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Texto 2
“Nós conhecemos você tanto quanto você nos conhece.
E não há nada melhor que isso: confiança.
O que nos move é você. Seu jeito de ser, o que valoriza.
Faz sentido pra você, faz sentido pra gente.
A gente veste a sua camisa”.
Esse texto está fixado na parede de uma loja de roupas
masculinas e funciona como um texto publicitário da loja.
 
Sobre a estruturação geral do texto 2, a afirmação INADEQUADA é:
A
os pronomes “Nós” e “você” (linha 1) se referem, respectivamente, à loja e ao cliente potencial;
B
na linha 2, o pronome “isso” deveria ser substituído por “isto”;
C
o vocábulo “confiança” mostra a referência do pronome “isso”;
D
a frase final do texto mostra ambiguidade intencional;
E
a expressão “a gente” equivale perfeitamente ao pronome “nós”.
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Texto 2
“Nós conhecemos você tanto quanto você nos conhece.
E não há nada melhor que isso: confiança.
O que nos move é você. Seu jeito de ser, o que valoriza.
Faz sentido pra você, faz sentido pra gente.
A gente veste a sua camisa”.
Esse texto está fixado na parede de uma loja de roupas
masculinas e funciona como um texto publicitário da loja.

 
A finalidade principal do texto 2 é:
A
indicar a sofisticação dos produtos da loja por meio de uma linguagem formal;
B
mostrar a preocupação da loja com o que o cliente veste;
C
demonstrar a informalidade no atendimento;
D
produzir proximidade social entre loja e cliente;
E
destacar o fácil acesso do cliente à loja.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
 
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.
“É uma avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés da inteligência criativa”.
Nesse segmento do texto 1, há a correta utilização da expressão “ao invés de”, que é muitas vezes confundida com “em vez de”.
A frase abaixo em que se deveria empregar “em vez de” em lugar de “ao invés de” é:
A
O pai decidiu matricular o filho numa escola pública ao invés de uma privada;
B
Não é de hoje que as escolas brasileiras preferem o retrocesso ao invés do progresso;
C
Muitos professores dão destaque à teoria ao invés de priorizar a prática;
D
Os livros didáticos utilizam imagens ao invés de textos;
E
As escolas utilizam processos de avaliação rápidos ao invés de processos mais lentos e mais eficientes.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
 
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular...”; esse segmento (texto 1) mostra uma forma de voz passiva - “são direcionados” - sem que haja menção do agente dessa ação.
O pensamento abaixo em que há uma forma de voz passiva com a indicação do agente é:
A
“A natureza só é comandada se é obedecida”;
B
“Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido”;
C
“O mundo será julgado pelas crianças. O espírito da infância julgará o mundo”;
D
“Existe alguma religião cujos fiéis possam ser apontados como nitidamente mais amáveis e dignos de confiança do que os de qualquer outra?”;
E
“A sabedoria não pode ser transmitida. A sabedoria que um sábio tenta transmitir soa mais como loucura”.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
 
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular, obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas...”;
 O gerúndio “obrigando” (texto 1) poderia ser adequadamente substituído pela seguinte forma desenvolvida:
A
e obrigam;
B
e para obrigar;
C
mesmo que obriguem;
D
quando obrigam;
E
à medida que obrigam.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.

 
Entre as ideias defendidas no texto 1, a única que NÃO está presente é:
A
a criatividade deve ser priorizada nos modelos pedagógicos;
B
as notas dadas às provas não visam aos interesses pessoais;
C
o ensino teórico é uma decorrência dos exames vestibulares;
D
os exames vestibulares não avaliam com critérios válidos;
E
alguns tópicos tradicionais do ensino são inúteis nos exames vestibulares.
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