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O diálogo que se desenvolve a partir do 5o parágrafo
A
demonstra a afeição que ligava senhor e escravo, rompida com o fim do regime de escravidão, como se pode ver nos parágrafos seguintes.
B
contrasta a altura do empregado com a pequenez inicial de seu salário, de maneira que se compreenda a prosperidade da nova condição de assalariado.
C
evidencia, em frases como Tu vales muito mais que uma galinha, o valor humano que passam a ter os que eram antes considerados simples mercadoria. 
D
ilustra, em frases como Artura não qué dizê nada, não, senhô..., a mentalidade a que estava condicionado o escravo, que chega a falar em detrimento de si próprio.
E
prevê o novo padrão das relações de trabalho, pautado por diálogo e negociação de direitos, persistente até a atualidade com empregados domésticos.
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O texto 
A
trata o fim da escravidão com ironia, mostrando como uma simples carta de alforria não significava mudança da condição social do escravo.
B
reconhece o mérito das mudanças políticas de então, ironizando a hierarquia social que antes predominava entre escravo e senhor.
C
mostra como um avanço social, na verdade, beneficia a todos: o escravo se torna livre, seu antigo dono adquire prestígio social.
D
reflete o entusiasmo com que foi tomada a libertação dos escravos no Brasil, a partir do relato de uma situação particular.
E
faz ressalvas ao processo político que envolveu o fim da escravidão, visto que os títulos concedidos não possuíam valor legal. 
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Atente para as afirmações, abaixo, sobre o texto:

I. Com a substituição de que (1o parágrafo) por "se", atribui-se caráter hipotético ao que se diz em seguida.
II. Sem prejuízo para a correção, pode-se isolar com vírgulas o título do livro A Crime So Monstrous (2o parágrafo), como ocorre, no último parágrafo, com o título do filme 12 Anos de Escravidão.
III. O travessão empregado no 3o parágrafo introduz uma explicação, função semelhante à dos dois-pontos empregados no último parágrafo.

Está correto o que consta APENAS em
A
II e III.
B
I e III.
C
I.
D
I e II.
E
II.
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De fato, a grande originalidade da Europa não foi a escravidão; foi, pelo contrário, a existência de movimentos abolicionistas que terminaram com ela. (7o parágrafo)

Mantém-se, em linhas gerais, o sentido da frase, substituindo-se o segmento grifado por:
A
não foi a escravidão, todavia, sem a existência
B
foi não obstante a escravidão, apesar da existência
C
não só foi a escravidão, mas também a existência
D
ao invés de ter sido a escravidão, mas a existência 
E
não foi a escravidão, mas, sim, a existência 
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Os termos infâmia (1o parágrafo), Promovido (4o parágrafo) e que (7o parágrafo) referem-se respectivamente a:
A
lista / livro / movimentos abolicionistas 
B
lista / Global Slavery Index / escravidão
C
humanidade / um belo retrato / existência
D
escravidão / um belo retrato / existência
E
escravidão / Global Slavery Index / movimentos abolicionistas
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De acordo com o texto,
A
o número de escravos aumentou no século XX, sobretudo em países pobres, muito embora movimentos abolicionistas da Europa a tenham eliminado das nações sulamericanas.
B
é de se estranhar o silêncio votado à questão escravocrata, muito provavelmente por envolver regiões como a Europa, que se utilizam, ainda que indiretamente, de trabalho escravo.
C
nunca houve tantos escravos no mundo, a despeito de terem sidos bem-sucedidos os primeiros movimentos, surgidos na Europa, que lutaram por extinguir a escravidão dos negros africanos.
D
as novas formas de escravidão, se não constituem a maioria dos casos, obscurecem a importância devida à antiga escravidão, ainda bastante disseminada, como mostra o filme 12 Anos de Escravidão.
E
a escravidão moderna, como ocorre na Mauritânia e no Haiti, é, em termos sociais, diferente da escravidão antiga, visto que dissimulada, pois se trata de trabalho formal, mas em condições sub-humanas. 
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