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O autor do texto, ao discutir sua relação com a língua, afirma: “De vez em quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português” (l. 16-19).

Seu relato está reescrito, respeitando a norma-padrão, na seguinte frase: 
A
Houveram leitores cultos que, de vez em quando, se irritaram comigo e me mandaram um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português.
B
 Existe leitores cultos que, de vez em quando, se irritam comigo e me mandam um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português.
C
De vez em quando, surge leitores cultos que se irritam comigo e me mandam um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português. 
D
Há leitores cultos que, de vez em quando, se irritam comigo e me mandam um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português. 
E
De vez em quando, haverão leitores cultos que se irritarão comigo e me mandarão um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português.
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Muitas vezes, o emprego de um verbo determina a presença de uma preposição ou uma expressão equivalente, como é o caso de “não alguma coisa através da qual as pessoas se entendam” (l. 69-70).

Se fosse empregada a forma verbal confiem em vez de se entendam, o resultado, de acordo com a norma-padrão, seria o seguinte: 
A
não alguma coisa com a qual as pessoas confiem.
B
não alguma coisa na qual as pessoas confiem
C
não alguma coisa em virtude da qual as pessoas confiem.
D
não alguma coisa sem a qual as pessoas confiem.
E
não alguma coisa pela qual as pessoas confiem.
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O verbo destacado em “Que me aconteceria se eu dissesse” (. 32-33) é uma forma do verbo dizer.

A forma verbal que apresenta o mesmo modo e tempo de dissesse e está acompanhada de seu infinitivo correspondente, de acordo com a norma-padrão, é a seguinte: 
A
mantesse – manter 
B
revisse – revisar 
C
intervisse – intervir 
D
cabesse – caber 
E
repusesse – repor
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Existem situações em que um pronome oblíquo pode ser colocado em mais de uma posição em relação ao verbo. O pronome em destaque poderá, de acordo com a norma-padrão, estar colocado depois do verbo em 
A
me penitenciar” (l. 29) 
B
me aconteceria” (l. 33) 
C
“se o fiz” (l. 47) 
D
“já me tiraram” (l. 49-50) 
E
“não me escardincham” (l. 73)
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O acento indicativo de crase está empregado em DESACORDO com a norma-padrão em: 
A
A tarefa de aprender um idioma está ligada à de ensiná-lo. 
B
Muitos se dedicam à tarefa de ensinar uma língua viva. 
C
É importante estudar a língua portuguesa de ponta à ponta. 
D
À medida que estudamos uma língua, encantamo-nos por ela. 
E
Fazer referência à história da língua é vital a seu estudo.
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A palavra pois, empregada em “se o fiz, mereço desculpas, pois nunca tive essa intenção.” (l. 47-48), pode ser substituída, respeitando a norma-padrão e mantendo-se o sentido original, pelo que se destaca em: 
A
Se o fiz, mereço desculpas, por que nunca tive essa intenção. 
B
Por que nunca tive essa intenção, se o fiz, mereço desculpas. 
C
Se o fiz, mereço desculpas, nunca tive porquê essa intenção. 
D
Se o fiz, mereço desculpas, nunca tive essa intenção por quê
E
Porque nunca tive essa intenção, mereço desculpas se o fiz.
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A palavra se, empregada em “Que me aconteceria se eu dissesse a uma bela dama” (l. 32-33), tem a mesma classe gramatical do que se destaca em:
A
Não se sabe quão fundamental é dominar a norma-padrão da língua. 
B
Se não dominamos o idioma, não conseguimos nos expressar bem. 
C
Cria-se muita polêmica em relação ao uso da língua portuguesa. 
D
Não se precisa de todas as regras gramaticais para usar bem o idioma. 
E
É normal não se dominarem todas as regras da norma-padrão.
Considerando o contexto, é possível reescrever o período “Confesso que escrevo de palpite, como outras pessoas tocam piano de ouvido” (l. 15-16), mantendo-se o sentido original, da seguinte forma: 
A
Confesso que escrevo intuitivamente, como outras pessoas tocam piano de ouvido. 
B
Confesso que escrevo ignorantemente, como outras pessoas tocam piano de ouvido. 
C
Confesso que escrevo vagarosamente, como outras pessoas tocam piano de ouvido. 
D
Confesso que escrevo vertiginosamente, como outras pessoas tocam piano de ouvido. 
E
Confesso que escrevo descomprometidamente, como outras pessoas tocam piano de ouvido.
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Ao afirmar “se o senhor é um desses cavalheiros que sabem qual é o feminino de cupim, tenha a bondade de não me cumprimentar.” (l. 52-54), o autor do texto deixa evidente sua opinião sobre um certo tipo de comportamento com relação à língua portuguesa.

Essa opinião também aparece em: 
A
“Eu poderia me queixar se o seu marido me descesse a mão?” (l. 34-35) 
B
“Já estou mais perto dos cinquenta que dos quarenta;” (l. 41-42) 
C
“Vários problemas e algumas mulheres já me tiraram o sono,” (l. 49-50) 
D
“O habitante do Cairo pode ser cairense,” (l. 59-60) 
E
“o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa;” (l. 68-69)
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O título do texto – “Nascer no Cairo, ser fêmea de cupim” – justifica-se pelo fato de: 
A
pôr em relevo um conhecimento vital ao domínio da língua portuguesa no Brasil. 
B
apontar fenômenos linguísticos aos quais o autor arroga grande importância. 
C
destacar um conteúdo necessário à plena interação entre os falantes do português. 
D
fazer referência a conhecimentos linguísticos que motivam as reflexões do autor. 
E
exemplificar o uso que o autor faz do idioma em suas interações cotidianas.
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