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A versão 7 do JBoss Application Server, JBoss AS 7, trouxe o modo de trabalho Domain Mode, que permite iniciar várias instâncias e também oferece uma maneira centralizada de gerenciamento dos recursos facilitando a administração das instâncias JBoss.

Para iniciar o JBoss AS 7 no Domain Mode deve-se executar, de acordo com o sistema operacional, o script (que geralmente encontra-se na pasta JBOSS_HOME/bin) I.

O Domain Mode pode ser visto como uma unidade de instâncias que compartilham recursos e configurações e são administradas por um processo chamado II.

A lacuna I, que se refere ao script e a lacuna II, que se refere ao processo, são, respectivamente:
A
/domain.lnx no Linux ou /domain.win no Windows − Server Controller
B
/domainmode.sh no Linux ou /domainmode.bat no Windows − Farm Deplyment 
C
/domain.lnx no Linux ou /domain.win no Windows − Domain Controller 
D
/dmode.sh no Linux ou /dmode.bat no Windows − Server Controller 
E
/domain.sh no Linux ou /domain.bat no Windows − Domain Controller
Em sistemas Linux em que está presente, o iptables funciona através de regras para o firewall, de forma a fazer com que os pacotes possam ser ou não recebidos na rede ou em algum host. Para isso utiliza Tabelas, Chains e Regras. A Tabela filter possui três conjuntos de regras ou cadeias (Chains), que são caminhos diferentes por onde os seguintes pacotes de rede passam:

I. Apenas os pacotes destinados ao IP da máquina atual serão avaliados por eventuais regras existentes nesta Tabela.
II. Serão avaliados pelas regras presentes nesta lista apenas os pacotes originados por processos locais da máquina e que estão saindo dela.
III. Os pacotes que estão sendo repassados por esta máquina, não são para ela e nem originados por ela, serão avaliados por estas regras.

As Chains referenciadas por I, II e III, são, respectivamente:
A
INPUT −- OUTPUT − FORWARD.
B
PREROUTING − POSTROUTING − INROUTING.
C
INCHAIN − OUTCHAIN − FORWCHAIN.
D
IP_INPUT − IP_OUTPUT − IP_PASSBY.
E
PRE_FILTER − POST_FILTER − PASSBY_FILTER.
Um comando muito utilizado em distribuições Linux, permite que sejam alteradas as informações de propriedade de usuário e grupo para um determinado arquivo ou diretório, aplicando, inclusive, essas alterações de forma recursiva. O comando em questão, em conjunto com o atributo de recursividade é corretamente exposto em 
A
usermod -S
B
chmod --dereference
C
ln --recursive
D
chown -R
E
chggrp -S
O utilitário Linux para exibição de processos é chamado ps. Com a utilização de outro utilitário é possível filtrar a saída deste comando e exibir apenas informações relevantes a certo conteúdo que queira ser pesquisado. Por exemplo, para listar todos os processos que contenham o termo “console” como parte do nome do processo, pode-se utilizar o comando
A
find . –name console < ps –t 
B
ps –t | filter console
C
filter < ps –x –name console
D
ps –A | grep console
E
ps all > df [console]
Uma das maneiras de configurar uma interface de rede em sistemas operacionais Linux se dá pela utilização do programa ifconfig. A opção ou argumento deste programa que permite ativar uma interface é
A
up.
B
activate. 
C
restart. 
D
refresh.
E
halt.
O EXT3 é um dos sistemas de arquivos mais utilizados no Linux. Este sistema de arquivos
A
possui apenas dois modos de operação (ordered e writeback), que utilizam endereços de 32 bits e blocos de até 16 KB.
B
usa o recurso de journaling, que mantém uma lista das alterações realizadas, permitindo que o sistema de arquivos seja reparado de forma muito rápida após, por exemplo, um desligamento incorreto.
C
reconhece partições de até 2 GB, suporta nomes de arquivos com até 255 caracteres e cada setor possui tamanho fixo de 512 bytes.
D
usa endereços de 48 bits, o que possibilita endereçar um volume ilimitado de blocos, permitindo criar partições de até 1024 petabytes.
E
não inclui nenhum sistema de tolerância a falhas, por isso, sempre que o sistema é desligado incorretamente, é necessário utilizar o fsck, para verificar todos os blocos do sistema de arquivos, procurando por erros no disco.
Arquivos em Linux são protegidos atribuindo-se a cada um deles um código de proteção de 9 bits. O código de proteção consiste em campos de 3 bits, um grupo para qualquer usuário, outro para o usuário do arquivo e um para o grupo ao qual o usuário pertence. Cada campo possui um bit de permissão de leitura, um bit de permissão de escrita e outro de permissão de execução. Por exemplo, o código de proteção de um arquivo definido como “-wxr-xr--" significa que:
A
membros do grupo e o proprietário podem ler, executar e escrever no arquivo e outros usuários podem apenas ler.
B
membros do grupo podem escrever e executar o arquivo, qualquer usuário pode ler e executar o arquivo e o dono do arquivo pode apenas ler o conteúdo do arquivo.
C
qualquer usuário pode escrever e executar o arquivo, o proprietário pode ler e executar o arquivo e membros do grupo podem apenas ler o arquivo.
D
o proprietário pode escrever e executar o arquivo, membros do grupo podem ler e executar o arquivo e qualquer usuário pode ler o arquivo.
E
o proprietário pode ler, escrever e executar o arquivo, membros do grupo podem ler e escrever no arquivo e qualquer usuário pode ler e executar o arquivo.
Um usuário do sistema operacional Linux criou um arquivo com as seguintes características apresentadas utilizando o comando ls -al:

  -rw------- 1 abcd abcd 115 Feb 10 2014 efgh  

De acordo com as informações apresentadas, pode-se dizer que
A
qualquer usuário pode ler o arquivo abcd.
B
somente abcd pode executar o arquivo efgh.
C
efgh  pode ler e escrever o arquivo abcd.
D
somente abcd pode ler o arquivo efgh.
E
qualquer usuário pode acessar o arquivo efgh.
A estrutura de diretórios do sistema operacional Linux possui uma organização padronizada e adotada por todas as distribuições. Considerando que um novo usuário de nome superior seja criado no Linux, o diretório do usuário será criado em:
A
/root.
B
/home.
C
/usr/local.
D
/tmp.
E
/usr.
O interpretador de comandos bash do sistema UNIX permite a verifcação do status do encerrramento do último comando ou função executado no script. Um exemplo de trecho de código fonte que verifica o valor desse status é
A
if [ $@ -eq 1 ]; then exit; fi
B
if [ $* -eq 1 ]; then exit; fi
C
if [ $? -ne 0 ]; then exit; fi
D
if [ $# -ne 0 ]; then exit; fi
E
if [ $$ -ne 1 ]; then exit; fi
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