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Está inteiramente adequada a correlação entre os tempos e os modos verbais da frase:
A
Os prefácios correriam o risco de serem inúteis caso tenham sido escritos segundo as instruções convencionais.
B
Houvesse enorme interesse pela leitura de prefácios e as editorias certamente cuidariam que fossem mais criativos.
C
Quando se fizesse uma glosa de frase de um grande autor deve-se citar a fonte original: esse é um dever ético.
D
Caso o autor viesse a infirmar tanto o nome do grande poeta como o da frágil poetisa, muitos o acusarão de indiscreto.
E
Menos que seja objeto de preconceito, um bom pre- fácio sempre resistiria aos critérios de um crítico rigoroso.
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Transpondo-se para a voz passiva a frase vou glosar uma observação de Machado de Assis, a forma verbal resultante deverá ser
A
terei glosado
B
seria glosada
C
haverá de ser glosada
D
será glosada
E
terá sido glosada
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O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento  sublinhado na frase:
A
As características a que (dever) atender um prefácio podem torná-lo um estraga-prazeres.
B
Há casos em que o prefácio se (revelar) um componente inteiramente inútil  de um livro.
C
Às vezes, numa bibliografia (ganhar) mais destaque as páginas de um prefácio do que o texto principal de um livro.
D
Não é incomum que se (recorrer) a frases de Machado de Assis para glosá-las, dada a graça que há nelas.
E
O autor confessa o que a muitos (parecer) impensável: é possível gostar mais de um prefácio do que do restante da obra.
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Está inteiramente clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
A
Ao contrário dos que consideram os prefácios tão inúteis quanto inconvenientes, o autor julga que muitas dessas apresentações são mais atraentes e substanciosas do que o texto principal.
B
Embora hajam apresentações bem realizadas de livros, é indiscutível que boa parte delas primem pela inutilidade, inconveniência ou mesmo assumam o caráter de um estraga-prazeres.
C
Há discordâncias quanto ao valor ou não dos prefácios, uma vez que alguns concordam com seu intento esclarecedor, ao passo que outros o negam, em razão de argumentos não valorativos.
D
O autor acredita de que a maioria dos prefácios pode mesmo carecer de valor, ainda que em muitos casos, ao contrário, se estabelece uma utilidade insuspeita que chega a valorizá-lo mais que à obra.
E
Não seria bom para um escritor, que viesse a ter como autor de seu prefácio um colega mais talentoso, tanto que isso poderia acarretar, nas bibliografias, uma importância exclusiva para o texto introdutório.
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Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
A
Garantido o tom elogioso (1o parágrafo) = assumido o teor argumentativo
B
generalização devastadora (2o parágrafo) = interação improdutiva
C
glosar uma observação (2o parágrafo) = variar uma consideração
D
ninguém controla a possibilidade (2o parágrafo) = não se pode esboçar a hipótese
E
consistência das ideias defendidas (2o parágrafo) = subserviência às teses propaladas Caderno
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Ao lado de razões mais pessoais, marcadas por alguma subjetividade, o autor indica, como prova objetiva da utilidade de certos prefácios, o fato de que
A
Machado de Assis os julgava obras-primas pelo poder de alta concisão de que seriam capazes.
B
eles antecipam, para o leitor mais desavisado, alguns fragmentos essenciais à compreensão do texto principal.
C
algumas bibliografias valorizam-nos de modo especial, em detrimento do texto principal do livro.
D
as apresentações da poesia de Cecília Meireles fa- ziam ver tanto a beleza dos poemas como a da escritora.
E
os prefaciadores são escolhidos a partir de um critério inteiramente idôneo, o que impede favoritismos.
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Considere as afirmações abaixo.

I. No primeiro parágrafo, a assertiva o prefácio seria um estraga-prazeres traduz o efeito imediato da causa indicada na assertiva os prefácios são textos inúteis.
II. No segundo parágrafo, o autor afirma que vai de encontro à tese defendida no primeiro porque pode ocorrer que um prefácio represente a parte melhor de um livro.
III. No terceiro parágrafo, o autor se vale de uma ocorrência real para demonstrar que o gênio in- ventivo de escritores iniciantes propicia prefácios igualmente criativos.

 Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
A
I
B
II
C
III
D
I e II
E
II e III
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O primeiro e o segundo parágrafos estabelecem entre si uma relação de
A
causa e efeito, uma vez que das convicções expressas no primeiro resultam, como consequência natural, as expostas no segundo.
B
de complementaridade, pois o que se afirma no segundo ajuda a compreender a mesma tese defendida e desenvolvida no primeiro.
C
inteira independência, pois o tema do primeiro não se espelha no segundo, já que o autor do texto quer apenas enumerar diferentes estilos.
D
contraposição, pois a perspectiva de valor adotada no primeiro é confrontada com outra que a relativiza e nega no segundo.
E
similitude, pois são ligeiras as variações do argumento central que ambos sustentam em relação à utilidade e à necessidade dos prefácios.
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