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Ano: 2019 Banca: IADES Órgão: BRB Prova: Analista - Tecnologia da Informação
O objetivo de um XML Schema é definir quais são os blocos de construção permitidos em um documento XML. O XML Schema tem potencial para substituir a tecnologia
A
Namespaces.
B
Postgree.
C
DTD.
D
SWT.
E
EJBQL.
Ano: 2019 Banca: UFG Órgão: IF-GO Prova: Técnico - Tecnologia da Informação
Nas tecnologias PHP, PostgreSQL, XML, CSS, JavaScript e Java,
A
códigos escritos em JavaScript, quaisquer que sejam eles, são necessariamente executados em um browser, e não podem ser executados "fora" de um browser.
B
dados podem ser armazenados no PostgreSQL e serializados em XML para transferência.
C
o uso de Java é incompatível com CSS e exige PHP para aplicações web.
D
o uso de PHP é necessário em páginas web dinâmicas.
Texto Associado Texto Associado
Considere os trechos XML exibidos a seguir.
Imagem Associada da Questão
O número de trechos válidos é:
A
0 (zero) 
B
1
C
2
D
3
E
4
Ano: 2018 Banca: UFG Órgão: UFG Prova: Técnico - Tecnologia da Informação
XML Schema Definition (XSD) é usada para a definição de regras de validação em documentos construídos no formato XML. Ela fornece recursos como namespaces e datatypes para os elementos e atributos. XSD é uma alternativa ao
A
JavaScript.
B
CSS.
C
DOM. 
D
DTD.
XQuery é uma linguagem de consulta para dados XML. Sobre XQuery, é INCORRETO afirmar que
A
 é case-sensitivity (i.e. é sensível ao fato de uma letra ser maiúscula ou minúscula). 
B
 uma variável é definida por $ seguido do nome da variável.
C
 pode ser usada para transformar dados XML para XHTML.
D
 é possível criar estruturas de dados, como for e if-then-else.
E
deve ser escrita em um documento XML bem formado.
Ano: 2018 Banca: CONSULPLAN Órgão: CMBH Prova: Analista de TI - Desenvolvimento de Sistemas
“É uma alternativa à XML para representar dados; comumente utilizado em aplicativos Ajax. Seus objetos são representados como uma lista de nomes e valores de propriedade entre colchetes. Trata-se de um formato simples que facilita leitura, criação e análise de objetos e, ainda, permite que programas transmitam dados eficientemente pela internet.” Trata-se de: 
A
 POJO – Plain Old Java Object. 
B
JSON – JavaScript Object Notation. 
C
SOAP – Simple Object Access Protocol. 
D
REST – Representational State Transfer. 
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: Análise de Sistemas - Desenvolvimento de Sistemas
Os padrões da Web aos quais o AJAX está intimamente ligado são: 
A
os objetos onreadystatechange e XMLHttpResponse para recuperar dados de um servidor Web
B
os objetos onreadystatechange e XMLHttpRequest para enviar dados para um servidor Web
C
o evento onreadystatechange para recuperar dados de um servidor Web e a linguagem XHTML para estruturar os dados
D
o objeto XMLHttpResponse para recuperar dados de um servidor Web e a linguagem XML para formatar os dados
E
o objeto XMLHttpRequest para recuperar dados de um servidor Web e a linguagem JavaScript/DOM para exibir os dados
Num trecho XML, o comentário “Trecho em teste” deve ser introduzido como: 
A
 <!-- Trecho -- em -- teste --> 
B
 <!-- Trecho em teste > 
C
<!Trecho em teste > 
D
<!-- Trecho em teste --> 
E
<-- Trecho em teste --> 
Analise o conteúdo de um arquivo XML denominado exemplo.xml.  

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<livraria>
<livro tipo="Literatura">  
  <titulo>Dom Casmurro</titulo>  
  <autor>Machado de Assis</autor>
</livro>
<livro tipo="Literatura">  
  <titulo>Espelho Magico</titulo>  
  <autor>Mario Quintana</autor>
</livro>
<livro tipo="Humor">  
  <titulo>Kaos</titulo>  
  <autor>Millor Fernandes</autor>
</livro>
</livraria>

O script XQuery 

doc("exemplo.xml")/livraria/livro/titulo 

produz: 
A
<livraria>        
<line>Dom Casmurro</line>        
<line>Espelho Magico</line>        
<line>Kaos</line >        
</livraria>
B
<titulo>Dom Casmurro</titulo>
<titulo>Espelho Magico</titulo>
<titulo>Kaos</titulo> 
C
Dom Casmurro
Espelho Magico
Kaos 
D
<result>Dom Casmurro, Espelho Magico, Kaos</result> 
E
<result>Dom Casmurro</result>  
<result>Espelho Magico</result>
<result>Kaos</result> 
Java para Web funciona por meio do conceito de servlets, que são implementados através de classes Java que especializem a classe HttpServlet. Contudo, essas classes precisam ser declaradas e mapeadas para um padrão de URL dentro do arquivo web.xml. Sabe-se também que a versão 3.0 da especificação de servlets possibilita que a URL seja definida por meio de anotações diretamente no código Java, permitindo assim que se omita essa configuração no XML. Os elementos XML usados para declarar servlets, mapear servlets para URLs e também a anotação mencionada são, respectivamente: 
A
<servlet-class>, <servlet-url> e @HttpServlet
B
<servlet>, <servlet-url> e @WebServlet
C
<servlet-name>, <servlet-mapping> e @ServletMapping
D
<servlet>, <servlet-mapping> e @WebServlet
E
<servlet-name>, <servlet-url> e @HttpServlet
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