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Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TRE-PI Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas
Texto Associado Texto Associado
1 A identificação das bases eleitorais de um candidato
é relevante na medida em que para elas se direciona a
maior parte da atividade desse candidato como político.
4 A importância atribuída às bases, no caso do Poder Executivo
estadual, decorre do fato de que a sua manutenção significa
maiores possibilidades de conquistar uma reeleição. A
7 verificação da concentração ou da dispersão geográfica da
votação no estado para o candidato eleito é importante para
identificar as localidades onde ele possui ou não força política.
10 Para o entendimento da concentração da votação em
determinado lugar, é necessário abordar a teoria do
contextualismo geográfico, segundo a qual o comportamento
13 dos eleitores é influenciado pelo ambiente sociogeográfico —
seja pelas redes de interação social existentes, seja pela
semelhança de experiências às quais os habitantes de uma
16 região estão submetidos. Segundo essa linha de pensamento, a
política não pode ser compreendida desconsiderando-se o
contexto no qual ocorre e as condições em que se encontram os
19 indivíduos. Em oposição a essa perspectiva está a teoria da
escolha racional, que considera o indivíduo o ator racional que
procura maximizar seus benefícios agindo de acordo com seu
22 interesse individual.
Assim, entende-se que os indivíduos são mais afetados
por questões próximas à sua realidade do que por questões
25 gerais como a ideologia, estando as pessoas com realidades
semelhantes — o que é mais comum quando vivem próximas
geograficamente — predispostas, no cenário eleitoral, a votar
28 também de modo semelhante. Em suma, deve-se atentar
para o fato de que a existência de referências comuns entre
os indivíduos pode interferir em sua ação política,
31 direcionando-a em um mesmo sentido. Esse compartilhamento
de referências pode advir tanto da interação social entre os
indivíduos quanto do pertencimento a determinado contexto
34 geográfico.

Jayane Maia. Geografia eleitoral e manutenção do poder: 
a importância das bases eleitorais para a reeleição do executivo estadual. In: 
Revista Paraná Eleitoral, v. 3, n.º 3, p. 407–436. Internet: <www.justicaeleitoral.jus.br> (com adaptações).
Ainda com relação aos aspectos linguísticos do texto Geografia eleitoral e manutenção do poder:..., assinale a opção correta. 
A
A formal verbal “ocorre” (L.18) foi empregada de forma impessoal no texto
B
A forma verbal “pode” (L.30) está flexionada no singular por concordar com “o fato” (L.29)
C
O trecho “tanto da interação social entre os indivíduos quanto do pertencimento a determinado contexto geográfico” (L. 32 a 34) exerce função de adjunto adverbial na oração em que ocorre
D
O trecho “a maior parte da atividade desse candidato como político” (L. 2 e 3) exerce a função de complemento da forma verbal “direciona” (L.2)
E
O termo “A importância atribuída às bases” (L.4) funciona como sujeito da forma verbal “decorre” (L.5)
Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TRE-PI Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas
Texto Associado Texto Associado
1 A identificação das bases eleitorais de um candidato
é relevante na medida em que para elas se direciona a
maior parte da atividade desse candidato como político.
4 A importância atribuída às bases, no caso do Poder Executivo
estadual, decorre do fato de que a sua manutenção significa
maiores possibilidades de conquistar uma reeleição. A
7 verificação da concentração ou da dispersão geográfica da
votação no estado para o candidato eleito é importante para
identificar as localidades onde ele possui ou não força política.
10 Para o entendimento da concentração da votação em
determinado lugar, é necessário abordar a teoria do
contextualismo geográfico, segundo a qual o comportamento
13 dos eleitores é influenciado pelo ambiente sociogeográfico —
seja pelas redes de interação social existentes, seja pela
semelhança de experiências às quais os habitantes de uma
16 região estão submetidos. Segundo essa linha de pensamento, a
política não pode ser compreendida desconsiderando-se o
contexto no qual ocorre e as condições em que se encontram os
19 indivíduos. Em oposição a essa perspectiva está a teoria da
escolha racional, que considera o indivíduo o ator racional que
procura maximizar seus benefícios agindo de acordo com seu
22 interesse individual.
Assim, entende-se que os indivíduos são mais afetados
por questões próximas à sua realidade do que por questões
25 gerais como a ideologia, estando as pessoas com realidades
semelhantes — o que é mais comum quando vivem próximas
geograficamente — predispostas, no cenário eleitoral, a votar
28 também de modo semelhante. Em suma, deve-se atentar
para o fato de que a existência de referências comuns entre
os indivíduos pode interferir em sua ação política,
31 direcionando-a em um mesmo sentido. Esse compartilhamento
de referências pode advir tanto da interação social entre os
indivíduos quanto do pertencimento a determinado contexto
34 geográfico.

Jayane Maia. Geografia eleitoral e manutenção do poder: 
a importância das bases eleitorais para a reeleição do executivo estadual. In: 
Revista Paraná Eleitoral, v. 3, n.º 3, p. 407–436. Internet: <www.justicaeleitoral.jus.br> (com adaptações).
Assinale a opção correta acerca dos aspectos linguísticos do texto Geografia eleitoral e manutenção do poder:....
A
O pronome “a”, em “direcionando-a” (L.31), retoma a expressão “a existência de referências comuns entre os indivíduos” (L. 29 e 30)
B
A substituição da expressão “na medida em que” (L.2) por uma vez que manteria o sentido e a correção gramatical do texto
C
A supressão da vírgula empregada logo após o substantivo “lugar” (L.11) preservaria a correção gramatical do período
D
Sem prejuízo do sentido original e da coerência do texto, a expressão “às quais” (L.15) poderia ser substituída por à que
E
A partícula “se”, em “deve-se” (L.28), classifica-se como pronome apassivador
Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: FUNPRESP-EXE Prova: Especialista - Tecnologia da Informação
Texto Associado Texto Associado
1 O meu antigo companheiro de pensão Amadeu Amaral
Júnior, um homem louro e fornido,
tinha costumes singulares que espantavam os outros hóspedes.
4 Amadeu Amaral Júnior vestia-se com sobriedade:
usava uma cueca preta e calçava medonhos tamancos barulhentos.
Alimentava-se mal, espichava-se na cama, roncava
7 o dia inteiro e passava as noites acordado, passeando, agitando o soalho,
o que provocava a indignação dos outros pensionistas.
Quando se cansava, sentava-se a uma grande
10 mesa ao fundo da sala e escrevia o resto da noite.
Leu um tratado de psicologia e trocou-o em miúdo, isto é,
reduziu-o a artigos, uns quarenta ou cinquenta, que projetou meter nas
13 revistas e nos jornais e com o produto vestir-se,
habitar uma casa diferente daquela e pagar ao barbeiro.
Mudamo-nos, separamo-nos, perdemo-nos de vista.
16 Creio que os artigos de psicologia não foram publicados,
pois há tempo li este anúncio num semanário: “Intelectual
desempregado. Amadeu Amaral Júnior, em estado de
19 desemprego, aceita esmolas, donativos, roupa velha,
pão dormido. Também aceita trabalho”.
O anúncio não produziu nenhum efeito.
22 Muita gente se espanta com o procedimento desse
amigo. Não sei por quê. Eu, por mim, acho que Amadeu
Amaral Júnior andou muito bem. Todos os jornalistas
25 necessitados deviam seguir o exemplo dele. O anúncio, pois
não. E, em duros casos, a propaganda oral, numa esquina, aos
gritos. Exatamente como quem vende pomada para calos.

Graciliano Ramos. Um amigo em talas. In: Linhas tortas. Rio de Janeiro: Record, 1983, p. 125 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto Um amigo em talas, julgue o item que se segue. 

Sem prejuízo para a correção gramatical do período, a expressão “por quê” (l.23) poderia ser substituída por o porquê
C
Certo
E
Errado
Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: FUNPRESP-EXE Prova: Especialista - Tecnologia da Informação
Texto Associado Texto Associado
1 O meu antigo companheiro de pensão Amadeu Amaral1 Júnior, um homem louro e fornido, tinha costumes singulares que espantavam os outros hóspedes.
4 Amadeu Amaral Júnior vestia-se com sobriedade: usava uma cueca preta e calçava medonhos tamancos barulhentos. Alimentava-se mal, espichava-se na cama, roncava
7 o dia inteiro e passava as noites acordado, passeando, agitando o soalho, o que provocava a indignação dos outros pensionistas. Quando se cansava, sentava-se a uma grande
10 mesa ao fundo da sala e escrevia o resto da noite. Leu um tratado de psicologia e trocou-o em miúdo, isto é, reduziu-o a artigos, uns quarenta ou cinquenta, que projetou meter nas
13 revistas e nos jornais e com o produto vestir-se, habitar uma casa diferente daquela e pagar ao barbeiro.
Mudamo-nos, separamo-nos, perdemo-nos de vista.
16 Creio que os artigos de psicologia não foram publicados,
pois há tempo li este anúncio num semanário: “Intelectual
desempregado. Amadeu Amaral Júnior, em estado de
19 desemprego, aceita esmolas, donativos, roupa velha,
pão dormido. Também aceita trabalho”. O anúncio não produziu nenhum efeito.
22 Muita gente se espanta com o procedimento desse
amigo. Não sei por quê. Eu, por mim, acho que Amadeu
Amaral Júnior andou muito bem. Todos os jornalistas
25 necessitados deviam seguir o exemplo dele. O anúncio, pois
não. E, em duros casos, a propaganda oral, numa esquina, aos
gritos. Exatamente como quem vende pomada para calos.

Graciliano Ramos. Um amigo em talas. In: Linhas tortas. Rio de Janeiro: Record, 1983, p. 125 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto Um amigo em talas, julgue o item que se segue. 

O sujeito da oração ‘também aceita trabalho’ (l.20) está elíptico e se refere a ‘Amadeu Amaral Júnior’ (R.18), o que justifica o emprego da forma verbal “aceita” na terceira pessoa do singular
C
Certo
E
Errado
Entre os termos destacados abaixo, aquele que exerce a função de complemento é: 
A
 áreas da cidade
B
campanhas de conscientização
C
cidades de médio porte
D
 cobrança de pedágio
E
número de vítimas
Ano: 2015 Banca: CESPE Órgão: TJDFT Prova: Analista Judiciário - Análise de Sistemas
Texto Associado Texto Associado
1 Os dados revelam realidade alarmante: conforme o
IPEA, 63% das pessoas envolvidas em conflito não aciona o
sistema de justiça; a prática de tortura é sistêmica, segundo as
4 Nações Unidas; o sistema carcerário, cuja população aumentou
67% nos últimos 10 anos, é medieval e dá em oferenda nossos
jovens (negros em sua maioria) à rede de facções criminosas.
7 A violência contra os segmentos mais vulneráveis (idosos,
crianças, negros, mulheres, deficientes, população indígena e
LGBT) ecoa na sociedade pelas vozes que incitam o ódio sob
10 o manto de pretensa imunidade.
 No cenário de exclusão e violência, é preciso
radicalizar a política de ampliação do acesso à justiça. Para
13 tanto, não basta a inclusão no sistema da maioria excluída. Há
consenso de que o acesso à justiça não se limita ao direito de
acessar o Judiciário. Para que a promoção da justiça seja tarefa
16 de todos, é necessário romper os limites das liturgias forenses
e levar a justiça onde o conflito está, ou seja, na vida, na casa
e na rua. Nesse sentido, a política de universalização do acesso
19 à justiça deve contemplar dois eixos de atuação: o de proteção
dos direitos violados (inclusive quando o órgão violador é o
próprio Estado) e o de prevenção da violência, por meio do
22 envolvimento da sociedade na formulação de uma política que
assegure direitos e promova a paz.
No primeiro eixo, é preciso coragem para a adoção de
25 políticas públicas no âmbito penal com franco apelo popular:
firmeza no combate à tortura e à violência policial,
reestruturação da política penitenciária e fortalecimento da
28 defensoria pública para assegurar a proteção dos direitos
humanos. Não é aceitável que o Brasil pretenda consolidar sua
democracia praticando um direito penal patrimonialista e
31 revanchista que olha para o passado, julga e pune, sob a
pretensão de que a privação da liberdade vai “reeducar” o
indivíduo a viver em sociedade. 
34 Os estatutos penais devem absorver as práticas
restaurativas que recuperam as relações afetadas pela violência.
São inúmeras as alternativas penais possíveis que, por sua
37 efetividade, afastam a impunidade: as prestações de serviços
comunitários; os círculos restaurativos nos moldes da
Resolução n.º 2.002/2012 da Organização das Nações Unidas;
40 a mediação de conflitos no âmbito penal, civil e familiar. No
eixo da prevenção da violência, a sociedade pode promover a
justiça comunitária antes da judicialização dos conflitos, por
43 meio da mediação, da educação para os direitos e da
articulação de uma rede de participação na gestão da
comunidade.
46 A política de acesso à justiça deve mobilizar todos os
segmentos sociais contra a violência que emerge no cotidiano,
dentro e fora do Estado. Para além das múltiplas portas que o
49 sistema de justiça deve abrir, é necessária a adoção de espaços
livres de coerção para a construção de uma justiça acessível,
mas, sobretudo, realizada por todos.

Glaúcia Falsarella Foley. Nova política de acesso à justiça é possível. In: Correio Braziliense, 22/12/2014 (com adaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, julgue os próximos itens.

A oração “radicalizar a política de ampliação do acesso à justiça” (R.12) e o termo “consenso” (R.14) exercem a mesma função sintática nos períodos em que ocorrem.
 
C
Certo
E
Errado
Texto Associado Texto Associado
1 Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora 
sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado 
para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou 
4 dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013. 
Tendo por base os valores de 1998, ano da 
privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB 
per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período
findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade 
de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares 
10 aumentou 3.114%. 
A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou 
móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da 
13 renda per capita no período, agravado pela carga tributária
incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para 
o desenvolvimento sustentável com inclusão social. 
16 No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em
2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de 
desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação 
19 (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando
que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que 
as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com 
22 inclusão social e com inserção no mundo globalizado.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de 
Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso 
25 aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas
32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que 
indica um volumoso aumento no período mencionado. 
28 No final do primeiro semestre de 2015, 41.310
localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da 
realização das metas do Plano Geral de Metas de 
31 Universalização; no final do primeiro semestre do ano
anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.
O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho 
do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15. 
Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, 
agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações)
Com relação às estruturas linguísticas do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue os seguintes itens. 
O enunciado “índice comumente utilizado para medir a desigualdade de distribuição de renda” (R. 2 e 3) tem função adjetiva, pois confere uma qualidade ao antecedente “coeficiente de Gini” (R.2), à semelhança do que ocorre, no segundo parágrafo, com “ano da privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil” (R. 5 e 6) em relação a “1998” (R.5). 
C
Certo
E
Errado
Texto Associado Texto Associado
1 Desde 1990, no Brasil, tem havido uma melhora 
sistemática do coeficiente de Gini, índice comumente utilizado 
para medir a desigualdade de distribuição de renda: melhorou 
4 dos 0,603 de 1993 para os 0,501 de 2013. 
Tendo por base os valores de 1998, ano da 
privatização dos serviços de telecomunicações do Brasil, o PIB 
per capita do brasileiro aumentou apenas 35,0% no período
findo em 2014, ao passo que, no mesmo período, a densidade 
de telefones fixos aumentou 84,5% e a de telefones celulares 
10 aumentou 3.114%. 
A penetração dos serviços de telefonia — fixa ou 
móvel — só não foi maior devido ao irrisório crescimento da 
13 renda per capita no período, agravado pela carga tributária
incidente sobre serviços de telecomunicações, essenciais para 
o desenvolvimento sustentável com inclusão social. 
16 No cenário mundial, o Brasil passou do 54.º lugar, em
2002, para o 65.º lugar, em 2013, segundo o índice de 
desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação 
19 (TIC), da União Internacional de Telecomunicações, indicando
que o país está defasado no aproveitamento dos benefícios que 
as TIC propiciam para o desenvolvimento sustentável com 
22 inclusão social e com inserção no mundo globalizado.
Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de 
Domicílios (PNAD) 2013, 92,5% dos domicílios tinham acesso 
25 aos serviços telefônicos — fixos ou móveis. Em 1998, apenas
32% dos domicílios tinham acesso a esses serviços, o que 
indica um volumoso aumento no período mencionado. 
28 No final do primeiro semestre de 2015, 41.310
localidades eram servidas pela telefonia fixa, em função da 
realização das metas do Plano Geral de Metas de 
31 Universalização; no final do primeiro semestre do ano
anterior, eram 40.907 localidades e, em 1992, eram 16.950.
O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações. In: O desempenho 
do setor de telecomunicações no Brasil. Séries temporais 1S15. 
Elaborado pela Telebrasil em parceria com o Teleco. Rio de Janeiro, 
agosto de 2015, p. 7-9. Internet: <www.telebrasil.org.br > (com adaptações)
Com relação às estruturas linguísticas do texto O ambiente socioeconômico do setor de telecomunicações, julgue os seguintes itens.

 
Na linha 13, a flexão do termo “agravado” na forma feminina faria que esse termo passasse a concordar com “renda per capita”, sem que isso resultasse em prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos do texto. 
C
Certo
E
Errado
Texto Associado Texto Associado
1 A reestruturação do setor de telecomunicações no
Brasil veio acompanhada da privatização do Sistema
TELEBRAS — operado pela Telecomunicações Brasileiras
4 S.A. (TELEBRAS) —, monopólio estatal verticalmente
integrado e organizado em diversas subsidiárias, que prestava
serviços por meio de uma rede de telecomunicações
7 interligada, em todo o território nacional.
A ideia básica do novo modelo era a de adequar o
setor de telecomunicações ao novo contexto de globalização
10 econômica, de evolução tecnológica setorial, de novas
exigências de diversificação e modernização das redes e dos
serviços, além de permitir a universalização da prestação de
13 serviços básicos, tendo em vista a elevada demanda reprimida
no país.
A privatização, ao contrário do que ocorreu em
16 diversos países em desenvolvimento e mesmo em outros
setores de infraestrutura do Brasil, foi precedida da montagem
de detalhado modelo institucional, dentro do qual se destaca a
19 criação de uma agência reguladora independente e autônoma,
a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). Além
disso, a reestruturação do setor de telecomunicações brasileiro
22 foi precedida de reformas setoriais em vários outros países, o
que trouxe a possibilidade de aprendizado com as experiências
anteriores.

José Claudio Linhares Pires. A reestruturação do setor de telecomunicações no Brasil. 
Internet: <www.bndespar.com.br> (com adaptações).
No que se refere às estruturas linguísticas e às ideias do texto A reestruturação do setor de telecomunicações no Brasil, julgue os itens seguintes.

A correção gramatical e os sentidos originais do texto seriam preservados se, no primeiro parágrafo, todas as vírgulas fossem eliminadas e a forma verbal “prestava” (R.5) fosse substituída por prestavam.



 
C
Certo
E
Errado
Texto Associado Texto Associado
1 A reestruturação do setor de telecomunicações no
Brasil veio acompanhada da privatização do Sistema
TELEBRAS — operado pela Telecomunicações Brasileiras
4 S.A. (TELEBRAS) —, monopólio estatal verticalmente
integrado e organizado em diversas subsidiárias, que prestava
serviços por meio de uma rede de telecomunicações
7 interligada, em todo o território nacional.
A ideia básica do novo modelo era a de adequar o
setor de telecomunicações ao novo contexto de globalização
10 econômica, de evolução tecnológica setorial, de novas
exigências de diversificação e modernização das redes e dos
serviços, além de permitir a universalização da prestação de
13 serviços básicos, tendo em vista a elevada demanda reprimida
no país.
A privatização, ao contrário do que ocorreu em
16 diversos países em desenvolvimento e mesmo em outros
setores de infraestrutura do Brasil, foi precedida da montagem
de detalhado modelo institucional, dentro do qual se destaca a
19 criação de uma agência reguladora independente e autônoma,
a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). Além
disso, a reestruturação do setor de telecomunicações brasileiro
22 foi precedida de reformas setoriais em vários outros países, o
que trouxe a possibilidade de aprendizado com as experiências
anteriores.

José Claudio Linhares Pires. A reestruturação do setor de telecomunicações no Brasil. 
Internet: <www.bndespar.com.br> (com adaptações).
No que se refere às estruturas linguísticas e às ideias do texto A reestruturação do setor de telecomunicações no Brasil, julgue os itens seguintes.

O trecho “monopólio estatal verticalmente integrado e organizado em diversas subsidiárias” (R. 4 e 5) funciona, sintaticamente, como expressão explicativa em relação a “Sistema TELEBRAS” (R. 2 e 3).


 
C
Certo
E
Errado
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