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Um Técnico está participando da modelagem de um banco de dados utilizando o Modelo Entidade-Relacionamento − MER e se deparou, dentre outras, com a entidade Processo, que contém os seguintes atributos:
NumeroProcesso − inteiro (PK)
DigitoProcesso − inteiro (PK)
AnoProcesso − inteiro (PK)
NumeroOABAdvogadoProcesso − cadeia de caracteres
NomeAdvogadoProcesso − cadeia de caracteres
NumeroOrgaoJudiciarioProcesso − inteiro (FK)
NumeroTribunal − inteiro (FK)
NumeroUnidadeOrigemProcesso − inteiro (FK)
Após criar a tabela Processo no Sistema Gerenciador de Banco de Dados SQL Server, para definir uma restrição que especifica que o campo AnoProcesso só poderá receber números inteiros maiores do que 2014, o Técnico deve utilizar a instrução
A
ADD CONSTRAINT Processo CHECK (AnoProcesso>2014).
B
ALTER TABLE Processo ADD CHECK (AnoProcesso>2014).
C
ADD CONSTRAINT (AnoProcesso>2014) FROM Processo.
D
CREATE CONSTRAINT Chk_Processo FROM Processo CHECK (AnoProcesso>2014).
E
ALTER TABLE Processo ADD CONSTRAINT (AnoProcesso>2014).
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Um Técnico está participando da modelagem de um banco de dados utilizando o Modelo Entidade-Relacionamento − MER e se deparou, dentre outras, com a entidade Processo, que contém os seguintes atributos:
NumeroProcesso − inteiro (PK)
DigitoProcesso − inteiro (PK)
AnoProcesso − inteiro (PK)
NumeroOABAdvogadoProcesso − cadeia de caracteres
NomeAdvogadoProcesso − cadeia de caracteres
NumeroOrgaoJudiciarioProcesso − inteiro (FK)
NumeroTribunal − inteiro (FK)
NumeroUnidadeOrigemProcesso − inteiro (FK)
Considerando as regras para o desenvolvimento do MER normalizado, o Técnico deve concluir corretamente que um atributo
que NÃO pode estar na entidade Processo é o
 
A
NomeAdvogadoProcesso.
B
AnoProcesso.
C
NumeroOrgaoJudiciarioProcesso.
D
NumeroTribunal.
E
NumeroUnidadeOrigemProcesso.
NÃO é objetivo da homologação de sistemas:
A
Atestar se o software funciona da forma esperada pelo cliente no ambiente proposto.
B
Identificar oportunidades de correção e aplicar os ajustes correlatos à aplicação.
C
Obter o aceite do produto de software pelo cliente.
D
Registrar sugestões para as próximas versões da aplicação.
E
Realizar o estudo da viabilidade da implementação de requisitos críticos.
Durante o desenvolvimento de uma aplicação orientada a objetos com Java, um Técnico criou uma interface para obrigar um conjunto de classes de diferentes origens a implementar certos métodos de maneiras diferentes, viabilizando a obtenção de polimorfismo. A interface criada pelo Técnico pode
A
conter métodos implementados.
B
ser instanciada diretamente.
C
possuir um único construtor vazio.
D
possuir métodos abstratos.
E
conter variáveis e métodos privados.
Um Técnico com limitados conhecimentos em programação construiu uma aplicação web profissional usando uma ferramenta já integrada ao Oracle 11g que permitiu a geração de páginas dinamicamente, a exibição destas via servidor web e a administração de todo o ambiente da aplicação. Além de possuir funcionalidades pré-definidas baseadas em JavaScript, AJAX, CSS, DOM, JQuery e PL/SQL, essa ferramenta permitiu a utilização de Wizards para criação de diversos recursos como telas, campos, eventos, grids, relatórios, gráficos e mapas.
Trata-se da ferramenta Oracle
A
E-Business Developer.
B
Application Express.
C
Forms WebBuilder.
D
Web Developer.
E
Web Builder.
Um Técnico criou diversos componentes web Java reutilizáveis para agregar nas páginas de um portal, fornecendo informações na camada de apresentação. A ideia é agregar diversos desses componentes, considerados o núcleo dos serviços de um portal, para formar uma ou mais páginas. Os componentes criados pelo Técnico são
A
budgets.
B
servlets.
C
facelets.
D
bootstraps.
E
portlets.
Em uma aplicação que utiliza Hibernate como implementação da JPA, para definir suporte ao conjunto de instruções SQL específico de um determinado Sistema Gerenciador de Banco de Dados − SGBD, é necessário definir o dialeto SQL para esse SGBD. Isso normalmente é feito
A
pela tag dialect no arquivo persistence.xml.
B
pela tag property no arquivo web.xml.
C
no método de conexão da classe de acesso a dados.
D
pela tag property no arquivo persistence.xml.
E
como parte da instrução SQL que se deseja executar.
De acordo com as recomendações da W3C para a linguagem HTML5, a instrução
A
<meta charset="utf-8" /> está incorreta, pois tem uma barra no final.
B
<!doctype html> está incorreta, pois deveria estar em letra maiúscula.
C
<table class=table striped> está correta.
D
<html lang="en-US"> está correta.
E
<script src="myscript.js"> está incorreta, pois faltou o atributo language=“javascript”.
Estruturas de dados básicas, como as pilhas e filas, são usadas em uma gama variada de aplicações. As filas, por exemplo, suportam alguns métodos essenciais, como o
A
enqueue(x), que insere o elemento x no fim da fila, sobrepondo o último elemento.
B
dequeue(), que remove e retorna o elemento do começo da fila; um erro ocorrerá se a fila estiver vazia.
C
push(x), que insere o elemento x no topo da fila, sem sobrepor nenhum elemento.
D
pop(), que remove o elemento do início da fila e o retorna, ou seja, devolve o último elemento inserido.
E
top(), que retorna o elemento do fim da fila sem removê-lo; um erro ocorrerá se a fila estiver vazia.
Em computadores baseados na arquitetura de Von Neumann, as memórias ROM são aplicadas para armazenar alguns programas principais, dentre eles, o
A
IRQ, responsável pela verificação e configuração dos dispositivos de entrada e saída.
B
CMOS, responsável pela alocação de memória para o carregamento do sistema operacional.
C
BIOS, que faz os testes de inicialização e permite ajustes nas configurações de hardware.
D
POST, responsável por ensinar o processador a operar com os dispositivos básicos de entrada e saída.
E
SETUP, que permite alterar os parâmetros armazenados na memória de configuração (CMOS).
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