Questões

Total de Questões Encontradas: 05

Está de acordo com a Instrução Normativa para Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação (MPOG/SLTI IN 04/2010): 
A
Fica dispensada a execução da fase de Planejamento da Contratação nos casos de  inexigibilidade e de dispensa de licitação.
B
A Análise de Riscos permeia todas as etapas da fase de Planejamento da Contratação, será consolidada no documento final Análise de Riscos e aprovada e assinada pela Equipe de Planejamento da Contratação. 
C
Nas licitações do tipo técnica e preço é permitido fixar os fatores de ponderação das propostas técnicas e de preço sem justificativa.
D
Fica dispensada a execução da fase de Planejamento da Contratação no caso de contratações com uso de verbas de organismos internacionais como Banco Mundial, dentre outros.
E
É obrigatório  estabelecer vínculo de subordinação com funcionários da contratada e prever em edital a remuneração dos funcionários da contratada. 
Na busca por uma Administração pública que prime pela melhor gestão dos recursos e maior qualidade na prestação de serviços aos cidadãos, torna-se essencial a realização de um bom planejamento de TI que viabilize e potencialize a melhoria contínua da performance organizacional. Nesse contexto, o Plano Diretor de Tecnologia da Informação − PDTI 
A
é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de TI que visa atender às necessidades de informação de um órgão ou entidade para um determinado período.
B
é um documento do órgão, devendo ser produzido pela área de TI, com auxílio da área de negócios, e ser assinado obrigatoriamente pelo presidente do órgão.
C
deve colher, das estratégias institucionais, as necessidades de informação e serviços gerais, propondo metas, ações e prazos, que possam satisfazer as demandas da área de TI, com o auxílio dos recursos humanos, materiais e financeiros. 
D
deve contemplar, pelo menos, as necessidades de informação alinhadas à estratégia de TI, plano de investimentos, contratações de serviços, quantitativo e capacitação de pessoal, gestão de documentos e gestão de ativos de informação.
E
deve prover uma orientação para a formação de Comitês de Contratação de Serviços de TI que envolvam as diversas áreas do órgão responsáveis por alinhar os investimentos em TI com os objetivos do órgão e apoiar a terceirização de projetos de TI. 
Segundo o CobiT 4.1, o gerenciamento do processo de “Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI (PO9)” que satisfaça ao requisito do negócio para a TI de “analisar e comunicar os riscos de TI e seus potenciais impactos nos processos e objetivos de negócio” é “Repetível, porém Intuitivo”, quando 
A
a avaliação e a gestão de risco são procedimentos padronizados e as exceções do processo de gestão de risco são relatadas à Diretoria de TI, já que a gestão de risco de TI é uma responsabilidade da Alta Direção. Nesse nível de maturidade, o risco é avaliado e mitigado no nível de projeto e também regularmente no nível de operação de TI.
B
o gerenciamento de risco atingiu um estágio de desenvolvimento em que há um processo organizacional estruturado em vigor e bem gerenciado, em que boas práticas são aplicadas em toda a organização. Nesse nível de maturidade, a captura, a análise e o relato de dados de gestão de risco estão altamente automatizados.
C
não acontece avaliação de risco para processos e decisões de negócio, pois a organização não considera os impactos no negócio associados a vulnerabilidades da segurança e incertezas de projetos de desenvolvimento. Nesse nível de maturidade gerenciar riscos não é considerado relevante para adquirir soluções ou entregar serviços de TI.
D
existe uma abordagem imatura e inicial de avaliação de risco utilizada a critério de alguns gerentes de projeto. Nesse nível de maturidade, a gestão de risco é superficial e geralmente aplicada somente a grandes projetos ou em resposta a problemas.
E
os riscos de TI são considerados de forma ad hoc e avaliações informais de risco de projeto são realizadas quando solicitadas em cada projeto. Nesse nível de maturidade avaliações de risco são às vezes identificadas em um plano de projeto, mas raramente atribuídas aos gerentes correspondentes. 
Considere que a Manausprev deseja entender a situação dos seus sistemas de TI para decidir que nível de gerenciamento e controle será necessário. Para isso, resolveu avaliar onde são requeridas melhorias e implementar um conjunto de ferramentas de gerenciamento para atingi-las. Como guia para essa iniciativa, optou por  utilizar os objetivos de performance e métricas para os processos de TI descritas no CobiT 4.1. Neste framework, para a medição de performance são definidos três níveis de objetivos e métricas: 
A
dos serviços, dos processos e dos resultados. 
B
de execução, de controle e de resultados. 
C
de serviços, de produtos e de atendimento. 
D
de TI, de serviços e de resultados.
E
de TI, dos processos e de atividades. 
Um analista da Manausprev está trabalhando em um processo do CobiT 4.1 que tem como objetivo estabelecer um programa e uma estrutura de gestão de projeto para o gerenciamento de todos os projetos de TI da organização. Essa estrutura assegurará a correta priorização e a coordenação de todos os projetos e incluirá um plano mestre, atribuição de recursos, definição dos resultados a serem entregues, aprovação dos usuários, divisão por fases de entrega, garantia da qualidade, plano de teste formal e uma revisão pós-implementação para assegurar a gestão de risco do projeto e a entrega de valor para o negócio.

O analista está trabalhando no processo 
A
Gerenciar Projetos e Serviços, do domínio Gerenciar e Regulamentar − GR.
B
Gerenciar Projetos e Serviços, do domínio Monitorar e Avaliar − ME. 
C
Gerenciar Projetos, do domínio Planejar e Organizar − PO. 
D
Gerenciar Projetos, do domínio Adquirir e Implementar − AI. 
E
Definir as Diretrizes de Tecnologia, do domínio Entregar e Suportar − DS. 
Página 1 de 1