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Ano: 2019 Banca: INAZ Órgão: CORE-SP Prova: Técnico - Tecnologia da Informação
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      Solidão Coletiva – uma crônica sobre o vazio de uma cidade grande

 
      Se pararmos para pensar, a solidão nos persegue. Sempre estamos tão juntos e, ao mesmo tempo, tão sozinhos.

      O simples fato de estarmos rodeados por dezenas, centenas ou milhares de pessoas, não nos garante que pertençamos ao grupo.

      A cidade é um dos maiores exemplos. Trem, metrô, ônibus em horário de pico. Homens ou mulheres. Jovens ou velhos. Gordos ou magros. Trabalho ou estudo. Cada um do seu jeito, indo cuidar da sua própria vida. Não há conversa ou um sorriso amigável. Rostos sérios e cansados sem ao menos se preocupar em lhe desejar um bom dia. Parece que ninguém está tendo um bom dia.

      Na rua, todos têm pressa. Mochila à frente do corpo, senão você é roubado. Olhar no chão para manter o ritmo do passo, ou logo à frente, como quem quer chegar logo sem ser importunado.

      Um braço estendido me tira do devaneio. É alguém sentado no chão, com um cobertor fino, pedindo algumas moedas. Como boa integrante de uma multidão fria e apressada, ignoro e continuo meu caminho. Essa é uma visão tão rotineira que se torna banal e, assim como eu, ninguém ali observou aquele cidadão com olhos sinceros. Não me julgue, eu sei que você faz o mesmo. O calor humano não parece suficiente para aquecer corações.

      É um mar de gente. Mas não me sinto como mais uma onda, que compõe a beleza do oceano. Sinto-me em um pequeno barco à vela, perdida em alto mar. Parada no meio da multidão, sinto sua tensão constante, como se a qualquer momento fosse chegar um tsunami. Sinto-me naufragando.

      Você já pegou a estrada à noite? É ali que percebemos que a cidade nunca dorme por completo. Carros a perder de vista em qualquer horário, com luzes que compõem uma beleza única. Porém, esquecemos que em cada carro não existe somente uma pessoa ou outra, mas sim histórias.

      Para onde cada um está indo é um mistério. Neste momento, percebo que, assim como eu enxergava alguns minutos atrás, ninguém ali me vê como ser humano. Veem-me como mais um carro, mais uma máquina que atrapalha o trânsito de um local tão movimentado. Só eu sei meu próprio caminho e para onde vou. Estou sozinha entre centenas de pessoas.

      Mesmo assim, muitas dizem preferir a cidade ao campo. Morar no interior não é uma opção para a maior parte das multidões – elas dizem que lá não há nada de interessante acontecendo e o silêncio da natureza as faz sentir muito distantes do mundo.
Por Beatriz Gimenez Disponível em: https://falauniversidades.com.br/cronica-solidao-cidade-grande/
As palavras da frase “Rostos sérios e cansados” pertencem, respectivamente, às classes gramaticais dos (as):
A
Pronomes; advérbios; conjunções e advérbios.
B
Adjetivos; substantivos; preposições; substantivos.
C
Substantivos; advérbios; conjunções e advérbios.
D
Pronomes; adjetivos; preposições e adjetivos.
E
Substantivos; adjetivos; preposições; adjetivos.
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Em relação às classes gramaticais de palavras extraídas do texto de referência, é INCORRETO afirmar que: 
A
no terceiro parágrafo, o vocábulo “como” é aplicado como preposição sempre que associado ao adjetivo “familiar”, tendo significado relacionado à ideia de “com caráter de”, “na posição de” e outras de mesmo sentido.
B
no terceiro parágrafo, o vocábulo “segundo” ocorre duas vezes: na primeira, é uma preposição com ideia de conformidade; na segunda, um numeral ordinal em função adjetiva.
C
no sexto parágrafo, a expressão “por conta de” se trata de uma locução prepositiva com valor de causalidade que poderia ser substituída por “devido a”, “por causa de” e outras de mesmo sentido.
D
no sétimo parágrafo, o vocábulo “quando” se classifica como uma preposição com valor semântico de temporalidade que poderia ser substituída por “na ocasião em que”, “depois que” e outras de mesmo sentido.
E
no último parágrafo, a conjunção coordenativa “mas” e a subordinativa “se”, em sequência, introduzem, respectivamente, ideia de ressalva em contraste ao que se declarou anteriormente e de condicionalidade projetada ao que se expressa na última oração do texto.
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: CM CARUARU Prova: Analista Legislativo - Informática
Assinale a opção em que a preposição para mostra valor semântico diferente dos demais.
A
“Você tem que parar para mudar de direção.” (Erich Fromm)
B
“Cada saída é a entrada para algum outro lugar.”  (Tom Stoppard)
C
“O sol nasce para todos serem felizes, mas a maioria prefere dormir um pouco mais.” (E. T. Wanke)
D
“Se o que você está fazendo for engraçado, não há necessidade de ser engraçado para fazê-lo.” (Charles Chaplin)
E
“Se não podemos encerrar nossas diferenças, pelo menos podemos ajudar a tornar o mundo seguro para assegurar a diversidade.” (John Kennedy) 
Ano: 2015 Banca: FGV Órgão: TJ-BA Prova: Analista Judiciário - Tecnologia da Informação V2
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O segmento do texto 4 em que a preposição DE é empregada em razão da exigência de algum termo anterior é:
A
“O cigarro é um dos produtos DE consumo mais vendidos no mundo”;
B
“Comanda legiões DE compradores leais”;
C
“os fabricantes orgulham-se DE ter lucros impressionantes”;
D
“a vida DOS fumantes americanos é reduzida”;
E
“cinco milhões DE anos”. 
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: Analista Judiciário - Conhecimentos Básicos
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A preposição para, destacada no 1.º parágrafo, expressa
A
lugar.
B
causa. 
C
finalidade. 
D
origem. 
E
reciprocidade.
Ano: 2014 Banca: CESGRANRIO Órgão: PETROBRAS Prova: Técnico - Técnico de Informática
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Nos períodos abaixo, a expressão em destaque é substituída pelo pronome oblíquo as. O período que mantém a posição do pronome de acordo com a norma-padrão é:
A
Meus amigos nunca viram antenas disfarçadas antes – Meus amigos nunca viram-nas antes.
B
Meus amigos tinham visto antenas disfarçadas na África. – Meus amigos tinham visto-as na África.
C
Meus amigos viam antenas disfarçadas pela primeira vez. – Meus amigos as viam pela primeira vez.
D
Meus amigos provavelmente verão antenas disfarçadas amanhã. – Meus amigos provavelmente verão-nas amanhã.
E
Meus amigos teriam visto antenas disfarçadas se olhassem bem. – As teriam visto meus amigos se olhassem bem.
Ano: 2013 Banca: IDECAN Órgão: CREFITO - PR Prova: Analista - Analista de Sistemas
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Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas, tem-se a correspondência correta em 
A
“Tanto que até hoje estamos…” (3º§) – advérbio 
B
“... passamos a incorporar os monstros...” (5º§) – artigo 
C
“Além de significar a morte, este tipo de destino final…” (2º§) – conjunção 
D
“... em que criamos estes seres e os projetamos no reino...” (4º§) – pronome 
E
“... nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação...” (5º§) – preposição 
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A frase em que a preposição destacada estabelece uma relação de lugar é: 
A
(...) 20% da população terá mais de 60 anos em 2030. (1.° parágrafo) 
B
Em números absolutos, esperam-se perto de 50 milhões de idosos em 2030 (...) (2.° parágrafo) 
C
Bem diferente de 1968 – apogeu de algo que me parecia fabricado, chamado “Poder Jovem” –, em que ser velho era quase uma ofensa. (4.° parágrafo) 
D
(...) (como as ocorridas na China, em que velhos eram humilhados publicamente por serem velhos, durante a  Revolução Cultural). (4.° parágrafo) 
E
Já se pode confiar em maiores de 60 anos e, um dia, todos chegarão lá. (5.° parágrafo)
Ano: 2009 Banca: CESPE Órgão: TCU Prova: Analista de Controle Externo - Conhecimentos Básicos
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A preposição “mediante” (l.1) estabelece relação de movimento entre “exercício do poder” (l.1) e “múltiplas dinâmicas” (l.1-2). 
C
Certo
E
Errado
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A leitura do trecho “A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar” (l. 30-32) permite concluir que as preposições são exigidas, respectivamente, pelos seguintes verbos: 
A
desejar e ganhar. 
B
desejar e pagar. 
C
pagar e desejar. 
D
necessitar e ganhar. 
E
necessitar e pagar. 
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