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Texto 7
“O vôo de Santos Dumont foi fruto de uma idéia revolucionária,
assim como os micro-computadores e a rêde que hoje chamamos
de Internet”.
No texto 7, o segmento “ideia revolucionária” poderia ter trocado a ordem de suas palavras (revolucionária ideia) sem que isso modificasse suas classes gramaticais; a opção abaixo em que isso também ocorre é:
A
nova escultura;
B
jovem professora;
C
imigrante trabalhador;
D
velho pescador;
E
fanático marxista.
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Texto 6
Um texto de divulgação de um novo romance diz o seguinte:
 
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão. Ao
que parece, tentaram matá-lo, mas ele não se recorda dos fatos
que o levaram até ali. Muito menos de seu passado recente. Seria
dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua
falta. Essa dolorosa ausência imperceptível é a brecha para dar
vazão à sua revolta com o mundo contemporâneo e começar
uma nova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados
pela Justiça e escrever um best-seller. Mas uma paixão
verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque”.

(Época, 14/01/2019, p. 37)
O segmento do texto 6 em que a forma de apassivação é INADEQUADA é:
A
“Um homem acorda gravemente ferido” / Um homem é acordado gravemente ferido;
B
“para sentir sua falta” / para sua falta ser sentida;
C
“para dar vazão” / para ser dada vazão”;
D
“começar uma nova vida” / uma nova vida ser começada;
E
"executar criminosos” / criminosos serem executados.
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Texto 6
Um texto de divulgação de um novo romance diz o seguinte:
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão. Ao
que parece, tentaram matá-lo, mas ele não se recorda dos fatos
que o levaram até ali. Muito menos de seu passado recente. Seria
dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua
falta. Essa dolorosa ausência imperceptível é a brecha para dar
vazão à sua revolta com o mundo contemporâneo e começar
uma nova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados
pela Justiça e escrever um best-seller. Mas uma paixão
verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque”.

(Época, 14/01/2019, p. 37)
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão”; a palavra “lixão”, apesar do sufixo aumentativo, não mostra esse valor, formando um vocábulo com novo sentido (texto 6).
O mesmo ocorre em:
A
casa / casarão;
B
papel / papelão;
C
homem / homenzarrão;
D
pacote / pacotão;
E
cão / canzarrão.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
 
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular...”; esse segmento (texto 1) mostra uma forma de voz passiva - “são direcionados” - sem que haja menção do agente dessa ação.
O pensamento abaixo em que há uma forma de voz passiva com a indicação do agente é:
A
“A natureza só é comandada se é obedecida”;
B
“Dada a causa, a natureza produz o efeito no modo mais breve em que pode ser produzido”;
C
“O mundo será julgado pelas crianças. O espírito da infância julgará o mundo”;
D
“Existe alguma religião cujos fiéis possam ser apontados como nitidamente mais amáveis e dignos de confiança do que os de qualquer outra?”;
E
“A sabedoria não pode ser transmitida. A sabedoria que um sábio tenta transmitir soa mais como loucura”.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
 
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular, obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas...”;
 O gerúndio “obrigando” (texto 1) poderia ser adequadamente substituído pela seguinte forma desenvolvida:
A
e obrigam;
B
e para obrigar;
C
mesmo que obriguem;
D
quando obrigam;
E
à medida que obrigam.
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 14.
1 - Por boa parte da história humana, a privacidade estava pouco presente na vida da maioria das pessoas. Não existiam
expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios.
2 - A difusão da privacidade em escala maciça, com certeza uma das realizações mais impressionantes da civilização moderna,
dependeu de outra realização, ainda mais impressionante: a criação da classe média. Só nos últimos 300 anos, quando a maior parte
das pessoas obtiveram os meios financeiros para controlar o ambiente físico, as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade
vieram a surgir.
3 - A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar por que a privacidade está sob ataque hoje. A situação nos
faz recordar que ela não é um traço básico da existência humana, mas sim um produto de determinado arranjo econômico - e
portanto um estado de coisas transitório.
4 - Hoje as forças da criação de riqueza já não favorecem a expansão da privacidade, mas trabalham para solapá-la.
Testemunhamos a ascensão daquilo que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de vigilância" - a transformação de
nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da tecnologia. Encaramos um futuro no qual a vigilância ativa é uma parte tão
rotineira das transações que se tornou praticamente inescapável.
5 - Como nossas experiências com a mídia social têm deixado claro, agimos diferente quando sabemos estar sendo observados.
A privacidade é a liberdade de agir sem ser observado, e assim, em certo sentido, de sermos quem realmente somos - não o que
desejamos que os outros pensem que somos. A maioria deseja maior proteção à sua privacidade. Porém, isso requererá a criação de
diversas leis.

 
(Adaptado de: The New York Times. Tradução de Paulo Migliacci. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Há ocorrência de forma verbal na voz passiva na seguinte frase adaptada do texto.
A
A privacidade, que está sob ataque hoje, não é um traço básico da existência humana.
B
Podemos constatar que vem aumentando a presença do que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de
vigilância".
C
A expansão da privacidade, hoje, já não é favorecida pelas forças da criação de riqueza.
D
A difusão da privacidade em escala maciça foi certamente uma das grandes realizações da civilização moderna.
E
Na vida da maioria das pessoas não havia a presença da privacidade.
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.
1 - As rápidas e crescentes mudanças no setor da comunicação puseram em xeque os antigos modelos de negócios. As novas
rotinas criadas a partir das plataformas digitais produziram um complexo cenário de incertezas. Vivemos um grande desafio.
2 - É preciso refletir sobre a mudança de paradigmas, uma vez que a criatividade e a capacidade de inovação - rápida e de baixo
custo - serão fundamentais para a sobrevivência das organizações tradicionais e para o sucesso financeiro das nativas digitais.
Mas é preciso, também, que façamos uma autocrítica sobre o modo como vemos o mundo e a maneira como dialogamos com
ele.
3 - Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lembram disso? Lá estavam as nossas
lembranças, os nossos registros afetivos. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava.
4 - Agora fotografamos tudo compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos digitais de nossos
dispositivos móveis. Temos excesso de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Pensamos
que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de
um instante. É importante guardar imagens. Porém, é mais importante viver cada momento com intensidade. As relações afetivas
estão sucumbindo à coletiva solidão digital.
5 - Algo análogo se dá com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. A fragmentação dos conteúdos
pode transmitir certa sensação de liberdade, já que não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do
nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da
superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica.
(Adaptado de: DI FRANCO, Carlos Alberto. Disponível em: opiniao.estadao.com.br)
Estão flexionados nos mesmos tempo e modo os verbos que se encontram em:
A
Navegamos freneticamente no espaço virtual // que façamos uma autocrítica.
B
Lembram disso? // Muitas vezes abríamos o álbum.
C
em quase todas as famílias existia um álbum de fotos // a imaginação voava.
D
Algo análogo se dá com o consumo da informação // puseram em xeque os antigos modelos de negócios.
E
Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência // produziram um complexo cenário de incertezas.
No segmento a seguir, a pergunta é feita em discurso indireto. “No caixa, outras freguesas perguntaram se ela tinha restaurante.”

Assinale a opção que apresenta a forma dessa pergunta em discurso direto.  
A
A senhora tinha restaurante?
B
A senhora tinha tido restaurante?  
C
A senhora teria restaurante?  
D
A senhora teve restaurante?
E
A senhora tem restaurante?  
Os substantivos coletivos em língua portuguesa podem ser específicos (“cardume” só se aplica a peixes) e gerais (“grupo” se aplica a uma grande diversidade de elementos).

Assinale a opção em que o termo precedido da preposição de tem a função de especificar um termo coletivo geral anterior.
A
“mercadinho de bairro”. 
B
“maços de espinafre”. 
C
“consumiria de imediato”. 
D
“postos de combustível”
E
“comportamento de muita gente”. 
“A dona, diligente, havia conseguido algumas verduras.” A forma verbal sublinhada poderia ser adequadamente substituída por duas outras formas, que são  
A
conseguira / tinha conseguido.  
B
conseguira / conseguiu. 
C
tinha conseguido / conseguiu.
D
conseguia / conseguira.
E
conseguiria / conseguiu. 
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