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É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas é quase o dobro do número de ligações por telefone fixo e celular, segundo dados da Fundação Telefónica.

A ligação telefônica tornou-se uma presença intrusiva e incômoda, mas por quê? “Uma das razões é que, quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.

Perder tempo em um telefonema é uma perspectiva assustadora. No entanto, segundo um relatório mundial da Deloitte, consultamos nossas telas, em média, mais de 40 vezes ao dia.
(Adaptado de: LÓPEZ, Silvia. O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?. El País – Brasil. 01.06.2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com)
As expressões segundo dados da Fundação Telefónica e segundo um relatório mundial da Deloitte, no 1° e no 3° parágrafo, respectivamente, servem ao propósito de
A
indicar as fontes das informações e, com isso, dar maior credibilidade ao texto.
B
explicitar os autores das informações e permitir que se conteste sua veracidade.
C
destacar o aspecto negativo das informações e, assim, tornar o texto mais apelativo.
D
imprimir maior subjetividade às informações e aproximar o texto de um relato pessoal.
E
especificar as informações e mostrar que a autora é a única responsável por sua exatidão.
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É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas é quase o dobro do número de ligações por telefone fixo e celular, segundo dados da Fundação Telefónica.

A ligação telefônica tornou-se uma presença intrusiva e incômoda, mas por quê? “Uma das razões é que, quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.

Perder tempo em um telefonema é uma perspectiva assustadora. No entanto, segundo um relatório mundial da Deloitte, consultamos nossas telas, em média, mais de 40 vezes ao dia.
(Adaptado de: LÓPEZ, Silvia. O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?. El País – Brasil. 01.06.2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com)
No entanto, segundo um relatório mundial da Deloitte... (3° parágrafo)
O elemento sublinhado acima enfatiza a seguinte conclusão, proposta pela autora
A
Ainda se perde demasiado tempo em ligações telefônicas, tendo em vista que se consultam as telas dos celulares muitas vezes ao longo do dia.
B
Chega a ser contraditório o comportamento das pessoas que não querem perder tempo com telefonemas mas consultam frequentemente o celular.
C
É preciso reduzir o tempo gasto com ligações telefônicas e trocas de mensagens, porque a comunicação a distância não é tão eficaz quanto a presencial.
D
Substituir o uso de aplicativos de mensagens instantâneas pelo telefonema é o modo mais garantido de voltar a ter diálogos consistentes e produtivos.
E
Mesmo com a redução do número de ligações telefônicas, ainda não se encontrou um outro meio de comunicação para substituí-la no dia a dia.
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É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas é quase o dobro do número de ligações por telefone fixo e celular, segundo dados da Fundação Telefónica.

A ligação telefônica tornou-se uma presença intrusiva e incômoda, mas por quê? “Uma das razões é que, quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.

Perder tempo em um telefonema é uma perspectiva assustadora. No entanto, segundo um relatório mundial da Deloitte, consultamos nossas telas, em média, mais de 40 vezes ao dia.
(Adaptado de: LÓPEZ, Silvia. O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?. El País – Brasil. 01.06.2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com)
Um dos motivos de os telefonemas serem vistos como incômodos, de acordo com o texto, relaciona-se ao fato de
A
requererem uma tecnologia em desuso.
B
demandarem domínio de extenso vocabulário.
C
serem propícios a desentendimentos.
D
exigirem uma resposta imediata.
E
ocorrerem em contextos de interação formal.
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É uma tendência mais presente entre os mais jovens, mas comum em todas as faixas etárias: só na Espanha, o uso diário de aplicativos de mensagens instantâneas é quase o dobro do número de ligações por telefone fixo e celular, segundo dados da Fundação Telefónica.

A ligação telefônica tornou-se uma presença intrusiva e incômoda, mas por quê? “Uma das razões é que, quando recebemos uma ligação, ela interrompe algo que estávamos fazendo, ou simplesmente não temos vontade de falar nesse momento”, explica a psicóloga Cristina Pérez.

Perder tempo em um telefonema é uma perspectiva assustadora. No entanto, segundo um relatório mundial da Deloitte, consultamos nossas telas, em média, mais de 40 vezes ao dia.
(Adaptado de: LÓPEZ, Silvia. O último paradoxo da vida moderna: por que ficamos presos ao celular, mas odiamos falar por telefone?. El País – Brasil. 01.06.2019. Disponível em: https://brasil.elpais.com) 
Um dos motivos de os telefonemas serem vistos como incômodos, de acordo com o texto, relaciona-se ao fato de
A
requererem uma tecnologia em desuso.
B
demandarem domínio de extenso vocabulário.
C
serem propícios a desentendimentos.
D
exigirem uma resposta imediata.
E
ocorrerem em contextos de interação formal.
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 A partir da leitura do texto sob análise, NÃO é possível afirmar que:
A
os resultados da pesquisa comprovaram que os seres humanos são melhores em reconhecer que em lembrar
B
o reconhecimento de um rosto é uma tarefa mais fácil para a memória humana que a recordação de um nome.
C
segundo a pesquisa, a memória humana tem mais dificuldade em reconhecer um rosto porque isso demanda a recuperação de detalhes mais específicos.
D
se colocados no mesmo nível de memória, é comprovável que um ser humano reconhece mais os nomes que os rostos das pessoas.
E
o teste realizado confirmou que a impressão de que o ser humano é melhor em reconhecer rostos que nomes é um mito.
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Para Tim Berners-Lee,
A
agora as pessoas não se comunicam devido ao excesso de informação. 
B
agora as pessoas se comunicam devido ao excesso de informação
C
antes as pessoas não se comunicavam mesmo com o excesso de informação.
D
antes as pessoas se comunicavam mesmo com o excesso de informação
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Sobre a organização dos parágrafos do texto:
A
 o primeiro constrói-se a partir de uma introdução em que são sintetizadas as ideias a serem desenvolvidas no texto.
B
o terceiro constrói-se a partir do desenvolvimento de dados anteriormente apresentados sobre a temática.
C
o sétimo e o oitavo constroem-se a partir de resposta à pergunta retórica inserida no parágrafo inicial.
D
o quarto e o quinto constroem-se a partir de informações novas dissociadas da discussão desenvolvida no parágrafo anterior
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 De acordo com o texto
A
há pessoas que não têm acesso a informações divulgadas na internet, pois não usam WhatsApp.
B
o uso de imagens na internet deve ser restrito, a fim de evitar o fanatismo político e religioso. 
C
a alternativa para preservar informações dos usuários da internet é guardá -las no fundo do mar.
D
há pessoas que estão saindo das redes sociais, buscando espaços alternativos de convivência.
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O propósito comunicativo dominante no texto é
A
discutir a necessidade de se pensar uma relação de menos submissão do usuário às tecnologias.
B
apresentar uma proposta de reforma para a internet que garanta segurança a seus usuários.
C
criticar o acesso ilegal de hackers a informações e dados pessoais dos usuários das tecnologias
D
esclarecer sobre o importante papel dos usuários da internet na garantia da segurança nacional.
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Quanto ao gênero discursivo, o texto se configura como
A
um artigo opinativo, cujo objeto de reflexão é o impacto das tecnologias digitais na organização da sociedade. 
B
um artigo informativo, cujo objeto de análise é o processo de expansão das tecnologias digitais no século XX. 
C
uma reportagem, cujo objeto de análise é o impacto do elevado consumo de energia gerado pelos smartphones.
D
uma crônica, cujo objeto de reflexão é o processo de expansão das tecnologias digitais no cotidiano dos internautas.
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