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Um processador hipotético tem dois registradores de uso geral X e Y, ambos de 8 bits. As instruções desse processador têm um formato de tamanho fixo de 32 bits, dos quais os 8 mais significativos, ou seja, os primeiros lidos da memória durante a busca, são utilizados para o OpCode e os 24 restantes para operandos. Uma das operações desse processador, cujo OpCode é igual a 10110100, utiliza dois operandos: o primeiro é imediato de 8 bits e o segundo utiliza os 16 bits restantes para um endereçamento direto. O resultado da execução dessa operação é colocar a soma dos dois operandos no registrador X. Os operandos são inteiros de 8 bits e utiliza-se o complemento a 2.

Considere que a próxima instrução a ser executada está no endereço 00A1. O conteúdo da memória, nesse instante, está ilustrado na Figura. Como resultado da operação, o registrador X conterá o valor, em base decimal, de
A
264 
B
255 
C
-264 
D
-37
E
7
Uma das técnicas para teste de software mais conhecida consiste em avaliar, exclusivamente, o comportamento externo do componente de software, em que os dados de entrada são fornecidos, o teste é executado e o resultado obtido é comparado a um resultado esperado, previamente conhecido. Detalhes de implementação não são considerados e os casos de teste são todos derivados da especificação.

Esse tipo de teste é conhecido como teste
A
não funcional 
B
de regressão 
C
da caixa branca 
D
da caixa preta 
E
da caixa cinza
Os processos baseados em Desenvolvimento Iterativo e Incremental foram criados em resposta às fraquezas do modelo em Cascata Original. Dentre as fraquezas do Modelo em Cascata tratadas pelo processos de Desenvolvimento Interativo e Incremental  está o fato de que no Modelo em Cascata,
A
em cada passo terminado do processo, segue-se, então, para o próximo passo. 
B
a execução de testes após a implementação não é prevista. 
C
a fase de análise de requisitos não é prevista. 
D
a fase de implementação pode ser iniciada mesmo antes do fim da fase de projeto. 
E
a fase de projeto pode ser iniciada mesmo antes do fim da fase de análise. 
De uma forma geral, um compilador é um programa que recebe como entrada o texto de um programa (fonte) em uma certa linguagem e produz como saída outro texto de programa em uma linguagem diferente da utilizada no fonte. Para isso, compiladores são estruturados internamente em uma série de módulos que produzem, em sequência, representações intermediárias do programa fonte ou de suas partes.

A quebra do texto do programa fonte em unidades básicas da linguagem denominadas de tokens é realizada pelo módulo denominado 
A
Interpretador 
B
Analisador Léxico 
C
Analisador Sintático 
D
Tratador de Contexto 
E
Gerador de Código
Em um sistema com multiprogramação, vários processos podem competir por um conjunto finito de recursos presentes no sistema, como, por exemplo, o acesso a regiões da memória ou dispositivos de entrada e saída (E/S). Quando um processo X requisita um acesso a um determinado recurso e esse se encontra ocupado ou sendo utilizado por um processo Y de forma exclusiva, o sistema operacional coloca o requisitante em estado de espera.

Se o processo Y, por sua vez, também requisitar um recurso que esteja de posse do processo X de forma exclusiva, ambos entrarão em um estado conhecido pelo nome de 
A
exclusão mútua 
B
espera ocupada 
C
preempção 
D
escalonamento 
E
deadlock
Em redes de computadores que utilizam o protocolo IP, é comum atribuir endereços a subredes associados ao conceito de máscara. A aplicação da máscara a um endereço X de uma estação qualquer corresponde a efetuar uma operação lógica E (AND) entre os bits do endereço X e a máscara. O resultado de se aplicar a máscara é obter o endereço da subrede à qual o endereço X pertence.

De acordo com essas definições, uma estação com endereço 200.20.35.81 pertence a uma subrede que tem endereço e máscara, respectivamente, iguais a 
A
200.20.35.64 e 255.255.255.224 
B
200.20.35.80 e 255.255.255.224 
C
200.20.35.64 e 255.255.255.240 
D
200.20.35.128 e 255.255.255.240 
E
200.20.35.128 e 255.255.255.248
Em um Sistema Operacional (SO) utiliza-se um mecanismo de escalonamento de processos baseado em Round Robin (RR) com um quantum igual a duas unidades de tempo. Quatro processos (W, X, Y e Z) são submetidos para execução simultaneamente. Porém, cada um demanda um tempo diferente de execução total do processador, catalogado na tabela a seguir. 
Imagem da Questão
Define-se o Turnaround Time (TAT) como sendo o tempo total que um processo passa em execução no processador mais o tempo em que ele espera na fila, enquanto o processador está ocupado com outros processos.

Considerando que nenhum outro processo é submetido ao sistema e que a ordem na fila escolhida pelo SO é W, X, Y e Z, o TAT do processo X, em unidades de tempo,  é 
A
10 
B
14 
C
17 
D
19 
E
21
A principal diferença entre os sistemas RAID 4 e RAID 5 é que no RAID 4 
A
os bits de paridade são armazenados em um disco separado, enquanto que no RAID 5 os bits de paridade são espalhados pelos vários discos. 
B
os bits de paridade são desprezados, enquanto que no RAID 5 eles são utilizados. 
C
o número máximo de discos utilizados é 4, enquanto que no RAID 5 o número máximo de discos é 5. 
D
a intercalação dos bits nos vários discos é realizada bit a bit, enquanto que no RAID 5 é realizada por blocos de bits. 
E
utiliza-se apenas a técnica de espelhamento sem intercalação e sem paridade, enquanto que no RAID 5 utiliza-se apenas a intercalação sem paridade.
Alguns esquemas de escalonamento de processos podem ter efeitos negativos em determinadas situações. A situação de starvation é alcançada quando 
A
um esquema de escalonamento no qual todos os processos obtêm uma fatia proporcional do tempo de processamento acontece. 
B
um processo qualquer é capaz de interromper a execução de outro por decisão do sistema operacional. 
C
um processo é executado sempre até o fim antes que o escalonamento de algum outro processo seja efetuado, como por exemplo, na disciplina FCFS sem preempção. 
D
alguns processos ou classes de processos permanecem sempre à espera do processador devido ao fato de que o escalonamento acaba sempre por privilegiar a escolha de outros processos.
E
o sistema operacional (SO) utilizado é voltado para aplicações de tempo real, impedindo que o usuário submeta processos de naturezas diferentes daquelas características esperadas e para as quais o SO está preparado.
Há diversas formas pelas quais um sistema computacional pode tratar os eventos de entrada e saída (E/S). O esquema no qual a Unidade Central de Processamento (UCP) fica ocupada em um laço de repetição (loop) à espera do término de uma operação de E/S é conhecido como esquema de 
A
Interrupção 
B
Prioridades 
C
E/S programada 
D
E/S mapeada em memória 
E
DMA
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