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Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TRE-PI Prova: Analista Judiciário - Análise de Sistemas
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1 Na entrada do terceiro milênio, o ingresso das
brasileiras na política institucional ainda é tímido. Porém, esse
é um quadro que já se mostrou menos animador. Da
4 promulgação da primeira Constituição Republicana, em 1891
— na qual as mulheres não foram incluídas como cidadãs —,
às eleições de Roseana Sarney como primeira governadora de
7 um estado e de Benedita da Silva como primeira senadora e
primeira governadora negra — ambas na década de 90 do
século passado —, foi um longo percurso.
10 Apesar de as mulheres possuírem, atualmente, níveis
de escolaridade superiores aos dos homens e de estarem cada
vez mais presentes no mercado de trabalho, em nenhum âmbito
13 da vida social a participação de mulheres e homens é tão
desigual quanto no exercício do poder.
Seja em cargos eletivos, seja em postos de direção nos
16 órgãos executivos ou no sistema judiciário, o poder ainda é
predominantemente ocupado por homens. Somente em 2000
uma juíza — Ellen Gracie Northfleet — alcançou o topo da
19 hierarquia do Supremo Tribunal Federal (STF). No Brasil,
apesar da expressiva atuação das mulheres em movimentos
sociais — associações, sindicatos, entidades —, observa-se que
22 essa capacidade de engajamento não corresponde à pequena
presença feminina nas instâncias decisórias.
Não obstante tenha sido um dos primeiros países da
25 América Latina a conceder o sufrágio universal, o Brasil está
entre as nações que apresentam a mais baixa representação
política feminina no Ocidente. Entretanto, esse é um cenário
28 que se repete em diversas nações tidas como desenvolvidas e
com maior tradição democrática, como é o caso da França.
Convém registrar, também, as interrupções na trajetória
31 democrática do país por regimes ditatoriais, as quais
impediram o livre gozo de direitos políticos pelos cidadãos e
impactaram diretamente a participação das mulheres nos
34 poderes constituídos.
A participação política das mulheres no Brasil: Uma breve história. In: A mulher e o Poder Legislativo no estado do Rio de Janeiro: 
lugares, perfis e experiências municipais. Rio de Janeiro: Ed. CEDIM RJ. Internet: <www.educacaopublica.rj.gov.br> (com adaptações).
Cada uma das opções a seguir apresenta um trecho do texto A participação política das mulheres no Brasil:... — indicado entre aspas —, seguido de uma proposta de reescrita desse mesmo trecho. Assinale a opção em que a reescrita, além de manter o sentido da informação originalmente apresentada, também preserva a correção gramatical do texto.
A
“Convém registrar, também, as interrupções na trajetória democrática do país por regimes ditatoriais” (L. 30 e 31): Convém registrarem as interrupções na trajetória democrática do país por regimes ditatoriais 
B
“Na entrada do terceiro milênio, o ingresso das brasileiras na política institucional ainda é tímido” (L. 1 e 2): Na entrada do terceiro milênio, as mulheres no Brasil ainda têm receio de ingressar na política institucional 
C
“Porém, esse é um quadro que já se mostrou menos animador” (L. 2 e 3): Esse quadro no entanto, já foi menos animador 
D
“Seja em cargos eletivos, seja em postos de direção nos órgãos executivos ou no sistema judiciário” (L. 15 e 16): Seja em cargos eletivos, em postos de direção, nos órgãos executivos ou no sistema judiciário 
E
“o Brasil está entre as nações que apresentam a mais baixa representação política feminina no Ocidente” (L. 25 a 27): o Brasil é uma das nações cuja representação política feminina é uma das mais baixas no Ocidente
Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TRE-PI Prova: Analista Judiciário - Análise de Sistemas
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1 A discussão sobre a participação dos analfabetos na
vida política nacional remonta aos tempos do Brasil colônia e
se mantém durante a formação da sociedade brasileira e os
4 processos de reconhecimento de direitos e de visibilidade
social das diferentes parcelas sociais anteriormente excluídas
do processo democrático.
7 Durante o período colonial, os analfabetos tinham
direito ao voto, ainda que mitigado e suprimido, por meio do
processo chamado voto “cochichado”. Nesse caso, as intenções
10 de voto de um analfabeto eram ouvidas por terceiros letrados.
Ainda que restringidos em algumas oportunidades, entre os
séculos XVI e XIX, os analfabetos exerciam de alguma
13 maneira o direito ao voto. Contudo, foi somente ao final do
Império que esse direito foi totalmente retirado dos brasileiros
analfabetos por meio do Decreto n.º 3.029/1881, a chamada Lei
16 Saraiva, que instituiu um censo literário nos termos propostos
por Rui Barbosa à época.
Desde então, durante cento e quatro anos, os
19 analfabetos tiveram limitações drásticas ao direito de
participação política pelo exercício do direito ao voto no país.
Essa situação foi alterada apenas com a Emenda Constitucional
22 n.º 25/1985, que concedeu, embora em caráter facultativo, o
direito de voto ao analfabeto. Durante todo o referido período,
por diversas vezes o tema voltou à pauta das definições
25 políticas nacionais, sem, contudo, obter sucesso na efetivação
de tal direito básico de cidadania.
Por sua vez, a elegibilidade, que constitui o direito de
28 ser votado, em nenhuma oportunidade foi reconhecida aos
analfabetos na história breve de nosso país. Pelo contrário,
pouco se discute e pouco se discutiu sobre tal direito, e,
31 reiteradamente, o tema vem sendo esquecido no processo de
consumação de uma cidadania plena, com acesso a todos os
direitos de participação política.
Guilherme de Abreu e Silva. Elegibilidade dos analfabetos: por uma reconfiguração à luz da plenitude da cidadania. In: 
Revista Paraná Eleitoral, v. 3, n.º 2, p. 39-66. Internet: <www.justicaeleitoral.jus.br> (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação a aspectos linguísticos do texto Elegibilidade dos analfabetos:....
A
No trecho “o direito de voto ao analfabeto” (L. 22 e 23), a substituição da preposição “de” por ao manteria a correção, mas acarretaria ambiguidade a esse trecho
B
O sentido original e a correção do texto seriam mantidos caso a expressão “Por sua vez” (L.27) fosse substituída por De forma análoga
C
O termo “reiteradamente” (R.31) modifica as formas verbais das orações “pouco se discute e pouco se discutiu sobre tal direito” (L.30)
D
A expressão “sobre a” (L.1) poderia ser substituída, mantendo-se a correção e o sentido do texto, por a cerca da
E
Caso a conjunção “Contudo” (L.13) fosse substituída por Porquanto, a correção e o sentido original do texto seriam preservados
Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TRE-PI Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas
Texto Associado Texto Associado
1 A característica fundamental do Estado democrático
de direito é a presença do povo nos atos de decisão do governo,
que vai além da simples formação das instituições
4 democráticas. No Estado democrático, os próprios indivíduos
é que fazem a vontade do Estado. Esse pressuposto é
assegurado pelo reconhecimento dos direitos de participação
7 popular nas decisões estatais, como, por exemplo, o direito de
votar e de participar de partidos políticos e o direito à liberdade
de expressão do pensamento, de reunião, de informação.
10 O status de cidadão surgiu a partir do reconhecimento
dos primeiros direitos fundamentais, identificados com a defesa
da liberdade e da propriedade, e dos direitos de participação
13 política, que traduziam uma igualdade meramente formal. O
Estado liberal, identificado com os interesses da burguesia do
século XVIII, passou a identificar como cidadãos apenas os
16 detentores de direitos políticos, ou seja, os que podiam votar e
ser votados.
Mais recentemente, a ideia de cidadania passou a ser
19 formulada em sentido mais amplo: cidadão é o indivíduo
consciente de que pertence à sociedade estatal e de que é titular
dos direitos fundamentais, assim como consciente de que tem
22 o dever de respeitar a dignidade do outro e de contribuir para
a sociedade.
Com essa nova concepção, o elemento central da
25 cidadania deixou de ser o direito ao voto e passou a ser a
organização da sociedade civil e sua atuação nos diversos
espaços públicos, seja intervindo nas decisões do governo, seja
28 controlando a atividade dos representantes.
Alessio Medeiros Cavalcanti. Ativismo judicial e artigo 41-A: Instrumentos de eficácia do princípio participativo. In: Revista Eleitoral TRE/RN, v. 27, 2013. Internet: <http://apps.tre-rn.jus.br> (com adaptações).
A correção gramatical e o sentido original do texto Ativismo judicial e artigo 41-A:... seriam preservados caso se substituísse
A
“detentores” (L.16) por pertencentes
B
“Mais recentemente” (L.18) por Atualmente
C
“formulada” (L.19) por tratada
D
“intervindo” (L.27) por influenciando
E
“assegurado” (L.6) por ratificado
Ano: 2016 Banca: CESPE Órgão: TRE-PI Prova: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas
Texto Associado Texto Associado
1 A Lei n.º 9.504/1997, denominada Lei das Eleições,
disciplina as despesas das campanhas eleitorais que serão
realizadas sob a responsabilidade dos partidos ou de seus
4 candidatos e financiadas na forma da lei. A Lei das Eleições
prevê também que lei específica deve ser editada até o dia 10
de junho de cada ano eleitoral, dispondo sobre o limite dos
7 gastos de campanha para os cargos em disputa.7
Na ausência dessa lei específica (o que ordinariamente
acontece), cabe a cada partido político fixar o limite de gastos,
10 comunicando-o à justiça eleitoral, que dará ampla publicidade10
a essas informações. A Lei n.º 9.504/1997 disciplina, ainda,
que, quando do pedido de registro de seus candidatos, os
13 partidos políticos e as coligações devem comunicar aos13
respectivos tribunais eleitorais os valores máximos de gastos
que farão por cada cargo eletivo em cada eleição a que
16 concorrerem.
Além disso, é obrigatório para o partido e para os
candidatos abrir conta bancária específica, na qual deverá ser
19 registrado todo o movimento financeiro da campanha, salvo
nos casos de candidatura para prefeito e vereador em
municípios onde não haja agência bancária, bem como nos
22 casos de candidatura para vereador em municípios com menos
de vinte mil eleitores. Os candidatos e os comitês financeiros
também estão obrigados a se inscrever no Cadastro Nacional
25 da Pessoa Jurídica. Após tais procedimentos, estão autorizados
a promover a arrecadação de recursos financeiros e a realizar
as despesas necessárias à campanha eleitoral.
A correção gramatical e o sentido original do texto Incidência do ITCD sobre doações a candidatos seriam mantidos caso se substituísse
A
“onde” (L.21) por que
B
“bem” (L.21) por assim
C
“ordinariamente” (L.8) por cotidianamente
D
“a cada” (L.9) por à cada
E
“aos” (L.13) por os
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Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.
(Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre e Maria Bernadete M. Abaurre)
“Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito”; a oração “Sem pedir licença” pode ser adequadamente substituída pela seguinte oração desenvolvida: 
A
Sem que pedisse licença
B
Sem o pedido de licença
C
Sem que peça licença
D
Sem a petição de licença
E
Sem que havia pedido licença
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Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.
(Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre e Maria Bernadete M. Abaurre)
“Por favor, ajude-me. Sou cego”; reescrevendo as duas frases em uma só, de forma correta e respeitando-se o sentido original, a estrutura adequada é: 
A
Embora seja cego, por favor, ajude-me
B
Me ajude, por favor, pois sou cego
C
Ajude-me já que sou cego, por favor
D
Por favor, ainda que seja cego, ajude-me
E
Ajude-me, por favor, contanto que sou cego
A frase abaixo em que a substituição de uma oração reduzida por uma desenvolvida equivalente é inadequada é: 
A
“Sou como uma planta do deserto. Uma única gota de orvalho é suficiente para me alimentar”. (Leonel Brizola) / para que eu me alimente
B
“Você nunca realmente perde até parar de tentar”. (Mike Ditka) / até que pare de tentar
C
“Uma rua sem saída é apenas um bom lugar para se dar a volta”. (Naomi Judd) / para que se dê a volta
D
“Amor é um truque sujo que nos impuseram para obter a continuidade de nossa espécie”. (Somerset Maugham) / para que se obtivesse a continuidade de nossa espécie
E
“O amor é a asa que Deus deu ao homem para voar até Ele”. (Roger Luján) / para que voe até Ele
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: Análise de Sistemas - Desenvolvimento de Sistemas
Texto Associado Texto Associado
Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.
(Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre e Maria Bernadete M. Abaurre)
“Por favor, ajude-me. Sou cego”; reescrevendo as duas frases em uma só, de forma correta e respeitando-se o sentido original, a estrutura adequada é: 
A
Embora seja cego, por favor, ajude-me
B
Me ajude, por favor, pois sou cego
C
Ajude-me já que sou cego, por favor
D
Por favor, ainda que seja cego, ajude-me
E
Ajude-me, por favor, contanto que sou cego
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: Análise de Sistemas - Desenvolvimento de Sistemas
A frase abaixo em que a substituição de uma oração reduzida por uma desenvolvida equivalente é inadequada é: 
A
“Sou como uma planta do deserto. Uma única gota de orvalho é suficiente para me alimentar”. (Leonel Brizola) / para que eu me alimente
B
“Você nunca realmente perde até parar de tentar”. (Mike Ditka) / até que pare de tentar
C
“Uma rua sem saída é apenas um bom lugar para se dar a volta”. (Naomi Judd) / para que se dê a volta
D
“Amor é um truque sujo que nos impuseram para obter a continuidade de nossa espécie”. (Somerset Maugham) / para que se obtivesse a continuidade de nossa espécie
E
“O amor é a asa que Deus deu ao homem para voar até Ele”. (Roger Luján) / para que voe até Ele
Ano: 2016 Banca: FGV Órgão: IBGE Prova: Análise de Sistemas - Suporte Operacional
Texto Associado Texto Associado
Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava: “Por favor, ajude-me. Sou cego”. Um publicitário da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo querendo saber o que ele havia escrito. O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o conceito original, mas com outras palavras”. E, sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e eu não posso vê-la”.

(Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre e Maria Bernadete M. Abaurre)
“Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito”; a oração “Sem pedir licença” pode ser adequadamente substituída pela seguinte oração desenvolvida: 
A
Sem que pedisse licença
B
Sem o pedido de licença
C
Sem que peça licença
D
Sem a petição de licença
E
Sem que havia pedido licença
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