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Considere uma aplicação de telefonia a 1Mbps e uma aplicação FTP compartilhando um enlace de 1.5 Mbps. Esta aplicação está sujeita às seguintes restrições:

1. Rajadas de tráfego FTP podem congestionar o roteador e fazer com que pacotes de áudio sejam perdidos. Deseja-se dar prioridade ao áudio sobre o FTP.   
2. Pode acontecer áudio enviando pacotes em uma taxa superior a 1Mbps e isso deve ser coibido.    
3. Deve-se alocar uma porção da taxa de transmissão a cada fluxo de aplicação. Pode-se produzir um uso ineficiente da banda se um dos fluxos não usa toda a sua alocação e isso deve ser evitado.   
4. Não deve ser aceito tráfego além da capacidade do enlace.

Para permitir que as 4 restrições acima sejam respeitadas na aplicação, as seguintes técnicas ou princípios associados à QoS devem ser:

a. Aplicar um processo de controle de admissão de chamada; assim, a aplicação declara a necessidade do seu fluxo e a rede pode bloquear a chamada se a necessidade não puder ser satisfeita.   
b. Fornecer proteção (isolação) para uma classe em relação às demais. Exige mecanismos de policiamento para assegurar que as fontes aderem aos seus requisitos de banda passante. Marcação e policiamento precisam ser feitos nas bordas da rede.   
c. Fazer a marcação dos pacotes para permitir ao roteador distinguir entre diferentes classes de fluxos, assim como novas regras de roteamento permitem tratar os pacotes de forma diferenciada.   
d. Realizar a otimização de recursos, pois, embora se forneça isolação, é necessário usá-los da forma mais eficiente possível.

As soluções para as restrições de 1 a 4 são corretamente apresentadas em
A
Imagem da Opção A
B
Imagem da Opção B
C
Imagem da Opção C
D
Imagem da Opção D
E
Imagem da Opção E
Nos sistemas de transmissão de Voz sobre IP, em que a demanda por banda é crítica, torna-se necessário utilizar algoritmos de compressão do sinal de voz. Para que se tenha uma boa qualidade da voz são necessários mecanismos para o controle dessa qualidade (QoS). Os principais problemas são: atraso fim-a-fim, variação do atraso e perdas e erros em pacotes.  As redes de VoIP usam alguns pilares básicos para conservar a largura de banda e melhorar a prioridade, dentre eles estão:
  • ( I ) são as irregularidades de intervalos de tempos entre a chegada da voz, ou seja, é a variação no intervalo entre as chegadas de pacotes introduzidos pelo comportamento aleatório na rede. Para evitar esses efeitos, o equipamento deve segurar os pacotes que chegam por um tempo especificado, dando tempo subsequente dos pacotes chegarem e ainda caberem em uma compressão natural da voz. 
  • Voice Compression: o payload é a área de dados do frame onde a informação de voz codificada é colocada. Importante notar o efeito provocado pelo ajuste do tamanho do payload nos frames IP usados para VoIP. Quanto ( II ), menor será o consumo de banda em uma chamada VoIP, porém maior será o delay para transmitir cada frame desta chamada. Os ( III ), que fazem a compressão e a descompressão, permitem que a rede de switching de pacote seja carregada mais eficazmente. 
As lacunas I, II e III são preenchidas correta e respectivamente por 
A
Delay - menor o payload - codecs
B
Timestamp - maior o frame - gateways
C
Multicasting - menor o frame - gateways
D
Jitter - maior o payload - codecs
E
Unicasting - maior a taxa - roteadores
Ano: 2010 Banca: CESPE Órgão: MPU Prova: Analista do MPU - Analista de Informática - Suporte
Texto Associado Texto Associado
Acerca de redes locais virtuais, qualidade de serviço (QoS) e priorização de pacotes, julgue os itens a seguir.
Em um ambiente compartilhado de rede, a QoS está relacionada à reserva de recursos, que deve ser feita para uma classe de fluxo e não para fluxos individuais.
C
Certo
E
Errado
Texto Associado Texto Associado
Com base em MPLS (MultiProtocol Label Switching) e QoS (Quality of Service), julgue os itens que se seguem.
Quando se utiliza QoS para o tráfego de aplicações, é possível limitar a velocidade do tráfego de dados na rede, o que permite que determinadas aplicações tenham prioridade e maior velocidade quando seus dados passarem pela rede. Esse tipo de controle é suportado pelos algoritmos leaky bucket e token bucket.
C
Certo
E
Errado
São algoritmos conhecidos e pertinentes ao assunto específico de QoS:
A
token bucket e blowfish.
B
rijndael e serpent.
C
blowfish e twofish.
D
balde furado e token bucket.
E
serpent e balde furado.
No âmbito da QoS, são requisitos para o tráfego NÃO elástico:
A
vazão e perda de pacotes, apenas.
B
atraso e variação no atraso, apenas.
C
vazão e atraso, apenas.
D
vazão, perda de pacotes e atraso, apenas.
E
vazão, perda de pacotes, atraso e variação no atraso.
Na QoS, é um parâmetro importante (SLA) para as aplicações executadas em rede cuja operação adequada depende, de alguma forma, da garantia de que os pacotes de informação devem ser processados em períodos de tempo bem definidos (trata da variação no tempo e na sequência de entrega das informações), como é o caso de VoIP.

Trata-se de
A
latência.
B
vazão.
C
disponibilidade.
D
jitter.
E
router.
As aplicações solicitam sua necessidade de QoS à rede por meio do protocolo de sinalização
A
SNMP.
B
RSVP.
C
DHCP. 
D
HDLC. 
E
POP3.
Considere:

I. Domínio.
II. Confiabilidade.
III. Retardo.  
IV. Multiplexação.  
V. Flutuação.  
VI. Largura de Banda.

Dos parâmetros apresentados, definem a QoS SOMENTE o que consta em 
A
I, II e IV.
B
II, III e IV.
C
III, IV e V.
D
II, III, V e VI.
E
I, II, III, V e VI. 
Com uso de QoS os pacotes são marcados para distinguir os tipos de serviços e os roteadores são configurados para criar filas distintas para cada aplicação de acordo com as prioridades das mesmas. Assim, uma faixa da largura de banda, dentro do canal de comunicação é reservada para que, no caso de congestionamento, determinados tipos de fluxos de dados ou aplicações tenham prioridade na entrega. Existem dois modelos de implementação de QoS: serviços integrados e serviços
A
restritos.
B
reservados.
C
ativos.
D
externos.
E
diferenciados.
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