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Ano: 2019 Banca: UFG Órgão: IF-GO Prova: Técnico - Tecnologia da Informação
Texto Associado Texto Associado
Brasil tem mistura de tradições e culturas em sua culinária

      O Brasil tem uma grande mistura de tradições e culturas em suas diferentes regiões e isso se reflete na culinária de cada região. Cada região tem seus sabores típicos e os pratos são preparados a partir de ingredientes regionais. Os sabores do Brasil foram desenvolvidos a partir de nossa tradição indígena e por todas as correntes de imigração que influenciaram nossa cultura. Veja abaixo:

Região Norte: forte presença indígena mesclada com a imigração europeia. Com o ciclo da borracha, libaneses, japoneses, italianos e até nordestinos migraram para a região. Todos deixaram seus traços. Ingredientes: mandioca, cupuaçu, açaí, pirarucu, urucum, jambu, tucunaré, guaraná, castanha-dopará. Pratos típicos: pato no Tucupi, caruru, tacacá, maniçoba.

Região Nordeste: A presença africana é forte devido à escravidão no ciclo da cana. Ingredientes: dendê, mandioca, leite de coco, gengibre, milho, graviola, camarão, caranguejo, temperos picantes, carne de sol e pratos feitos com raízes. Pratos típicos: acarajé, vatapá, caranguejada, buchada, paçoca, tapioca, sarapatel, cuscuz, cocada.

Região Centro-Oeste: influenciada pela pecuária. A população prefere carnes bovina, caprina e suína. Os ciclos de imigração trouxeram culinária africana, portuguesa, italiana e síria. E a forte presença indígena liderou a preferência regional por raízes. Ingredientes: pequi, mandioca, carne-seca, erva-mate, milho. Pratos típicos: arroz com pequi, picadinho com quiabo, sopa paraguaia, empadão goiano, caldo de piranha, vaca atolada.

Região Sudeste: influenciada pelas origens portuguesas, indígenas e africanas. Após a chegada de imigrantes japoneses, libaneses, sírios, italianos e espanhóis, a diversidade gastronômica, sobretudo em São Paulo, aumentou. No estado, a culinária internacional mais integrada com a culinária típica paulista é a italiana. Ingredientes: arroz, feijão, ovo, carnes, massas, palmito, mandioca, banana, batatas, polvilho. Pratos típicos: tutu de feijão, virado à paulista, moqueca capixaba, feijoada, picadinho paulista, pão de queijo. E toda a culinária italiana.

Região Sul: A mistura étnica ocorrida resultou em uma culinária com a presença da cozinha italiana, alemã, portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Ingredientes: carne bovina e ovina, farinha de milho, erva-mate. Pratos típicos: barreado, churrasco, galeto, sopa de capeletti, arroz de carreteiro, sopa catarinense.
Disponível em: <https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/descubra-o-brasil/noticia/ brasil-tem-mistura-de-tradicoes-e-culturas-em-sua-culinaria.ghtml> . Acesso em: 10 nov. 2018. (Adaptado).
Ao tratar da tradição culinária brasileira por regiões, o texto utiliza-se predominantemente de estruturas
A
narrativa e enumerativa.
B
dissertativa e vocativa.
C
enumerativa e dissertativa.
D
vocativa e narrativa.
Ano: 2019 Banca: UFG Órgão: IF-GO Prova: Técnico de Laboratório - Informática
Texto Associado Texto Associado
Brasil tem mistura de tradições e culturas em sua culinária

      O Brasil tem uma grande mistura de tradições e culturas em suas diferentes regiões e isso se reflete na culinária de cada região. Cada região tem seus sabores típicos e os pratos são preparados a partir de ingredientes regionais. Os sabores do Brasil foram desenvolvidos a partir de nossa tradição indígena e por todas as correntes de imigração que influenciaram nossa cultura. Veja abaixo:

Região Norte: forte presença indígena mesclada com a imigração europeia. Com o ciclo da borracha, libaneses, japoneses, italianos e até nordestinos migraram para a região. Todos deixaram seus traços. Ingredientes: mandioca, cupuaçu, açaí, pirarucu, urucum, jambu, tucunaré, guaraná, castanha-dopará. Pratos típicos: pato no Tucupi, caruru, tacacá, maniçoba.

Região Nordeste: A presença africana é forte devido à escravidão no ciclo da cana. Ingredientes: dendê, mandioca, leite de coco, gengibre, milho, graviola, camarão, caranguejo, temperos picantes, carne de sol e pratos feitos com raízes. Pratos típicos: acarajé, vatapá, caranguejada, buchada, paçoca, tapioca, sarapatel, cuscuz, cocada.

Região Centro-Oeste: influenciada pela pecuária. A população prefere carnes bovina, caprina e suína. Os ciclos de imigração trouxeram culinária africana, portuguesa, italiana e síria. E a forte presença indígena liderou a preferência regional por raízes. Ingredientes: pequi, mandioca, carne-seca, erva-mate, milho. Pratos típicos: arroz com pequi, picadinho com quiabo, sopa paraguaia, empadão goiano, caldo de piranha, vaca atolada.

Região Sudeste: influenciada pelas origens portuguesas, indígenas e africanas. Após a chegada de imigrantes japoneses, libaneses, sírios, italianos e espanhóis, a diversidade gastronômica, sobretudo em São Paulo, aumentou. No estado, a culinária internacional mais integrada com a culinária típica paulista é a italiana. Ingredientes: arroz, feijão, ovo, carnes, massas, palmito, mandioca, banana, batatas, polvilho. Pratos típicos: tutu de feijão, virado à paulista, moqueca capixaba, feijoada, picadinho paulista, pão de queijo. E toda a culinária italiana.

Região Sul: A mistura étnica ocorrida resultou em uma culinária com a presença da cozinha italiana, alemã, portuguesa e espanhola. O churrasco, principal prato do Rio Grande do Sul, resultou de um fato histórico. Ingredientes: carne bovina e ovina, farinha de milho, erva-mate. Pratos típicos: barreado, churrasco, galeto, sopa de capeletti, arroz de carreteiro, sopa catarinense.
Disponível em: <https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/descubra-o-brasil/noticia/ brasil-tem-mistura-de-tradicoes-e-culturas-em-sua-culinaria.ghtml> . Acesso em: 10 nov. 2018. (Adaptado).
Ao tratar da tradição culinária brasileira por regiões, o texto utiliza-se predominantemente de estruturas
A
narrativa e enumerativa.
B
dissertativa e vocativa.
C
enumerativa e dissertativa.
D
vocativa e narrativa.
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A sequência linguística destacada é uma citação do discurso alheio
A
indireta com auxílio de verbo de dizer. 
B
indireta sem auxílio de verbo de dizer
C
direta com auxílio de verbo de dizer.
D
direta sem auxílio de verbo de dizer. 
Ano: 2018 Banca: CEBRASPE Órgão: BNB Prova: Analista de TI - Especialista Técnico
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Julgue os itens seguintes, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto precedente.
O texto é predominantemente narrativo, haja vista, entre outras características, o emprego de verbos no passado.
C
Certo
E
Errado
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No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens que se seguem. 
No texto, que se caracteriza como dissertativo‐argumentativo, defende‐se a ideia de que não se erradica a tuberculose sem  antes combater o HIV. 
C
Certo
E
Errado
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NÃO FALTOU SÓ ESPINAFRE
A crise não trouxe apenas danos sociais e econômicos. Mostrou
também danos morais.
Aconteceu num mercadinho de bairro em São Paulo. A dona,
diligente, havia conseguido algumas verduras e avisou à clientela.
Formaram-se uma pequena fila e uma grande discussão. Uma
senhora havia arrematado todos os dez maços de espinafre. No
caixa, outras freguesas perguntaram se ela tinha restaurante.
Não tinha. Observaram que a verdura acabaria estragada. Ela
explicou que ia cozinhar e congelar. Então, foram ao ponto:
caramba, havia outras pessoas na fila, ela não poderia levar só o
que consumiria de imediato?
“Não, estou pagando e cheguei primeiro”, foi a resposta.
Compras exageradas nos supermercados, estoques domésticos,
filas nervosas nos postos de combustível – teve muito
comportamento na base de cada um por si.
Cabem nessa categoria as greves e manifestações oportunistas.
Governo, cedendo, também vou buscar o meu – tal foi o
comportamento de muita gente.
Carlos A. Sardenberg, in O Globo, 31/05/2018. 

 
O texto é construído a partir de uma narrativa. A característica fundamental desse modo de organização do texto é a de  
A
destacar características de pessoas e lugares. 
B
apresentar ideias fundamentadas em argumentos.  
C
convencer pessoas a mudar crenças e atitudes.
D
expor fatos e acontecimentos em ordem cronológica. 
E
relatar episódios da vida cotidiana de carga humorística.  
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Entre os temas ensinados aos jovens brasileiros no ensino básico, estão, por exemplo, a fase inicial da colonização, a resistência dos quilombos à escravidão e a Inconfidência Mineira. Nessas aulas, porém, os alunos ouvem falar pouco ou nada da ativista de ascendência indígena Madalena Caramuru, que viveu no século XVI, da guerreira quilombola Dandara ou da inconfidente Hipólita Jacinta de Melo. Na literatura, estudam romances de José de Alencar e de outros autores do Romantismo, mas não são informados da existência de Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula”, um dos primeiros romances de autoria feminina do Brasil, primeiro de autoria negra e primeiro escrito ficcional de cunho abolicionista. Outras, como Anita Garibaldi, são mencionadas, mas quase sempre à sombra de seus companheiros homens. O apagamento de brasileiras responsáveis por contribuições importantes se repete em diversas áreas de atuação. Em uma tentativa de reparar esse desconhecimento, o livro “Extraordinárias mulheres que revolucionaram o Brasil”, lançado pela Companhia das Letras na última semana de novembro, reúne a trajetória de 44 mulheres, com ilustração inédita de cada uma delas. [...] Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida, ou mesmo desconhecida, foram publicadas em vários países. O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos. “Extraordinárias Mulheres” é o primeiro dessa onda que se propõe a compilar os dados biográficos e os feitos de mulheres nascidas no Brasil ou “abrasileiradas” – que adotaram o país para viver, como é o caso da arquiteta Lina Bo Bardi e da missionária e ativista Dorothy Stang. 
O projeto das jornalistas Duda Porto de Souza e Aryane Cararo é fruto de dois anos de pesquisa – um mergulho na vida de quase 300 mulheres, a partir das quais as autoras chegaram às 44 que estão no livro. Consultaram arquivos de jornais, livros, documentos e realizaram entrevistas. Apesar da vocação educativa explícita, seu público-alvo transcende uma faixa etária específica, segundo as autoras. “Espero que seja um passo inicial. Que sirva de inspiração para crianças, jovens e adultos irem atrás de outras brasileiras brilhantes. E que a gente possa contar uma história um pouco mais igualitária, justa, dando nomes e rostos a quem fez o país chegar até aqui”, disse Aryane Cararo. “Que a gente possa contar a história de Anita, a mulher que enfrentou tropas imperiais no Brasil e lutou pela unificação da Itália. E não a Anita do Garibaldi. De Dandara, a mulher que não queria fechar o quilombo para novos escravos fugitivos, e não a mulher de Zumbi. De Dinalva, que quase ficou invisível na história da luta armada no Brasil na época da ditadura. De Marinalva, que está fazendo história agorinha mesmo”, complementa a autora. O livro também conta com uma extensa linha do tempo que mostra conquistas de direitos obtidas pelas mulheres do século XVI até o presente, e traz informações que esclarecem como era ser mulher em determinadas épocas. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/24/O-livro-queconta-a-história-do-Brasil-pela-trajetória-de-mulheresextraordinárias. Acesso em 03/05/18. Adaptado.
Analise as informações que se apresentam abaixo.

1) Na educação escolar brasileira, não se costuma enfatizar a contribuição de mulheres que se destacaram em várias áreas.
2) Diversos profissionais, de várias áreas do saber, têm-se engajado na luta por mais representatividade das mulheres.
3) A obra “Extraordinárias mulheres” representa um esforço de pesquisa aprofundada, que envolveu, inclusive, a análise de documentos antigos.
4) Como as autoras da obra “Extraordinárias mulheres” pretendem denunciar os maus-tratos sofridos pelas mulheres, ao longo da História, a obra tem como público-alvo os adultos, de ambos os sexos
Estão em consonância com as informações do Texto 1:
A
1, 2, 3 e 4.
B
2, 3 e 4, apenas.
C
1, 3 e 4, apenas. 
D
1, 2 e 4, apenas.
E
1, 2 e 3, apenas.
Texto Associado Texto Associado
Entre os temas ensinados aos jovens brasileiros no ensino básico, estão, por exemplo, a fase inicial da colonização, a resistência dos quilombos à escravidão e a Inconfidência Mineira. Nessas aulas, porém, os alunos ouvem falar pouco ou nada da ativista de ascendência indígena Madalena Caramuru, que viveu no século XVI, da guerreira quilombola Dandara ou da inconfidente Hipólita Jacinta de Melo. Na literatura, estudam romances de José de Alencar e de outros autores do Romantismo, mas não são informados da existência de Maria Firmina dos Reis, autora de “Úrsula”, um dos primeiros romances de autoria feminina do Brasil, primeiro de autoria negra e primeiro escrito ficcional de cunho abolicionista. Outras, como Anita Garibaldi, são mencionadas, mas quase sempre à sombra de seus companheiros homens. O apagamento de brasileiras responsáveis por contribuições importantes se repete em diversas áreas de atuação. Em uma tentativa de reparar esse desconhecimento, o livro “Extraordinárias mulheres que revolucionaram o Brasil”, lançado pela Companhia das Letras na última semana de novembro, reúne a trajetória de 44 mulheres, com ilustração inédita de cada uma delas. [...] Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida, ou mesmo desconhecida, foram publicadas em vários países. O contexto é a reivindicação de representatividade que tem sido pautada por feministas e profissionais das artes, da ciência, da tecnologia, entre outros campos. “Extraordinárias Mulheres” é o primeiro dessa onda que se propõe a compilar os dados biográficos e os feitos de mulheres nascidas no Brasil ou “abrasileiradas” – que adotaram o país para viver, como é o caso da arquiteta Lina Bo Bardi e da missionária e ativista Dorothy Stang. 
O projeto das jornalistas Duda Porto de Souza e Aryane Cararo é fruto de dois anos de pesquisa – um mergulho na vida de quase 300 mulheres, a partir das quais as autoras chegaram às 44 que estão no livro. Consultaram arquivos de jornais, livros, documentos e realizaram entrevistas. Apesar da vocação educativa explícita, seu público-alvo transcende uma faixa etária específica, segundo as autoras. “Espero que seja um passo inicial. Que sirva de inspiração para crianças, jovens e adultos irem atrás de outras brasileiras brilhantes. E que a gente possa contar uma história um pouco mais igualitária, justa, dando nomes e rostos a quem fez o país chegar até aqui”, disse Aryane Cararo. “Que a gente possa contar a história de Anita, a mulher que enfrentou tropas imperiais no Brasil e lutou pela unificação da Itália. E não a Anita do Garibaldi. De Dandara, a mulher que não queria fechar o quilombo para novos escravos fugitivos, e não a mulher de Zumbi. De Dinalva, que quase ficou invisível na história da luta armada no Brasil na época da ditadura. De Marinalva, que está fazendo história agorinha mesmo”, complementa a autora. O livro também conta com uma extensa linha do tempo que mostra conquistas de direitos obtidas pelas mulheres do século XVI até o presente, e traz informações que esclarecem como era ser mulher em determinadas épocas. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/11/24/O-livro-queconta-a-história-do-Brasil-pela-trajetória-de-mulheresextraordinárias. Acesso em 03/05/18. Adaptado.
Acerca da proposta temática do Texto 1, é correto afirmar que ela:
A
se apoia em uma obra literária e se concentra na defesa da causa feminista e na necessidade de valorização da mulher.
B
fica centrada na descrição, acrescida de algumas explicações, de uma obra biográfica que foi recentemente lançada.
C
parte de uma obra jornalística e gira em torno de informações sobre o universo feminino, atual e de épocas passadas.
D
se vale de dados históricos para tratar das relações entre homens e mulheres, com ênfase na violência sofrida por estas.
E
defende a igualdade de gêneros e enfatiza a importância das mulheres na construção de uma sociedade mais igualitária e justa. 
Ano: 2018 Banca: CESPE Órgão: STM Prova: ANALISTA JUDICIÁRIO - ANÁLISE DE SISTEMAS
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Não sou de choro fácil a não ser quando descubro qualquer coisa muito interessante sobre ácido desoxirribonucleico. Ou quando acho uma carta que fale sobre 4 a descoberta de um novo modelo para a estrutura do ácido desoxirribonucleico, uma carta que termine com “Muito amor, papai”. Francis Crick descobriu o desenho do DNA e escreveu 7 a seu filho só para dizer que “nossa estrutura é muito bonita”. Estrutura, foi o que ele falou. Antes de despedir-se ainda disse: “Quando chegar em casa, vou te mostrar o modelo”. Não 10 esqueça os dois pacotes de leite, passe para comprar pão, guarde o resto do dinheiro para seus caramelos e, quando chegar, eu mostro a você o mecanismo copiador básico a partir 13 do qual a vida vem da vida. Não sou de choro fácil, mas um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam 16 o desenvolvimento e o funcionamento de todos os seres vivos me comove. Cromossomas me animam, ribossomas me espantam. A divisão celular não me deixa dormir, e olha que eu 19 moro bem no meio das montanhas. De vez em quando vejo passarem os aviões, mas isso nunca acontece de madrugada — a noite se guarda toda para o infinito silêncio. 22 Acho que uma palavra é muito mais bonita do que uma carabina, mas não sei se vem ao caso. Nenhuma palavra quer ferir outras palavras: nem desoxirribonucleico, nem 25 montanha, nem canção. Todos esses conceitos têm os seus sinônimos, veja só, ácido desoxirribonucleico e DNA são exatamente a mesma coisa, e os do resto das palavras você 28 acha. É tudo uma questão de amor e prisma, por favor não abra os canhões. Que coisa mais linda esse ácido despenteado, caramba. Olhei com mais atenção o desenho da estrutura e 31 descobri: a raça humana é toda brilho.
Matilde Campilho. Notícias escrevinhadas na beira da estrada. In: Jóquei. São Paulo: Editora 34, 2015, p. 26-7 (com adaptações).
O texto classifica-se como poema em prosa, dada a predominância de um olhar lírico sobre o tema tratado e da linguagem figurada.
C
Certo
E
Errado
Ano: 2018 Banca: UFG Órgão: UFG Prova: Técnico - Tecnologia da Informação
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A ciranda das mulheres sábias

Talvez você tenha vindo à minha porta por estar interessada em viver de um modo que a abençoe com a perspectiva de, como eu digo, “ser jovem enquanto velha e velha enquanto jovem” – o que significa estar plena de um belo conjunto de paradoxos mantidos em perfeito equilíbrio. Está lembrada? A palavra paradoxo significa uma ideia contrária à opinião de aceitação geral. É o que acontece com a grand-mère, a maior das mulheres, a grande madre... porque ela é uma sábia em preparação, que mantém unidas as grandes e totalmente úteis capacidades aparentemente ilógicas da psique profunda. Os atributos paradoxais do que é grande são principalmente ser sábia e ao mesmo tempo estar sempre à procura de novos conhecimentos; ser cheia de espontaneidade e confiável; ser loucamente criativa e obstinada; ser ousada e precavida; abrigar o tradicional e ser verdadeiramente original. Espero que você entenda que todos esses atributos se aplicam a você de modo geral e em detalhes, como algo em potencial, meio realizado ou já perfeitamente formado. Se você sente interesse por essas contradições divinas, sente interesse pelo arquétipo misterioso e irresistível da mulher sábia, do qual a avó é uma representação simbólica. O arquétipo da mulher sábia pertence a mulheres de todas as idades e se manifesta sob formas e aspectos singulares na vida de cada mulher.
ESTÉS, Clarissa Pinkola. Trad. Waldéa Barcellos. A ciranda das mulheres sábias – ser jovem enquanto velha, velha enquanto jovem. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. p. 9-10. 
A situação comunicativa dos Textos 1 e 2 proporciona a evidência da mesma tonalidade discursiva nos dois textos, com a mesma finalidade. Infere-se desses textos uma função sociodiscursiva de
Imagem da Questão
A
testagem do entendimento dos interlocutores. 
B
esclarecimento dos sentidos das palavras.
C
evocação de significados externos.
D
aconselhamento ao interlocutor. 
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