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A) Se Jorge estuda muito, então ele faz boa prova. 
B) Se Jorge não faz boa prova, o professor é ruim. 
C) Se Jorge faz boa prova, sua mãe está feliz. 
D) Se sua mãe está feliz, Jorge está tranquilo.
Considerando as proposições acima apresentadas, julgue os itens que se seguem.

Se Jorge não estuda muito, então ele não está tranquilo.
C
Certo
E
Errado
Se não é verdade que, no ano passado, em todos os sábados, se fazia sol, Rodrigo passeava de bicicleta, então, no ano passado,
A
em nenhum sábado que não fez sol, Rodrigo passeou de bicicleta.
B
em todos os sábados que não fez sol, Rodrigo não passeou de bicicleta.
C
houve um sábado em que não fez sol e Rodrigo passeou de bicicleta.
D
em todos os sábados fez sol e Rodrigo passeou de bicicleta.
E
houve um sábado em que fez sol e Rodrigo não passeou de bicicleta.
Considere o seguinte argumento: Premissa 1: [(~A) ˄ (~G)] → (~P) Premissa 2: P Conclusão: A ˅ G A validade do argumento pode ser deduzida, respectivamente, a partir da aplicação das regras de inferência
A
Paradoxo e Contingência
B
Contraposição e Absurdo
C
Modus Ponnens e Contradição
D
Modus Tollens e Lei de De Morgan
E
Silogismo Conjuntivo e Silogismo hipotético
Considere o seguinte argumento, no qual a conclusão foi omitida:

Premissa 1: p → [(~r) ˅ (~s)]
Premissa 2: [p ˅ (~q)] ˄ [q ˅ (~p)]
Premissa 3: r ˄ s
Conclusão: XXXXXXXXXX

Uma conclusão que torna o argumento acima válido é
A
~(p ˅ q)
B
(~q) ˄ p
C
(~p) ˄ q
D
p ˄ q
E
p ˅ q 
Sejam p e q duas proposições lógicas simples tais que o valor lógico da implicação (~p) → (~q) é FALSO. O valor lógico da proposição p˅(~q) é igual ao valor lógico da proposição
A
 (~q) → p 
B
 (~q) → (~p) 
C
 (~p) ˅ (~q) 
D
 (~p) ˄ q
E
 p ˄ q
Sejam p e q duas proposições lógicas simples tais que o valor lógico da implicação (~p) → (~q) é FALSO. O valor lógico da proposição p˅(~q) é igual ao valor lógico da proposição
A
 (~q) → p 
B
 (~q) → (~p) 
C
 (~p) ˅ (~q) 
D
 (~p) ˄ q
E
 p ˄ q
Dado um número inteiro qualquer, então, ou ele é par, ou é ímpar. Diante dessa premissa, considere a seguinte sentença: Se dois números inteiros são pares, então a soma desses números é um número inteiro par. Essa sentença é logicamente equivalente à sentença
A
Se dois números inteiros são ímpares, então, a soma desses números é um número inteiro ímpar.
B
Se algum entre dois números é ímpar, então, a soma desses números é ímpar.
C
Se a soma de dois números inteiros é ímpar, então, algum desses números é ímpar.
D
Se a soma de dois números é ímpar, então, esses dois números são ímpares.
E
Se a soma de dois números é par, então, esses dois números são pares.
Considere a afirmação I como sendo FALSA e as outras três afirmações como sendo VERDADEIRAS.

I. Lucas é médico ou Marina não é enfermeira.
II. Se Arnaldo é advogado, então Lucas não é médico.
III. Ou Otávio é engenheiro, ou Marina é enfermeira, mas não ambos.
IV. Lucas é médico ou Paulo é arquiteto.

A partir dessas informações, é correto afirmar que
A
Paulo não é arquiteto ou Marina não é enfermeira. 
B
Marina é enfermeira e Arnaldo não é advogado.
C
Se Lucas não é médico, então Otávio é engenheiro. 
D
Otávio é engenheiro e Paulo não é arquiteto. 
E
Arnaldo é advogado ou Paulo é arquiteto.
Considere verdadeiras as seguintes proposições: 

P I: Todo professor gosta de ler.

P2: Todo aventureiro não gosta de ler.
Portanto, é possível concluir que: 
A
Algum aventureiro é professor.
B
Nenhum professor é aventureiro.
C
Alguém que gosta de ler é aventureiro.
D
 Ninguém que gosta de ler é professor.
Considere a seguinte afirmação: 

Marta é paulista ou Carlos é mineiro. 
A negação lógica dessa sentença é:
A
Marta é mineira e Carlos é paulista.
B
Marta não é mineira ou Carlos não é paulista. 
C
Marta não é paulista e Carlos não é mineiro.
D
 Marta não é paulista ou Carlos não é mineiro.
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