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Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:
A
É preciso mormente nos dias que correm, desconfiar, não exatamente das pessoas místicas, mas de um certo misticismo que aqui e ali, costuma vicejar como erva daninha, ameaçando a existência de todas as outras plantas.
B
É preciso, mormente nos dias que correm, desconfiar não exatamente das pessoas místicas mas, de um certo misticismo, que aqui e ali costuma vicejar, como erva daninha ameaçando a existência de todas as outras plantas.
C
É preciso, mormente nos dias que correm desconfiar não exatamente das pessoas místicas; mas de um certo misticismo que, aqui e ali, costuma vicejar, como erva daninha, ameaçando a existência de todas as outras plantas.
D
É preciso − mormente nos dias que correm – desconfiar: não exatamente das pessoas místicas, mas de um certo misticismo, que aqui e ali, costuma vicejar como erva daninha ameaçando a existência, de todas as outras plantas. 
E
É preciso, mormente nos dias que correm, desconfiar não exatamente das pessoas místicas, mas de um certo misticismo que, aqui e ali, costuma vicejar como erva daninha, ameaçando a existência de todas as outras plantas. 
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Está plenamente adequado o emprego de ambos os elementos em destaque na frase:
A
À medida em que a ciência avança, fenômenos de cuja causa desconhecíamos passam a ser explicados.
B
Por hora, a ciência tem ainda muito que caminhar, já que o homem não renunciou a inflingir sua curiosidade ao mundo.
C
Se sobrevir ao homem alguma calamidade em escala planetária, somente a ciência disporá os meios de enfrentá-la.
D
A arrogância de que muitos homens são acometidos não parece estar entre os defeitos que se poderiam assacar ao autor.
E
É por vezes mais preferível ignorar a razão de um fenômeno do que imaginá-lo esclarecido por um atalho místico.
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A ciência é indispensável: deve-se à ciência o conhecimento de um sem-número de fenômenos que coube a ciência explicar, razão pela qual deve-se conferir à ciência a importância do que nos humaniza.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:
A
deve-se à ela / coube-lhe / conferir-lhe
B
deve-se-lhe / lhe coube / conferir-lhe
C
deve-se à mesma / a coube / conferi-la
D
deve-se-lhe / coube-lhe / conferi-la
E
deve-se a esta / lhes coube / lhe conferir 
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... a ciência jamais será capaz de responder a todas as perguntas.

Utilizou-se corretamente a voz passiva, preservando-se o sentido original, nesta nova redação da frase acima:
A
Jamais ocorrerá que todas as perguntas sejam respondidas pela ciência.
B
Nenhuma das perguntas jamais obterá resposta pela ciência.
C
A nem todas as perguntas será jamais a ciência capaz de dar respostas.
D
Todas as perguntas, em qualquer tempo, deixarão de obter resposta pela ciência.
E
A capacidade da ciência deixará de dar resposta a todas as perguntas.
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Está correta e coerente a redação deste livre comentário sobre o texto:
A
Via de hábito o autor propaga, em coluna jornalística, suas ideias acerca das discensões interpostas entre ciência e misticismo. 
B
O autor cita um livro próprio no qual expande uma teoria que aparentemente vai ao encontro de suas teses, retificando-as.
C
A admissão de que sempre haverá o desconhecido representa, partindo de um cientista, uma prova de sincera humildade.
D
Os círculos do saber e do não saber constituem, como se viu, áreas em que a expansão de ambos os tornam complementares.
E
O grande físico Richard Feynman declinou de sua preferência pelo engano, quando preferiu relutar em não saber.
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As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
A
Quando se partem de regiões obscuras, nossas ideias não poderão ser produtivas. 
B
Duas alternativas sempre haverão, restando-nos sempre a dificuldade de optar entre elas.
C
Esquivar-se das perguntas que todas as pessoas vivem fazendo implicam um reforço do sobrenatural.
D
Ao fenômeno cuja natureza os cientistas ignoram costuma o leigo recorrer como prova do sobrenatural.
E
Não ficaram claro, para os leitores do texto, quais exatamente foram os versos parafraseados do poeta Lucrécio. 
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Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
A
existem mistérios inescrutáveis (2o parágrafo) = ocorrem fenômenos imperceptíveis.
B
relações de causa e efeito (2o parágrafo) = vinculações pela casualidade.
C
não são capazes de antecipar (3o parágrafo) = são ineptas para premeditar.
D
usando nossa intuição e instrumentos (3o parágrafo) = valendo-nos da nossa hesitação e nossos recursos.
E
Parafraseando o poeta (4o parágrafo) = expressando de outro modo o que bardo disse. 
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Atente para as seguintes afirmações:

 I. No 3o parágrafo, entende-se que o livro Criação imperfeita expressa a posição do autor segundo a qual sempre haverá limites para nossa observação e visão de mundo.
 II. No 4o parágrafo, afirma-se que as coisas inexplicáveis, que costumam aterrorizar as pessoas, devem ser objeto de uma investigação racional. 
 III. No último parágrafo, a frase de Richard Feynman indica que, para esse físico, o desconhecido não deve ser motivo para acreditarmos no sobrenatural.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em 
A
I, II e III.
B
I e II, apenas.
C
II e III, apenas.
D
I e III, apenas.
E
II, apenas. 
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No segundo parágrafo do texto, o autor deixa claro que considera
A
o desconhecido não mais do que uma região do conhecimento que certamente se esclarecerá no futuro.
B
a existência de mistérios inescrutáveis uma prova de que nossa capacidade de intuir é ainda bastante limitada.
C
a razão e a intuição operações complementares entre si, numa associação capaz de produzir novos conhecimentos. 
D
os obstáculos sobrenaturais inteiramente ilusórios, uma vez que nossa intuição nos diz que a razão os removerá. 
E
a intuição e a razão degraus imediatamente sucessivos na escalada de um novo conhecimento. 
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O texto, em seu todo, deve ser entendido como 
A
uma manifestação pessimista do autor quanto à eficácia das descobertas científicas.
B
uma reflexão sobre o alcance da ciência, numa perspectiva em que este é relativizado.
C
um questionamento da atitude dos cientistas que duvidam do poder absoluto da pesquisa.
D
uma crítica à obsolescência das máquinas, que não acompanham o ritmo das nossas percepções.
E
um duro questionamento do crescente prestígio das coisas inexplicáveis, cada vez mais numerosas. 
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