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Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: CNMP Prova: Analista do CNMP - Desenvolvimento de Sistemas
O Diagrama de Atividade da UML 2 é utilizado para modelar atividades, que podem ser um método ou um algoritmo, ou mesmo um processo de negócio. Sobre este diagrama, considere:

I. As partições de atividade permitem representar o fluxo de um processo que passa por diversos setores ou departamentos de uma empresa, ou mesmo um processo que é manipulado por diversos atores.  
II. Um nó de bifurcação/união é um nó de controle que pode tanto dividir um fluxo em dois ou mais fluxos concorrentes (quando é chamado de nó de bifurcação), como mesclar dois ou mais fluxos concorrentes em um único fluxo de controle (quando é chamado de nó de união).  
III. Um pino (ou alfinete) é um tipo de nó de objeto que representa uma entrada para uma ação ou uma saída de uma ação. São obrigatórios no diagrama de atividades e são utilizados para ver os dados que são consumidos em cada ação.  
IV. Um nó de término ou encerramento de fluxo representa o encerramento de toda a atividade. O símbolo de final de fluxo é representado por um círculo com um X em seu interior.

Está correto o que se afirma APENAS em
A
I, II e III.
B
III e IV.
C
II e III.
D
I e II.
E
II, III e IV.
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: CNMP Prova: Analista do CNMP - Desenvolvimento de Sistemas
A usabilidade tem como objetivo elaborar interfaces capazes de permitir uma interação fácil, agradável, com eficácia e eficiência. Deve induzir à criação de interfaces transparentes de maneira a não dificultar o processo, permitindo ao usuário pleno controle do ambiente evitando que este se torne um obstáculo durante a interação. A usabilidade pode ser dividida em cinco critérios básicos, dentre os quais NÃO consta:
A
Intuitividade: o sistema deve apresentar facilidade de uso permitindo que mesmo um usuário sem experiência seja capaz de produzir algum trabalho satisfatoriamente.
B
Memorização: suas telas devem apresentar facilidade de memorização permitindo que usuários ocasionais consigam utilizá-lo mesmo depois de um longo intervalo de tempo.
C
Performance: o sistema deve ser projetado tendo como alvo principal usuários experientes, capazes de superar dificuldades de aprendizagem e ter alta performance na utilização. 
D
Erro: a quantidade de erros apresentados pelo sistema deve ser o mais reduzido possível. Erros graves ou sem solução não podem ocorrer.
E
Satisfação: o sistema deve satisfazer os usuários, sejam eles iniciantes ou avançados, permitindo uma interação agradável. 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: CNMP Prova: Analista do CNMP - Desenvolvimento de Sistemas
As tarefas de Engenharia de Requisitos ajudam a levar a um entendimento de qual será o impacto do software sobre o negócio, quais são as necessidades do cliente e como os usuários finais irão interagir com o software. Existem sete etapas na Engenharia de Requisitos que executam funções distintas e, embora possam interagir entre si, sugerem uma ordem sequencial, qual seja:

− A concepção é a primeira etapa da Engenharia de Requisitos e nessa etapa procura-se definir o escopo e a natureza do problema que está se tentando resolver para o cliente;  
− A ___I___ etapa é a de negociação, na qual se definem quais são as prioridades, o que é essencial e quando é necessário;  
− A ___II___ etapa é a de levantamento/elicitação, em que se procura ajudar os interessados a definir o que é necessário;  
− A ___III___ etapa é a de elaboração em que os requisitos básicos são refinados e modificados;  
− Na ___IV___ etapa, validação, é realizada uma revisão e validação, junto com os stakeholders, para garantir que o entendimento dos problemas coincide com o que os interessados haviam explicado;  
− Na ___V___ etapa, de especificação, o problema é especificado;  
− Na sétima etapa, que é a Gestão dos Requisitos, os requisitos são controlados.

As lacunas de I a V correspondem, correta e respectivamente, a: 
A
quarta - segunda - terceira - sexta - quinta
B
segunda - terceira - quarta - quinta - sexta
C
terceira - quarta - sexta - quinta - segunda
D
sexta - quinta - quarta - segunda - terceira
E
quinta - segunda - terceira - sexta - quarta 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: CNMP Prova: Analista do CNMP - Desenvolvimento de Sistemas
Testes de software buscam por erros ou anomalias em requisitos funcionais e não funcionais. É INCORRETO afirmar que o teste de unidade
A
testa a interface do módulo/componente para garantir que a informação flua adequadamente para dentro e para fora da unidade de programa que está sendo testada. 
B
automatizado tem 3 partes: configuração, que inicia o módulo/componente com o caso de teste e dados de entrada; comparação, que compara o teste ao resultado esperado e correção, que corrige automaticamente os erros. 
C
testa as condições-limite para garantir que o componente/módulo opere adequadamente nos limiares conhecidos para limitar ou restringir o processamento.  
D
possui como uma tarefa essencial o teste seletivo de caminhos de execução. Casos de teste devem ser projetados para descobrir erros devidos a cálculos errados, comparações incorretas ou fluxo de controle inadequado.  
E
exercita todos os caminhos básicos ao longo da estrutura de controle para garantir que todos os comandos do módulo/componente tenham sido executados pelo menos uma vez.
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: CNMP Prova: Analista do CNMP - Desenvolvimento de Sistemas
Considere que o Conselho Nacional do Ministério Público − CNMP está propondo uma mudança de processos tradicionais de desenvolvimento de sistemas para uma nova abordagem, conforme indica a figura abaixo.
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Um Analista de Desenvolvimento de Sistemas do CNMP, observando a figura, afirma corretamente que a nova abordagem corresponde ao
A
Processo Unificado que, embora gaste muito tempo na Fase de Elaboração para definição de requisitos, permite que as equipes se concentrem na entrega antecipada de software para testar estes requisitos, de forma a eliminar os riscos na integração de componentes. 
B
TDD, em que a equipe de teste fica alocada em uma sala, responsável unicamente pela Fase de Testes. Desenvolver testes automatizados passa a ser uma exceção e não a regra. As competências de teste se desenvolvem enquanto os testadores participam das decisões de projeto e dos testes de unidade.
C
XP, em que a integração é contínua, os testes não são deixados para depois, o código é de todos, a programação ocorre em pares, a comunicação é intensa e contínua e espera-se como resultado código funcionando, testado e integrado.
D
TDP, que despreza o planejamento que não é realizado todo de uma vez. Tudo é baseado na criação de estimativas para o ritmo dos ciclos das próximas entregas. O planejamento é baseado em datas definidas com antecedência e o product owner determina as prioridades de entrega.
E
DDP, em que a gestão define o escopo, datas e recursos, além de definir e se responsabilizar pelo direcionamento técnico e pelo desempenho da equipe. O foco da gestão é eliminar os impedimentos dentro da organização e fiscalizar o cumprimento dos prazos e os requisitos de qualidade. 
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