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Se não é verdade que, no ano passado, em todos os sábados, se fazia sol, Rodrigo passeava de bicicleta, então, no ano passado,
A
em nenhum sábado que não fez sol, Rodrigo passeou de bicicleta.
B
em todos os sábados que não fez sol, Rodrigo não passeou de bicicleta.
C
houve um sábado em que não fez sol e Rodrigo passeou de bicicleta.
D
em todos os sábados fez sol e Rodrigo passeou de bicicleta.
E
houve um sábado em que fez sol e Rodrigo não passeou de bicicleta.
Os amigos Fernanda, Laura, Marcos e Tomás participaram de um concurso de poesias. Tomás obteve uma colocação superior
à de Marcos, que, por sua vez, não foi o último colocado entre os amigos. Fernanda, obteve colocação superior à de Laura, mas
não obteve a primeira colocação entre os amigos. Além disso, Fernanda não ficou colocada entre Laura e Marcos. Assim,
A
nenhum dos amigos ficou colocado entre Laura e Tomás.
B
Laura ficou mais bem colocada do que Tomás.
C
Fernanda ficou mais bem colocada do que Marcos.
D
Laura ficou mais bem colocada do que Marcos.
E
nenhum dos amigos ficou colocado entre Tomás e Marcos.
Todos os sócios de um clube esportivo que jogam handebol jogam também futebol, mas há sócios que jogam futebol e não jogam
handebol. Alguns sócios que jogam voleibol jogam também basquete, mas nenhum sócio que joga basquete ou voleibol
joga futebol. Logo, todos os sócios que
A
não jogam handebol jogam basquete.
B
jogam handebol jogam voleibol.
C
jogam voleibol jogam handebol.
D
jogam handebol não jogam basquete.
E
não jogam basquete jogam handebol.
Uma loja vende camisetas em dois tamanhos, P e G, e em três cores, azul, verde e branco. Em um determinado mês, a loja vendeu
35 camisetas, sendo 17 de tamanho P. Sabendo, ainda, que, das camisetas vendidas, 10 eram verdes de tamanho G, 7 eram
brancas de tamanho P, 18 não eram verdes e a quantidade de camisetas azuis vendidas era igual à metade das camisetas
brancas vendidas, é correto concluir que o número de camisetas azuis de tamanho G vendidas naquele mês foi
A
3.
B
18.
C
12.
D
5.
E
7.
João não viaja no feriado, caso Joana esteja na capital ou o time de João não jogue. Se João viajou no feriado, então
A
Joana não estava na capital e o time de João jogou.
B
Joana estava na capital ou o time de João não jogou.
C
Joana não estava na capital e o time de João não jogou.
D
Joana estava na capital e o time de João não jogou.
E
Joana não estava na capital ou o time de João jogou.
É difícil ignorar a sensação.......estamos sendo vigiados quando navegamos na internet.
Preenche corretamente a lacuna da frase acima:
A
de que.
B
à qual.
C
sobre a qual.
D
em que.
E
ao que.
Texto Associado Texto Associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 14.
1 - Por boa parte da história humana, a privacidade estava pouco presente na vida da maioria das pessoas. Não existiam
expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios.
2 - A difusão da privacidade em escala maciça, com certeza uma das realizações mais impressionantes da civilização moderna,
dependeu de outra realização, ainda mais impressionante: a criação da classe média. Só nos últimos 300 anos, quando a maior parte
das pessoas obtiveram os meios financeiros para controlar o ambiente físico, as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade
vieram a surgir.
3 - A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar por que a privacidade está sob ataque hoje. A situação nos
faz recordar que ela não é um traço básico da existência humana, mas sim um produto de determinado arranjo econômico - e
portanto um estado de coisas transitório.
4 - Hoje as forças da criação de riqueza já não favorecem a expansão da privacidade, mas trabalham para solapá-la.
Testemunhamos a ascensão daquilo que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de vigilância" - a transformação de
nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da tecnologia. Encaramos um futuro no qual a vigilância ativa é uma parte tão
rotineira das transações que se tornou praticamente inescapável.
5 - Como nossas experiências com a mídia social têm deixado claro, agimos diferente quando sabemos estar sendo observados.
A privacidade é a liberdade de agir sem ser observado, e assim, em certo sentido, de sermos quem realmente somos - não o que
desejamos que os outros pensem que somos. A maioria deseja maior proteção à sua privacidade. Porém, isso requererá a criação de
diversas leis.
(Adaptado de: The New York Times. Tradução de Paulo Migliacci. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Está correta a redação do segmento adaptado do texto que se encontra em:
A
Foi apenas nos últimos 300 anos, que surgiu as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade.
B
No futuro, conforme previsões, a vigilância ativa será uma parte rotineira das transações, a qual será quase impraticável
escapar.
C
As experiências com a mídia social, já se deixou claro que agimos de modo diferente quando estamos sendo observados.
D
A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar os motivos pelos quais a privacidade está ameaçada
hoje.
E
A difusão da privacidade em escala maciça, cuja as realizações mais impressionantes da civilização moderna, dependeu
da criação da classe média.
Texto Associado Texto Associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 14.
1 - Por boa parte da história humana, a privacidade estava pouco presente na vida da maioria das pessoas. Não existiam
expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios.
2 - A difusão da privacidade em escala maciça, com certeza uma das realizações mais impressionantes da civilização moderna,
dependeu de outra realização, ainda mais impressionante: a criação da classe média. Só nos últimos 300 anos, quando a maior parte
das pessoas obtiveram os meios financeiros para controlar o ambiente físico, as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade
vieram a surgir.
3 - A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar por que a privacidade está sob ataque hoje. A situação nos
faz recordar que ela não é um traço básico da existência humana, mas sim um produto de determinado arranjo econômico - e
portanto um estado de coisas transitório.
4 - Hoje as forças da criação de riqueza já não favorecem a expansão da privacidade, mas trabalham para solapá-la.
Testemunhamos a ascensão daquilo que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de vigilância" - a transformação de
nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da tecnologia. Encaramos um futuro no qual a vigilância ativa é uma parte tão
rotineira das transações que se tornou praticamente inescapável.
5 - Como nossas experiências com a mídia social têm deixado claro, agimos diferente quando sabemos estar sendo observados.
A privacidade é a liberdade de agir sem ser observado, e assim, em certo sentido, de sermos quem realmente somos - não o que
desejamos que os outros pensem que somos. A maioria deseja maior proteção à sua privacidade. Porém, isso requererá a criação de
diversas leis.
(Adaptado de: The New York Times. Tradução de Paulo Migliacci. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Atente ao que se afirma abaixo a respeito da pontuação do texto.
I. O travessão que antecede o segmento não o que desejamos que os outros pensem que somos (5o parágrafo) pode ser
substituído por vírgula, sem prejuízo da correção.
I I . Sem prejuízo da correção e do sentido, uma vírgula pode ser inserida imediatamente após o termo “expectativas” no
segmento: Não existiam expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios
(1o parágrafo).
I I I . O travessão que antecede o segmento a transformação de nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da
tecnologia (4o parágrafo) pode ser substituído por dois-pontos, sem prejuízo da correção.
Está correto o que se afirma APENAS em:
A
I.
B
I e III.
C
I e II.
D
III.
E
II e III.
Texto Associado Texto Associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 14.
1 - Por boa parte da história humana, a privacidade estava pouco presente na vida da maioria das pessoas. Não existiam
expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios.
2 - A difusão da privacidade em escala maciça, com certeza uma das realizações mais impressionantes da civilização moderna,
dependeu de outra realização, ainda mais impressionante: a criação da classe média. Só nos últimos 300 anos, quando a maior parte
das pessoas obtiveram os meios financeiros para controlar o ambiente físico, as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade
vieram a surgir.
3 - A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar por que a privacidade está sob ataque hoje. A situação nos
faz recordar que ela não é um traço básico da existência humana, mas sim um produto de determinado arranjo econômico - e
portanto um estado de coisas transitório.
4 - Hoje as forças da criação de riqueza já não favorecem a expansão da privacidade, mas trabalham para solapá-la.
Testemunhamos a ascensão daquilo que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de vigilância" - a transformação de
nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da tecnologia. Encaramos um futuro no qual a vigilância ativa é uma parte tão
rotineira das transações que se tornou praticamente inescapável.
5 - Como nossas experiências com a mídia social têm deixado claro, agimos diferente quando sabemos estar sendo observados.
A privacidade é a liberdade de agir sem ser observado, e assim, em certo sentido, de sermos quem realmente somos - não o que
desejamos que os outros pensem que somos. A maioria deseja maior proteção à sua privacidade. Porém, isso requererá a criação de
diversas leis.
(Adaptado de: The New York Times. Tradução de Paulo Migliacci. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Porém, isso requererá a criação de diversas leis. (5o parágrafo)
Em relação aos argumentos que a antecedem, a frase acima exprime noção de
A
conclusão.
B
finalidade.
C
conformidade.
D
oposição.
E
causa.
Texto Associado Texto Associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 14.
1 - Por boa parte da história humana, a privacidade estava pouco presente na vida da maioria das pessoas. Não existiam
expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios.
2 - A difusão da privacidade em escala maciça, com certeza uma das realizações mais impressionantes da civilização moderna,
dependeu de outra realização, ainda mais impressionante: a criação da classe média. Só nos últimos 300 anos, quando a maior parte
das pessoas obtiveram os meios financeiros para controlar o ambiente físico, as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade
vieram a surgir.
3 - A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar por que a privacidade está sob ataque hoje. A situação nos
faz recordar que ela não é um traço básico da existência humana, mas sim um produto de determinado arranjo econômico - e
portanto um estado de coisas transitório.
4 - Hoje as forças da criação de riqueza já não favorecem a expansão da privacidade, mas trabalham para solapá-la.
Testemunhamos a ascensão daquilo que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de vigilância" - a transformação de
nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da tecnologia. Encaramos um futuro no qual a vigilância ativa é uma parte tão
rotineira das transações que se tornou praticamente inescapável.
5 - Como nossas experiências com a mídia social têm deixado claro, agimos diferente quando sabemos estar sendo observados.
A privacidade é a liberdade de agir sem ser observado, e assim, em certo sentido, de sermos quem realmente somos - não o que
desejamos que os outros pensem que somos. A maioria deseja maior proteção à sua privacidade. Porém, isso requererá a criação de
diversas leis.

 
(Adaptado de: The New York Times. Tradução de Paulo Migliacci. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Há ocorrência de forma verbal na voz passiva na seguinte frase adaptada do texto.
A
A privacidade, que está sob ataque hoje, não é um traço básico da existência humana.
B
Podemos constatar que vem aumentando a presença do que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de
vigilância".
C
A expansão da privacidade, hoje, já não é favorecida pelas forças da criação de riqueza.
D
A difusão da privacidade em escala maciça foi certamente uma das grandes realizações da civilização moderna.
E
Na vida da maioria das pessoas não havia a presença da privacidade.
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