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Considere que a Manausprev armazena os nomes dos beneficiários de aposentadorias em uma Árvore Binária de Busca − ABB. Ao se armazenar, nesta ordem, os nomes Marcos, José, Carolina, Paula, Rui, Pedro e Maria, a ABB resultante  
A
é perfeitamente balanceada.
B
tem altura 3, que corresponde à altura mínima para armazenar os 7 nomes.
C
possui como folhas os nomes Rui e Maria.
D
requer no máximo 3 comparações para localizar qualquer um dos 7 nomes.
E
requer no máximo 4 comparações para localizar qualquer um dos 7 nomes. 
No processo de engenharia reversa de um Banco de Dados Relacional o designer pode precisar particionar os elementos do modelo da engenharia reversa em pacotes de áreas de assunto que contêm conjuntos logicamente relacionados de tabelas. A transformação do Modelo de Dados em Modelo de Design pode utilizar um procedimento para produzir Classes de Design a partir dos elementos de modelo no Modelo de Dados. A tabela abaixo mostra um resumo do mapeamento geral entre os elementos do Modelo de Design e os elementos do Modelo de Dados. 
Imagem da Questão
Completam, correta e respectivamente, as lacunas I, II e III da tabela:  
A
Objeto - Associação - Classe.
B
Operação - Generalização - Método.
C
Método - Generalização - Interface.
D
Método - Junção - Objeto.
E
Classe - Associação - Pacote. 
Uma transação é uma unidade atômica de trabalho que ou estará completa ou não foi realizada. Para propostas de restauração, o administrador de restaurações mantém o controle das seguintes operações:  

− BEGIN_TRANSACTION: Marca o início da execução da transação.  
− READ ou WRITE: Especifica operações de leitura ou gravação em itens do banco de dados, que são executadas como parte de uma transação.

I.  Especifica que as operações READ e WRITE da transação terminaram e marca o fim da execução da transação. Entretanto, nesse ponto é necessário verificar se as mudanças introduzidas pela transação podem ser permanentemente aplicadas ao banco de dados (efetivadas), ou se a transação deverá ser abortada porque viola a serialização, ou por alguma outra razão.

II. Indica término com sucesso da transação, de forma que quaisquer alterações (atualizações) executadas poderão ser seguramente efetivadas no banco de dados e não serão desfeitas.

III. Indica que uma transação não terminou com sucesso, de forma que quaisquer mudanças ou efeitos que a transação possa ter aplicado ao banco de dados deverão ser desfeitas.

As operações I, II e III correspondem, correta e respectivamente, a: 
A
FINISH;  ROLLBACK; COMMIT.
B
END_TRANSACTION;  SUCCESSFUL_TRANSACTION; UNSUCCESSFUL_TRANSACTION. 
C
END_TRANSACTION;  COMMIT_TRANSACTION; ROLLBACK. 
D
STOP_TRANSACTION;  GO_TRANSACTION; BACK_TRANSACTION. 
E
STOP;  COMMIT; ROLLBACK. 
Considere Modelo Entidade-Relacionamento − MER, abaixo:
Imagem da Questão
Para realizar a derivação do MER acima para o esquema relacional, é correto afirmar que 
A
o relacionamento, em termos de máximo, entre País Origem, Setor e Tempo é tipo 1:1:N.
B
uma associação do tipo N:N origina uma nova tabela que herda os atributos da associação e cujo identificador pode ser composto a partir dos identificadores das entidades participantes na associação.
C
são exemplos de tabelas derivadas: País Origem = {Nome, Código, População, PIB} e Investe={Designação, Setor}.
D
em uma associação do tipo 1:N o atributo identificador da entidade do lado N vai ser atributo não identificador da entidade do lado 1. Exemplo:  Investidor = {NomeInvestidorNomePaísOrigem, Investe}.
E
são exemplos de tabelas derivadas:  Tempo={Ano, Investe}  e Setor = {NomePaísDesignaçãoSectorAno, Montante}. 
Considere a tabela TabPREV do banco de dados relacional BD_PREV que possui os seguintes campos: 
Imagem da Questão
O comando SQL capaz de apresentar todas as pessoas que se aposentaram entre 1o de Janeiro de 2009 e 31 de Dezembro de 2014 por ordem crescente de valor da aposentadoria é:
A
SELECT * FROM TabPREV OF BD_PREV WHERE Data_Aposentadoria DATEDIFF ('01-Jan-2009', '31-Dec-2014') ORDER BY Valor_Aposentadoria; 
B
SELECT * FROM TabPREV ORDER BY Valor_Aposentadoria WHERE Data_Aposentadoria  IN “01-Jan-2009” &&  '31Dec-2014';
C
SELECT * FROM TabPREV WHERE Data_Aposentadoria BETWEEN '01-Jan-2009' AND '31-Dec-2014' ORDER BY Valor_Aposentadoria ASC;
D
SELECT * FROM BD_PREV WHERE Data_Aposentadoria FROM TabPREV IS LIKE '01-Jan-2009' AND '31-Dec-2014' ORDER BY Valor_Aposentadoria ASC;
E
SELECT * FROM TabPREV ORDER BY Valor_Aposentadoria WHERE Data_Aposentadoria  BETWEEN  ('01-Jan-2009',  '31-Dec-2014');
Considere a arquitetura de um SGBD mostrada na figura abaixo.
Imagem da Questão
Trata-se de uma arquitetura
A
distribuída em N camadas, em que a informação está distribuída em diversos servidores. Cada servidor atua como no sistema cliente-servidor, porém as consultas oriundas dos aplicativos são feitas para qualquer servidor indistintamente, através da rede.
B
centralizada, em que existe um computador com grande capacidade de processamento, que é o hospedeiro do SGBD e emuladores para os vários aplicativos. Tem como principal vantagem o baixo custo, pois permite que muitos usuários manipulem grande volume de dados.
C
cliente-servidor, em que o cliente executa as tarefas do aplicativo, ou seja, fornece a interface do usuário. O servidor executa as consultas no SGBD e retorna os resultados ao cliente, aumentando o tráfego da rede.
D
descentralizada, pois o sistema encarrega-se de obter a informação necessária, de maneira transparente para o aplicativo, que passa a atuar consultando seu servidor. Porém, é dependente de aspectos lógicos de carga de acesso aos dados, o que a torna desvantajosa.
E
em rede, em que a base de dados é fortemente acoplada. Sua vantagem é que cada aplicativo acessa apenas o servidor que dispõe dos seus dados, através do acesso à rede. 
A linguagem SQL é dividida em subconjuntos de acordo com as operações que se deseja efetuar sobre um banco de dados. Considere os grupos de comandos:

I. CREATE, ALTER, DROP.    
II. GRANT, REVOKE.    
III. DELETE, UPDATE, INSERT.

Os comandos listados em
A
I correspondem à Data Control Language − DCL e II à Data Definition Language − DDL.
B
I correspondem à Data Manipulation Language − DML e III à Data Control Language − DCL.
C
II correspondem à Data Manipulation Language − DML e III à Data Control Language − DCL.
D
I correspondem à Data Definition Language − DDL e III à Data Manipulation Language − DML.
E
II correspondem à Data Control Language − DCL e III à Data Definition Language − DDL. 
Na busca por uma Administração pública que prime pela melhor gestão dos recursos e maior qualidade na prestação de serviços aos cidadãos, torna-se essencial a realização de um bom planejamento de TI que viabilize e potencialize a melhoria contínua da performance organizacional. Nesse contexto, o Plano Diretor de Tecnologia da Informação − PDTI 
A
é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de TI que visa atender às necessidades de informação de um órgão ou entidade para um determinado período.
B
é um documento do órgão, devendo ser produzido pela área de TI, com auxílio da área de negócios, e ser assinado obrigatoriamente pelo presidente do órgão.
C
deve colher, das estratégias institucionais, as necessidades de informação e serviços gerais, propondo metas, ações e prazos, que possam satisfazer as demandas da área de TI, com o auxílio dos recursos humanos, materiais e financeiros. 
D
deve contemplar, pelo menos, as necessidades de informação alinhadas à estratégia de TI, plano de investimentos, contratações de serviços, quantitativo e capacitação de pessoal, gestão de documentos e gestão de ativos de informação.
E
deve prover uma orientação para a formação de Comitês de Contratação de Serviços de TI que envolvam as diversas áreas do órgão responsáveis por alinhar os investimentos em TI com os objetivos do órgão e apoiar a terceirização de projetos de TI. 
Segundo o CobiT 4.1, o gerenciamento do processo de “Avaliar e Gerenciar os Riscos de TI (PO9)” que satisfaça ao requisito do negócio para a TI de “analisar e comunicar os riscos de TI e seus potenciais impactos nos processos e objetivos de negócio” é “Repetível, porém Intuitivo”, quando 
A
a avaliação e a gestão de risco são procedimentos padronizados e as exceções do processo de gestão de risco são relatadas à Diretoria de TI, já que a gestão de risco de TI é uma responsabilidade da Alta Direção. Nesse nível de maturidade, o risco é avaliado e mitigado no nível de projeto e também regularmente no nível de operação de TI.
B
o gerenciamento de risco atingiu um estágio de desenvolvimento em que há um processo organizacional estruturado em vigor e bem gerenciado, em que boas práticas são aplicadas em toda a organização. Nesse nível de maturidade, a captura, a análise e o relato de dados de gestão de risco estão altamente automatizados.
C
não acontece avaliação de risco para processos e decisões de negócio, pois a organização não considera os impactos no negócio associados a vulnerabilidades da segurança e incertezas de projetos de desenvolvimento. Nesse nível de maturidade gerenciar riscos não é considerado relevante para adquirir soluções ou entregar serviços de TI.
D
existe uma abordagem imatura e inicial de avaliação de risco utilizada a critério de alguns gerentes de projeto. Nesse nível de maturidade, a gestão de risco é superficial e geralmente aplicada somente a grandes projetos ou em resposta a problemas.
E
os riscos de TI são considerados de forma ad hoc e avaliações informais de risco de projeto são realizadas quando solicitadas em cada projeto. Nesse nível de maturidade avaliações de risco são às vezes identificadas em um plano de projeto, mas raramente atribuídas aos gerentes correspondentes. 
Considere que a Manausprev deseja entender a situação dos seus sistemas de TI para decidir que nível de gerenciamento e controle será necessário. Para isso, resolveu avaliar onde são requeridas melhorias e implementar um conjunto de ferramentas de gerenciamento para atingi-las. Como guia para essa iniciativa, optou por  utilizar os objetivos de performance e métricas para os processos de TI descritas no CobiT 4.1. Neste framework, para a medição de performance são definidos três níveis de objetivos e métricas: 
A
dos serviços, dos processos e dos resultados. 
B
de execução, de controle e de resultados. 
C
de serviços, de produtos e de atendimento. 
D
de TI, de serviços e de resultados.
E
de TI, dos processos e de atividades. 
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