente computacional de servidores virtualizados no qual é possível criar e gerenciar máquinas virtuais que executam
A
sistemas operacionais, aplicativos e serviços e que o ambiente virtual de rede é que contribui para o failover impedir invasões nos clusters. 
B
sistemas operacionais, aplicativos e serviços e que o ambiente virtual de estações de trabalho é que impede que os clusters processem invasões de rede que atacam o failover.
C
exclusivamente sistemas operacionais e que os clusters de failover são usados para incrementar a disponibilidade de portas e conexões de rede.
D
sistemas operacionais, aplicativos e serviços e que os clusters de failover são usados para aumentar a disponibilidade desses aplicativos e serviços.
E
exclusivamente sistemas operacionais e que os clusters de MMC são usados para aumentar a disponibilidade do sistema operacional.
Para instalar a função Hyper-V no Windows Server 2008, um Técnico de TIdo Tribunal observou as informações conforme abaixo:

1. Se o Windows Server 2008 tiver sido instalado recentemente, a Tarefa de Configuração Inicial pode aparecer. Pode-se instalar o Hyper-V a partir de Tarefa de Configuração Inicial ou do Gerenciador de Servidores:

Em Tarefa de Configuração Inicial, em ___I___, clique em Adicionar funções.

No Gerenciador de Servidores, em ___II___, clique em Adicionar funções. (Se o Gerenciador de Servidores não estiver sendo executado, clique em Iniciar, aponte para ___III___, clique em Gerenciador de Servidores e, em seguida, se a permissão para continuar for solicitada, clique em Continuar.)

2. Na página Selecionar Funções de Servidor, clique em ___IV___.

3. Proceder às subsequentes atividades de instalação até sua conclusão.

Completam, correta e respectivamente, as lacunas de I a IV:
Imagem da Questão
A
Letra A
B
Letra B
C
Letra C
D
Letra D
E
Letra E
A instalação da função Hyper-V em uma instalação completa do Windows Server 2008 instala
A
todos os componentes da tecnologia Hyper-V, incluindo as ferramentas de gerenciamento remoto.
B
também os processos administrativos da organização, incluindo as ferramentas de gerenciamento remoto.
C
todos os aplicativos de gestão de redes e de automação de processos utilizados pela organização.
D
também o ambiente de rede associado ao Hyper-V, à exceção das ferramentas de gerenciamento remoto.
E
todos os componentes da tecnologia Hyper-V, à exceção das ferramentas de gerenciamento remoto. 
É um dispositivo de armazenamento que usa chips de estado sólido semelhante aos utilizados na memória interna do computador e que mantém os dados registrados mesmo quando a energia é desligada. Como não possui partes móveis, é mais rápido que discos e fitas. Trata-se de
A
memória cache.
B
memória virtual.
C
placa USB.
D
memória flash.
E
placa virtual.
FSB − System Bus ou barramento do sistema é a ligação entre pinos do processador e pinos de circuitos da placa-mãe (chipset). Sabendo disso, um técnico de TI necessita adquirir uma placa-mãe e sabe que é necessário conhecer o FSB dessa placa porque isso é importante para determinar quais modelos de processadores podem ser instalados nela. Nesse sentido, ele entende que para um processador ser compatível com uma placa-mãe é preciso que esta placa tenha
A
o tipo de soquete requerido pelo processador.
B
a quantidade de slots igual à do processador.
C
a mesma velocidade do processador.
D
a mesma largura de banda do processador.
E
o mesmo tamanho do processador. 
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