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Considere o código abaixo, digitado em Python.

a, b = 0, 1
while b < 10:
    print b
    a, b = b, a+b

No final da execução do código, o último valor armazenado nas variáveis a e b serão, respectivamente,
A
13 e 21.
B
8 e 13.
C
5 e 10.
D
13 e 20.
E
8 e 10.
Um web service deve ser visto como a convergência de um conjunto de tecnologias, dentre elas o UDDI, que é um padrão para publicação e localização de web services por meio de consultas (queries) baseadas em mensagens SOAP e documentos XML. O UDDI é responsável por armazenar informações sobre o responsável pelo web service, o que o web service faz, a localização do web service e sobre como acessar seus serviços. Estas informações são divididas e organizadas em grupos semânticos conhecidos como páginas (pages). As páginas que contêm informações técnicas que descrevem o comportamento e as operações suportadas pelo serviço hospedado (incluindo indicadores para a localização do serviço) são conhecidas como
A
green pages.
B
yellow pages.
C
white pages.
D
black pages.
E
red pages.
A imagem a seguir mostra uma representação das etapas do processo de desenvolvimento de software e os tipos de testes aplicados em cada etapa.
Imagem da Questão
O mais adequado para Tipo de Teste II é o teste
A
de sistema.
B
de regressão.
C
de aceitação.
D
funcional.
E
de unidade.
A equipe de desenvolvimento do Tribunal Regional do Trabalho da 13a Região utiliza a plataforma Java e seus recursos para desenvolver sistemas de software. Em determinado momento, tiveram que testar se os métodos das classes estavam produzindo os resultados esperados. Fizeram tanto testes isolados como baterias de testes automatizados baseados em modelos de testes padrão. Para realizar estes testes, optaram por utilizar o framework open-source mais popular atualmente com suporte à criação de testes automatizados para aplicações construídas em Java. O framework utilizado e o tipo de teste realizado foram, respectivamente,
A
JTest e teste de carga.
B
JMeter e teste de unidade.
C
JRun e teste funcional.
D
JUnit e teste de unidade.
E
JMeter e teste de carga.
A classe Stack da biblioteca Java implementa o tipo abstrato de pilha e as operações push e pop. Considere o exemplo abaixo.

import java.util.Stack;
public class Pilha {
public static void main(String[] args) {
Stack<String> s = new Stack<String>();
s.push("Ana");
s.push("Paulo");
s.push("Pedro");
s.push("Marcos");
while (s.size() > 0) {
System.out.println(s.pop());
}
}
}

Sobre a classe Pilha apresentada é correto afirmar:
A
A instrução s.pop(1); poderia ter sido utilizada antes do comando while para excluir o nome Paulo da pilha s.
B
Ao término da execução do programa a pilha s estará vazia.
C
Ocorrerá um erro em tempo de execução, pois o método pop apenas remove o último elemento que entrou na pilha e não retorna valor a ser exibido.
D
O programa não irá compilar se a instrução Stack<String> s = new Stack<String>(); for substituída por Stack s = new Stack();
E
Ao término da execução do programa a pilha s permanecerá com os quatro nomes, pois o método pop apenas retorna o elemento da pilha, sem removê-lo.
Em um ambiente de banco de dados Oracle 11g ideal, foram criadas duas tabelas por meio das instruções PL/SQL a seguir: CREATE TABLE orders (order_id NUMBER PRIMARY KEY, line_items_count NUMBER DEFAULT 0 ); CREATE TABLE lineitems (order_id REFERENCES orders, seq_no NUMBER, CONSTRAINT lineitems PRIMARY KEY(order_id,seq_no) );

Foi criada, relacionada às tabelas, a seguinte trigger, colocada em execução:

CREATE OR REPLACE TRIGGER lineitems_trigger
AFTER INSERT OR UPDATE OR DELETE ON lineitems
FOR EACH ROW
BEGIN
IF (INSERTING OR UPDATING)
THEN
UPDATE orders SET line_items_count = NVL(line_items_count,0)+1
WHERE order_id = :new.order_id;
END IF;
IF (DELETING OR UPDATING)
THEN
UPDATE orders SET line_items_count = NVL(line_items_count,0)-1
WHERE order_id = :old.order_id;
END IF;
END;
/

Em seguida, foram executadas as instruções abaixo, nesta ordem:

INSERT INTO orders (order_id) VALUES (78);
INSERT INTO orders(order_id) VALUES (92);
INSERT INTO lineitems (order_id, seq_no) VALUES (78,1);
INSERT INTO lineitems (order_id, seq_no) VALUES (78,2);
SELECT * FROM orders;

Considere:

I. Ao executar a instrução INSERT INTO orders (order_id) VALUES (78); a trigger incrementou o valor contido no campo line_items_count passando de 0 para 1.

II.Ao executar a instrução INSERT INTO lineitems (order_id, seq_no) VALUES (78,1); a trigger incrementou o valor contido no campo line_items_count da tabela orders passando de 0 para 1.

III.Ao executar a instrução INSERT INTO lineitems (order_id, seq_no) VALUES (78,2); a trigger incrementou o valor contido no campo line_items_count da tabela orders passando de 1 para 2.

IV.A instrução SELECT * FROM orders; mostrará no campo line_items_count da linha cujo order_id é 78 o valor 3.

Está correto o que consta APENAS em
 
A
I e IV.
B
 I.
C
 II e IV.
D
 II e III.
E
 III.
Paulo utiliza o pg_dump do PostgreSQL para fazer cópia de segurança de um banco de dados. Normalmente faz cópias de segurança no formato tar e utiliza o pg_restore para reconstruir o banco de dados, quando necessário. O pg_restore pode selecionar o que será restaurado, ou mesmo reordenar os itens antes de restaurá-los, além de permitir salvar e restaurar objetos grandes. Certo dia Paulo fez uma cópia de segurança do banco de dados chamado trt13 para o arquivo tribunal.tar, incluindo os objetos grandes. Paulo utilizou uma instrução que permitiu a seleção manual e reordenação de itens arquivados durante a restauração, porém, a ordem relativa de itens de dados das tabelas não pôde ser alterada durante o processo de restauração. Paulo utilizou, em linha de comando, a instrução
A
pg_dump -Ec -h trt13 > tribunal.tar
B
pg_dump -Ft -b trt13 > tribunal.tar
C
pg_dump -tar -a trt13 > tribunal.tar
D
pg_dump -tar -c trt13 > tribunal.tar
E
pg_dump -Fp -b trt13 > tribunal.tar
Recovery Manager − RMAN é um utilitário de banco de dados que faz o backup, restauração e recuperação de bancos de dados Oracle 11g. Este utilitário
A
permite definir, para cada cópia de segurança, os valores de status: iniciado, finalizado, em andamento, expirado e obsoleto.
B
permite definir uma tag para identificar um backup como parte de um grupo de backups. Todos os seus backups são etiquetados com uma tag, exceto os incrementais.
C
armazena os backups de bancos de dados como cópias de imagens (image copies), conjuntos de backup (backup sets) ou backups de arquivos de configuração (configuration file backup).
D
mantém em um metadado o registro dos arquivos de banco de dados e backups para cada banco de dados em que executa operações.
E
não suporta paralelismo, que é o uso de múltiplos canais e sessões de servidor para executar o trabalho de um backup ou a tarefa de recuperação.
Considere o texto abaixo:

O Oracle 11g possui ferramentas para gestão de banco de dados que fornecem orientação específica sobre como lidar com os principais desafios de gestão de dados. Uma dessas ferramentas analisa comandos SQL e faz recomendações de como melhorá-los. Esta ferramenta pode ser executada automaticamente durante os períodos de manutenção (normalmente à noite). Durante cada execução automática, ela seleciona consultas SQL de alta carga (high-load) e gera recomendações para ajustar essas consultas. Permite realizar análises estatísticas, criação de perfis SQL, análise de caminho de acesso e análise de estruturas SQL.

O texto descreve uma ferramenta conhecida como
A
SQL Tuning Advisor.
B
SQL Access Advisor.
C
Automatic Database Diagnostic Monitor.
D
SQL Analysis Advisor.
E
SQL Performance Impact Advisor.
Um banco de dados Oracle possui uma tabela chamada processo com os seguintes campos:

numero_processo number(5)
sequencia_processo number(2)
digito_processo number(2)
ano_processo number(4)
orgao_processo number(1)
regiao_processo varchar2(5)
vara_processo number(4)

Após a tabela ter sido criada, observou-se um requisito informando que campo vara_processo deve permitir apenas valores entre 0 e 28. Para adicionar tal restrição na tabela deve-se digitar a instrução
A
UPDATE TABLE processo ADD CONSTRAINT vara_processo BETWEEN 0 AND 28;
B
INSERT CONSTRAINT processo ADD check_vara CHECK (vara_processo BETWEEN 0 AND 28);
C
ALTER TABLE processo CONSTRAINT (vara_processo>0 AND vara_processo<28);
D
ADD CONSTRAINT processo CHECK vara_processo BETWEEN 0 AND 28;
E
ALTER TABLE processo ADD CONSTRAINT check_vara CHECK (vara_processo BETWEEN 0 AND 28);
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