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Uma transação é uma unidade atômica de trabalho que ou estará completa ou não foi realizada. Para propostas de restauração, o administrador de restaurações mantém o controle das seguintes operações:  

− BEGIN_TRANSACTION: Marca o início da execução da transação.  
− READ ou WRITE: Especifica operações de leitura ou gravação em itens do banco de dados, que são executadas como parte de uma transação.

I.  Especifica que as operações READ e WRITE da transação terminaram e marca o fim da execução da transação. Entretanto, nesse ponto é necessário verificar se as mudanças introduzidas pela transação podem ser permanentemente aplicadas ao banco de dados (efetivadas), ou se a transação deverá ser abortada porque viola a serialização, ou por alguma outra razão.

II. Indica término com sucesso da transação, de forma que quaisquer alterações (atualizações) executadas poderão ser seguramente efetivadas no banco de dados e não serão desfeitas.

III. Indica que uma transação não terminou com sucesso, de forma que quaisquer mudanças ou efeitos que a transação possa ter aplicado ao banco de dados deverão ser desfeitas.

As operações I, II e III correspondem, correta e respectivamente, a: 
A
FINISH;  ROLLBACK; COMMIT.
B
END_TRANSACTION;  SUCCESSFUL_TRANSACTION; UNSUCCESSFUL_TRANSACTION. 
C
END_TRANSACTION;  COMMIT_TRANSACTION; ROLLBACK. 
D
STOP_TRANSACTION;  GO_TRANSACTION; BACK_TRANSACTION. 
E
STOP;  COMMIT; ROLLBACK. 
Considere Modelo Entidade-Relacionamento − MER, abaixo:
Imagem da Questão
Para realizar a derivação do MER acima para o esquema relacional, é correto afirmar que 
A
o relacionamento, em termos de máximo, entre País Origem, Setor e Tempo é tipo 1:1:N.
B
uma associação do tipo N:N origina uma nova tabela que herda os atributos da associação e cujo identificador pode ser composto a partir dos identificadores das entidades participantes na associação.
C
são exemplos de tabelas derivadas: País Origem = {Nome, Código, População, PIB} e Investe={Designação, Setor}.
D
em uma associação do tipo 1:N o atributo identificador da entidade do lado N vai ser atributo não identificador da entidade do lado 1. Exemplo:  Investidor = {NomeInvestidorNomePaísOrigem, Investe}.
E
são exemplos de tabelas derivadas:  Tempo={Ano, Investe}  e Setor = {NomePaísDesignaçãoSectorAno, Montante}. 
Considere a tabela TabPREV do banco de dados relacional BD_PREV que possui os seguintes campos: 
Imagem da Questão
O comando SQL capaz de apresentar todas as pessoas que se aposentaram entre 1o de Janeiro de 2009 e 31 de Dezembro de 2014 por ordem crescente de valor da aposentadoria é:
A
SELECT * FROM TabPREV OF BD_PREV WHERE Data_Aposentadoria DATEDIFF ('01-Jan-2009', '31-Dec-2014') ORDER BY Valor_Aposentadoria; 
B
SELECT * FROM TabPREV ORDER BY Valor_Aposentadoria WHERE Data_Aposentadoria  IN “01-Jan-2009” &&  '31Dec-2014';
C
SELECT * FROM TabPREV WHERE Data_Aposentadoria BETWEEN '01-Jan-2009' AND '31-Dec-2014' ORDER BY Valor_Aposentadoria ASC;
D
SELECT * FROM BD_PREV WHERE Data_Aposentadoria FROM TabPREV IS LIKE '01-Jan-2009' AND '31-Dec-2014' ORDER BY Valor_Aposentadoria ASC;
E
SELECT * FROM TabPREV ORDER BY Valor_Aposentadoria WHERE Data_Aposentadoria  BETWEEN  ('01-Jan-2009',  '31-Dec-2014');
Considere a arquitetura de um SGBD mostrada na figura abaixo.
Imagem da Questão
Trata-se de uma arquitetura
A
distribuída em N camadas, em que a informação está distribuída em diversos servidores. Cada servidor atua como no sistema cliente-servidor, porém as consultas oriundas dos aplicativos são feitas para qualquer servidor indistintamente, através da rede.
B
centralizada, em que existe um computador com grande capacidade de processamento, que é o hospedeiro do SGBD e emuladores para os vários aplicativos. Tem como principal vantagem o baixo custo, pois permite que muitos usuários manipulem grande volume de dados.
C
cliente-servidor, em que o cliente executa as tarefas do aplicativo, ou seja, fornece a interface do usuário. O servidor executa as consultas no SGBD e retorna os resultados ao cliente, aumentando o tráfego da rede.
D
descentralizada, pois o sistema encarrega-se de obter a informação necessária, de maneira transparente para o aplicativo, que passa a atuar consultando seu servidor. Porém, é dependente de aspectos lógicos de carga de acesso aos dados, o que a torna desvantajosa.
E
em rede, em que a base de dados é fortemente acoplada. Sua vantagem é que cada aplicativo acessa apenas o servidor que dispõe dos seus dados, através do acesso à rede. 
A linguagem SQL é dividida em subconjuntos de acordo com as operações que se deseja efetuar sobre um banco de dados. Considere os grupos de comandos:

I. CREATE, ALTER, DROP.    
II. GRANT, REVOKE.    
III. DELETE, UPDATE, INSERT.

Os comandos listados em
A
I correspondem à Data Control Language − DCL e II à Data Definition Language − DDL.
B
I correspondem à Data Manipulation Language − DML e III à Data Control Language − DCL.
C
II correspondem à Data Manipulation Language − DML e III à Data Control Language − DCL.
D
I correspondem à Data Definition Language − DDL e III à Data Manipulation Language − DML.
E
II correspondem à Data Control Language − DCL e III à Data Definition Language − DDL. 
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