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É a sua voz, negra, é a voz do cais inteiro e da cidade lá atrás também. (4o parágrafo)

Da afirmativa transcrita acima decorre a seguinte inferência:
A
A população mais pobre de uma cidade, que vive em zonas degradadas como a do cais, dificilmente tem voz para defender seus direitos.
B
Em toda a Bahia, poucos se fazem ouvir, até mesmo aqueles mais aquinhoados pela sorte, que vivem melhor nas cidades.
C
É verdadeiramente livre a cidade em que os anseios da camada mais rica se equivalem aos dos mais necessitados.
D
Os negros, os oprimidos, os carentes de proteção falam nos poemas de Castro Alves, cujos versos primam pela defesa da liberdade.
E
Todas as pessoas, pobres ou não, ouvem os versos de Castro Alves, que falam dos oprimidos e, tam- bém, das atribulações da vida citadina.
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Considerando-se o desenvolvimento do texto, está correto o que se afirma em:
A
Jorge Amado, num discurso de caráter didático, busca transmitir a uma amiga leitora suas próprias convicções sobre a atuação de jovens − que podem ser encontrados nas ruas de qualquer cidade, no quarto de qualquer casa − que participam da luta em defesa de seus ideais.
B
Jorge Amado, numa fala de caráter bastante pessoal, uma "canção sentida", como se lê de início, se posiciona a respeito de Castro Alves, impetuoso defensor de seus ideais humanitários, procedimento peculiar da juventude, que pode ser observado em todo lugar.
C
Tomando como exemplo a vida de Castro Alves, Jorge Amado se detém na necessidade de se reco- nhecer, ainda hoje, a importância do belo espetáculo de juventude oferecido até mesmo pelos moleques de rua, tema que já havia abordado anteriormente.
D
Em um extenso monólogo, Jorge Amado busca entender as razões que hoje e sempre impulsionaram e impulsionam a juventude − com o exemplo de Castro Alves, que começou muito moço e muito moço terminou −, a eternizar seus ideais em palavras impetuosas ou de amor.
E
Segundo Jorge Amado, a defesa da liberdade que, embora surja dos desejos do povo, das necessidades do povo, foi, à época de Castro Alves, um ideal que durou um instante na medida do tempo, tal como um forte vento que tudo destrói à sua passagem. 
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De acordo com a lógica do texto, as afirmações O homem esquece seu criador e Deus chama-o para si estão clara e corretamente articuladas na seguinte frase:
A
Ainda quando se esqueça de seu criador, o homem busca seu chamado.
B
Embora Deus o chame para si, o homem esquece seu criador.
C
Não obstante o homem possa esquecer seu criador, este o chama para si.
D
Deus chama o homem para si, conquanto ele não deixe de esquecê-lo.
E
Mesmo que viesse a esquecê-lo, o chamado de Deus seria ouvido pelo homem.
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Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, afirma-se que é da natureza humana buscar agir em estrita conformidade com as leis divinas, materializadas no mundo físico.
II. No primeiro parágrafo, depreende-se que Montesquieu considera que as leis que governam o mundo físico são exemplos de uma eficiência que os homens deveriam perseguir no governo do mundo inteligente.
III. No segundo parágrafo, a religião e a filosofia surgem, cada uma em sua esfera, como possíveis corretivos para as negligências e os desvios da conduta humana.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
A
I, II e III.
B
I e II, apenas.
C
I e III, apenas.
D
II e III, apenas.
E
III, apenas.
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A razão invocada por Montesquieu para afirmar que Falta muito para que o mundo inteligente seja tão bem governado quanto o mundo físico deve-se ao fato de que
A
as leis que regem o mundo físico acabam por ser menos previsíveis do que aquelas elaboradas pelos homens.
B
os limites da natureza humana acabam levando os homens a criar leis que eles próprios modificam ou transgridem.
C
o governo do mundo físico é a aspiração que têm os homens de controlarem tudo o que está ao seu alcance.
D
mundo inteligente, governado por Deus, cumpre as leis que escapam completamente à jurisdição humana.
E
o mundo inteligente, ao contrário do mundo físico, tem leis mais flexíveis e mais justas que as da natureza.
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As lacunas da frase Um prefácio ...... nossa inteira atenção esteja voltada certamente conterá qualidades ...... força é impossível resistir preenchem-se adequadamente, na ordem dada, pelos seguintes elementos:
A
para o qual − a cuja
B
ao qual − de cuja a
C
com o qual − por cuja
D
aonde − de que a
E
por onde − das quais a
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Ao lado de razões mais pessoais, marcadas por alguma subjetividade, o autor indica, como prova objetiva da utilidade de certos prefácios, o fato de que
A
Machado de Assis os julgava obras-primas pelo poder de alta concisão de que seriam capazes.
B
eles antecipam, para o leitor mais desavisado, alguns fragmentos essenciais à compreensão do texto principal.
C
algumas bibliografias valorizam-nos de modo especial, em detrimento do texto principal do livro.
D
as apresentações da poesia de Cecília Meireles fa- ziam ver tanto a beleza dos poemas como a da escritora.
E
os prefaciadores são escolhidos a partir de um critério inteiramente idôneo, o que impede favoritismos.
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Considere as afirmações abaixo.

I. No primeiro parágrafo, a assertiva o prefácio seria um estraga-prazeres traduz o efeito imediato da causa indicada na assertiva os prefácios são textos inúteis.
II. No segundo parágrafo, o autor afirma que vai de encontro à tese defendida no primeiro porque pode ocorrer que um prefácio represente a parte melhor de um livro.
III. No terceiro parágrafo, o autor se vale de uma ocorrência real para demonstrar que o gênio in- ventivo de escritores iniciantes propicia prefácios igualmente criativos.

 Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
A
I
B
II
C
III
D
I e II
E
II e III
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O primeiro e o segundo parágrafos estabelecem entre si uma relação de
A
causa e efeito, uma vez que das convicções expressas no primeiro resultam, como consequência natural, as expostas no segundo.
B
de complementaridade, pois o que se afirma no segundo ajuda a compreender a mesma tese defendida e desenvolvida no primeiro.
C
inteira independência, pois o tema do primeiro não se espelha no segundo, já que o autor do texto quer apenas enumerar diferentes estilos.
D
contraposição, pois a perspectiva de valor adotada no primeiro é confrontada com outra que a relativiza e nega no segundo.
E
similitude, pois são ligeiras as variações do argumento central que ambos sustentam em relação à utilidade e à necessidade dos prefácios.
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A construção do sentido do trecho abaixo se apoia em um jogo de palavras que envolve os complementos verbais destacados.

“Seu principal efeito, argumentam, não é o de superar o círculo vicioso da pobreza, mas iniciar um círculo virtuoso dos direitos” (. 88-91) Nesses complementos, o núcleo (“círculo”) é idêntico, enquanto os adjuntos adnominais são diferentes.

Essa diferença sugere principalmente uma oposição entre sentidos caracterizados como:
A
negativo x positivo
B
abstrato x concreto
C
possível x utópico
D
coletivo x individual
E
passado x presente
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