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A Cartilha Técnica do eMAG apresenta recomendações de acessibilidade para a construção e adaptação de conteúdos do Governo Brasileiro na internet. Dentre as exigências básicas de acessibilidade contidas nesta cartilha estão:

I. Identificar o principal idioma utilizado nos documentos.  
II. Criar uma sequência lógica de tabulação para percorrer links, controles de formulários e objetos.  
III. Fornecer um equivalente textual à cada imagem.  

Para atender às exigências I, II e III devem ser utilizados, respectivamente, os atributos:
A
speech, index e longdesc.
B
language, index e logdesc.
C
lang, index e alt.
D
lang, tabindex e alt.
E
scrlang, tabindex e alt.
O Capítulo VI do Decreto no 5.296, de 2 de Dezembro de 2004, que trata do acesso à informação e à comunicação, estabelece que
A
será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da Administração pública na internet, para o uso das pessoas portadoras de qualquer tipo de deficiência no prazo de até vinte e quatro meses a contar da data de publicação deste Decreto.
B
os sítios eletrônicos acessíveis às pessoas portadoras de deficiência conterão símbolo que represente a acessibilidade na rede mundial de computadores (internet), a ser adotado em todas as páginas.
C
os programas e as linhas de pesquisa a serem desenvolvidos com o apoio de organismos públicos de auxílio à pesquisa e de agências de financiamento deverão contemplar temas voltados para tecnologia da informação acessível para pessoas portadoras de deficiência.
D
a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos de interesse público na internet, após vinte e quatro meses da edição deste Decreto, deverá ser observada para obtenção do financiamento de projetos com a utilização de recursos da ANATEL.
E
os telecentros comunitários instalados ou custeados pelo Governo Federal devem possuir instalações acessíveis e, pelo menos, 10 (dez) computadores com sistema de som instalado, para uso preferencial por pessoas portadoras de deficiência visual.
Para que as Folhas de Estilo em Cascata (CSS) atendam à acessibilidade são necessários alguns cuidados especiais, recomendados pelo W3C, dentre eles,
A
fornecer informação de uma maneira que os usuários possam receber os documentos apenas em um idioma, tornando o carregamento da página mais rápido e liberando o navegador para outros tipos de processamento.
B
usar unidades de medida absolutas na linguagem de marcação, para todos os valores de atributos e para os valores de propriedades das folhas de estilo.
C
usar o mínimo de folhas de estilo no site, de preferência, incorporadas. Se tiver mais de uma folha de estilo, usar o mesmo nome de classe para o mesmo conceito nas diferentes folhas de estilo.
D
certificar-se de que o fundo e o conteúdo sejam definidos em cores pouco contrastantes para facilitar a interpretação dos leitores de tela e a renderização em preto e branco.
E
organizar os documentos de uma maneira que possam ser lidos sem as folhas de estilos quando renderizados sem elas.
Para atender à demanda de acessibilidade e tecnologias assistivas, o grupo Web Accessibility Initiative (WAI) do W3C tem desenvolvido recursos complementares para o HTML5 chamados de Accessible Rich Internet Application (ARIA). Como os leitores de tela não reconhecem muitos dos novos elementos do HTML5, é preciso informar qual o papel de cada elemento, ou seja, qual o tipo de informação que ele estará representando. Para isso, o ARIA possui um atributo que oferece um conjunto definido de valores para representar cada tipo de informação (como form, navigation, search, article etc). Este atributo é o
A
aria-description.
B
aria-presentation.
C
note.
D
role.
E
aria-label.
Foi solicitado a um servidor colocar no portal do TCE-RS, desenvolvido com HTML5, um vídeo institucional, utilizando os elementos <video> e <source>. Preocupado em tornar o vídeo acessível a pessoas de países que falam outros idiomas, resolveu carregar arquivos de legenda em inglês e espanhol para o vídeo. Para isso utilizou o elemento 
A
<acronym> 
B
<legend> 
C
<track> 
D
<caption> 
E
<label>
De acordo com a IN MPOG no 04/2010, a fase de Planejamento da Contratação terá início com o recebimento, pela Área de Tecnologia da Informação, do Documento de Oficialização da Demanda.

Consta, entre as exigências mínimas desse documento, 
A
a identificação dos benefícios a serem alcançados com a solução escolhida em termos de eficácia, eficiência, efetividade e economicidade.
B
a necessidade da contratação, considerando os objetivos estratégicos e as necessidades corporativas da instituição, bem como o seu alinhamento ao PDTI.
C
a indicação dos cinco Integrantes Administrativos da direção para composição da Equipe de Execução da Contratação.
D
os requisitos de observância às políticas, premissas e especificações técnicas definidas pelos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico − e-PING e Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico − eMAG.
E
os requisitos de aderência às regulamentações da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira − ICP-Brasil, quando houver necessidade de utilização de certificação digital. 
Na contratação de bens e serviços de TIC, considerando a IN MPOG no 04/2010, é correto afirmar:
A
Estratégia da Contratação é um documento que contém o planejamento, diagnóstico e gestão dos recursos e processos de TI que visam atender às necessidades tecnológicas e de informação para um determinado período.
B
Mais de uma Solução de Tecnologia da Informação em um único contrato, bem como gestão de processos de Tecnologia da Informação, incluindo gestão de segurança da informação, podem ser objeto de contratação.
C
Em nenhuma hipótese o suporte técnico aos processos de planejamento e avaliação da qualidade das Soluções de Tecnologia da Informação poderá ser objeto de contratação.
D
São vedados: estabelecer vínculo de subordinação com funcionários da contratada,  prever em edital a remuneração dos funcionários da contratada e indicar pessoas do contratante para compor o quadro funcional da contratada.
E
Análise de Viabilidade da Contratação é um documento que contém a descrição, a análise e o tratamento dos riscos e ameaças que possam vir a comprometer o sucesso em todas as fases da contratação.
Considere que o TCE-RS possua um ambiente de virtualização de servidores baseados no sistema operacional Windows Server, que utiliza o Hyper-V. A definição ou característica que NÃO se aplica a este ambiente é:
A
O Hyper-V conta com o sistema de gerenciamento virt-manager, que provê um ambiente gráfico para criar, configurar e alterar os parâmetros da máquina virtual a ser usada. É possível executar a virtualização no Windows utilizando, em linha de comando, a instrução CONFIG_KVM.
B
A função Hyper-V permite criar e gerenciar um ambiente de computação virtualizado. Ao se instalar esta função  instalam-se os componentes necessários como o hipervisor do Windows e o provedor WMI de virtualização.
C
A tecnologia do Hyper-V virtualiza o hardware para fornecer um ambiente em que diversos sistemas operacionais possam ser executados ao mesmo tempo em um computador físico.
D
O Hyper-V fornece infraestrutura para que se possam virtualizar aplicativos e cargas de trabalho como: estabelecer um ambiente de nuvem privada e expandir o uso de recursos compartilhados, ajustando-os à demanda de utilização.
E
O Hyper-V requer um processador de 64 bits que inclua virtualização assistida por hardware. Isso está disponível em processadores que incluem uma opção de virtualização, como aqueles com tecnologia Intel Virtualization Technology (Intel VT) ou AMD Virtualization (AMD-V).
No Linux, o acesso a todos os comandos digitados pelo usuário pode ser feito através do arquivo 
A
log.history que pode ser acessado através do comando #list /log/samba/history.
B
.history que pode ser acessado diretamente digitando  !cmd # /usr/history.
C
.sislog que fica localizado no diretório /home/sis de cada usuário.
D
.lastlog que pode ser acessado diretamente digitando  #cat /usr/log/lastlog.
E
.bash_history que fica localizado no diretório /home de cada usuário. 
A Norma ISO 9126 é útil para a definição de requisitos da qualidade de um produto de software, para a avaliação das especificações do software durante o desenvolvimento, para a avaliação do software antes da entrega e antes da aceitação, dentre outros. As características (ou atributos) de qualidade medidas por esta Norma são
A
facilidade de uso, testabilidade, integração com outras plataformas e facilidade de treinamento.
B
facilidade de uso, funcionamento correto, facilidade de realização de testes e adequação aos requisitos.
C
confiabilidade, integridade, disponibilidade e confidencialidade.
D
funcionalidade, confiabilidade, usabilidade, eficiência, manutenibilidade e portabilidade.
E
atendimento à restrição tripla (escopo, custo e tempo), testabilidade e portabilidade.
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