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De acordo com a ITIL v3, as requisições de serviço
A
são gerenciadas pelo processo Cumprimento de Requisições, normalmente em conjunto com o controle de operações de TI, do estágio Desenho de Serviços.
B
são uma declaração formal  de um usuário em relação àquilo que é necessário, por exemplo, um requisito de nível de serviço, um requisito de projeto ou os entregáveis necessários para um processo.
C
são requeridas para implementar uma mudança padrão e elas são registradas e rastreadas usando um PPO (Pro- cedimento Padrão de Operação).
D
podem estar vinculadas a uma requisição para mudança como parte do processo Cumprimento de Requisições, do estágio Operação de Serviço.
E
possuem tipos de categorias que são usadas para distinguir as requisições feitas a uma central de serviços, como evento, falha, requisição de mudança, reclamação e pedido de instalação de software.
Considere o código-fonte a seguir:
Imagem da Questão
É correto afirmar que a classe Java apresentada implementa uma
A
pesquisa linear.
B
árvore binária.
C
pilha.
D
fila.
E
pesquisa binária.
O TRT da 16a Região tem necessidades prementes que precisam ser gerenciadas através de práticas internacionalmente aceitas. Dentre estas necessidades estão:

I. Garantir que o provedor de serviço de TI possa sempre prover o mínimo nível de serviço acordado, através da redução do risco a um nível aceitável e planejamento da recuperação dos serviços de TI do Tribunal.
II. Garantir que os serviços de TI atendam às necessidades atuais e futuras dos negócios do Tribunal, de uma maneira mais efetiva em custo e mais oportuna. É necessário definir, analisar, planejar, medir e melhorar todos os aspectos da oferta de serviços de TI e garantir que todos os processos, infraestrutura, ferramentas, papéis etc, de TI sejam adequados para as metas de nível de serviço acordadas para disponibilidade.
III. Proteger as conveniências das principais partes interessadas, reputação, marca e atividades de criação de valor do Tribunal. Reduzir os riscos a um nível aceitável e ter um planejamento para a recuperação de processos de negócio do Tribunal, caso ocorra uma interrupção.

Ana, que trabalha como Analista Judiciária do Tribunal, recomendou que há processos da ITIL v3 indicados para tratar as necessidades elencadas em I, II e III. Estes processos são, respectivamente, Gerenciamento de
A
continuidade de serviço de TI, Gerenciamento de disponibilidade e Gerenciamento de continuidade de negócio, todos do estágio Desenho de Serviços.
B
configuração e ativos de serviços de TI (do estágio Transição de Serviços), Gerenciamento de liberação e implantação (do estágio Transição de Serviços) e Gerenciamento de continuidade de serviço de TI (do estágio Desenho de Serviços).
C
continuidade de serviço de TI, Gerenciamento de liberação e implantação, Gerenciamento de continuidade de negócio, todos do estágio Transição de Serviços.
D
continuidade de negócio (do estágio Transição de Serviços), Gerenciamento de disponibilidade (do estágio Operação de Serviços) e Gerenciamento de continuidade de serviço de TI (do estágio Transição de Serviços).
E
configuração e ativos de serviços de TI (do estágio Operação de Serviços), Gerenciamento de liberação e implantação (do estágio Operação de Serviços) e Gerenciamento de continuidade (do estágio Desenho de Serviços).
Em um certo dia de trabalho no TRT da 16a Região, ocorreu uma falha em um disco de um conjunto espelhado gerando uma interrupção não planejada de um serviço de TI que operava neste disco. De acordo com a ITIL v3, ocorreu um I, que possui um ciclo de vida expandido composto pelas etapas: II. No dia seguinte, novamente ocorreu a falha no mesmo disco, mais de uma vez. A equipe de TI buscou, então, investigar a sua causa raiz. De acordo com a ITIL v3 a investigação desta causa raiz deve ser conduzida pelo processo III, que pertence ao estágio IV .

As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas por:
A
incidente  −  identificação da causa, tratamento da causa, aplicação da correção, validação do contorno e registro do pro- blema  −  gerenciamento de problema  −  Operação de Serviços
B
problema  −  detecção, planejamento, execução e encerramento  −  gerenciamento de configuração e ativos de serviços de TI  −  Transição de Serviços
C
problema  −  detecção, diagnóstico, reparo, recuperação e restauração  −  gerenciamento de disponibilidade  −  Desenho de Serviços
D
evento  −  identificação da causa, tratamento da causa, aplicação da correção, validação do contorno e encerramento  −  gerenciamento de incidentes  −  Operação de Serviços
E
incidente  −  detecção, diagnóstico, reparo, recuperação e restauração  −  gerenciamento de problema  −  Operação de Serviços
De acordo com o CobiT 4.1, as organizações não podem atingir seus requisitos de negócios e governança sem adotar e implementar um modelo para governança e controle de TI para fazer uma ligação com os requisitos de negócios, identificar os recursos mais importantes a serem aprimorados e definir os objetivos de I a serem considerados, dentre outros aspectos.

A estratégia da organização deve ser traduzida pela área de negócios em objetivos II relacionados às iniciativas de TI. Esses objetivos devem levar a uma clara definição dos próprios objetivos III, o que por sua vez irá definir os recursos e capacidades de TI, ou a arquitetura de TI para a organização, necessários para executar de maneira bem-sucedida a parte que cabe à TI na sua estratégia.

As lacunas I, II e III são, correta e respectivamente, preenchidas por: 
A
de controles gerenciais - de negócios - de TI
B
de negócios - de controle - tecnológicos
C
de maturidade - estratégicos - de TI
D
de capacidade - de controle - estratégicos
E
de TI - de controles gerenciais - de negócios
André trabalha como Analista Judiciário e, analisando o modelo de maturidade do CobiT 4.1, concluiu que a performance atual do TRT da 16a Região nos seus processos de TI encontra-se no seguinte patamar: “os processos evoluíram para um estágio em que procedimentos similares são seguidos por diferentes funcionários fazendo a mesma tarefa. Mas não existe um treinamento formal ou uma comunicação dos procedimentos padronizados e a responsabilidade é deixada com cada um dos funcionários. Há um alto grau de confiança no conhecimento por parte deles e, consequentemente, erros podem ocorrer”.

O TRT da 16a Região encontra-se no nível de maturidade
A
3 (Processo Definido) e o próximo nível de maturidade a ser alcançado é o nível 4 (Gerenciado e Mensurável). No nível 4, a gerência passa a monitorar e medir a aderência aos procedimentos e adotar ações em que os processos parecem não funcionar muito bem no TRT da 16a Região. Os processos estarão em constante aprimoramento e fornecerão boas práticas. Automação e ferramentas serão utilizadas de uma maneira limitada ou fragmentada.
B
4 (Gerenciado e Mensurável) e o próximo nível de maturidade a ser alcançado é o nível 5 (Processo Definido). No nível 5, a gerência passa a monitorar e medir a aderência aos procedimentos e adotar ações em que os processos parecem não funcionar muito bem no TRT da 16a Região. Os processos estarão em constante aprimoramento e fornecerão boas práticas. Automação e ferramentas serão utilizadas de uma maneira limitada ou fragmentada.
C
2 (Repetível, porém Intuitivo) e o próximo nível de maturidade a ser alcançado é o nível 3 (Processo Definido). No nível 3, os procedimentos terão sido padronizados, documentados e comunicados através de treinamento. Todos do TRT da  16a Região devem seguir estes processos, mas possivelmente desvios não serão detectados. Os procedimentos não serão sofisticados, mas existirá a formalização das práticas existentes.
D
1 (Inicial / Ad hoc) e o próximo nível de maturidade a ser alcançado é o nível 2 (Repetível, porém Intuitivo). No nível 2, os procedimentos terão sido padronizados, documentados e comunicados através de treinamento. Todos do TRT da  16a Região devem seguir estes processos, mas possivelmente desvios não serão detectados. Os procedimentos não serão sofisticados, mas existirá a formalização das práticas existentes.
E
3 (Repetível, porém Intuitivo) e o próximo nível de maturidade a ser alcançado é o nível 4 (Gerenciado e Mensurável). No nível 4, os processos terão sido refinados a um nível de boas práticas, baseado no resultado de um contínuo aprimoramento e modelagem da maturidade como em outros Tribunais. A TI passará a ser utilizada no TRT da 16a Região como um caminho integrado para automatizar o fluxo de trabalho, provendo ferramentas para aprimorar a qualidade e efetividade, tornando a organização rápida em adaptar-se.
Quando um Sistema Operacional (SO) concilia múltiplos usuários, os aspectos de compartilhamento, a nomeação e a proteção de arquivos tornam-se relevantes. Dada uma estrutura de diretórios que permita o compartilhamento de arquivos entre os usuários, o sistema operacional:

I. Tem de mediar este compartilhamento.
II. Tanto pode permitir a um usuário o acesso aos arquivos de outros usuários por default como exigir que um usuário conceda especificamente acesso aos arquivos.
III. Precisa apenas dos mesmos atributos de arquivo e diretório para implementar o compartilhamento e a proteção necessários em um SO monousuário.
IV. Pode possuir múltiplos sistemas de arquivos locais, inclusive volumes em um único disco ou múltiplos volumes em múltiplos discos vinculados.
V. É responsável por definir as permissões sobre um arquivo  ou diretório a cada operação solicitada e a executa ou não.

Está correto o que se afirma APENAS em
A
I e II.
B
I, II e IV. 
C
II, IV e V.
D
III e V.
E
II e III.
Um Sistema Operacional (SO) realiza o gerenciamento

I , que inclui o fornecimento do sistema de arquivos para a representação de arquivos e diretórios e o gerenciamento do espaço em dispositivos com grande capacidade de armazenamento de dados.
II , que são a unidade básica de trabalho do SO. Isso inclui a sua criação, sua exclusão e o fornecimento de mecanismos para a sua comunicação e sincronização.
III , controlando que partes estão sendo usadas e por quem. Além disso, é responsável pela alocação e liberação dinâmica de seu espaço.

As lacunas I, II e III são,  correta e respectivamente, preenchidas por:
A
de armazenamento - de processos - de memória
B
em memória secundária - de serviços - em memória principal
C
de arquivos - de barramentos - de discos
D
de discos - de threads - de cache
E
de I/O - de tempos de CPU - de RAM
Uma das metas do programa MPS.BR é definir e aprimorar um modelo de melhoria e avaliação de processo de software e serviços. O Modelo de Referência MPS para Software (MR-MPS-SW) define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e sua capacidade. Neste modelo,
A
a definição dos processos segue os requisitos para um modelo de referência de processo apresentados na ISO/IEC 20968, declarando o propósito e os resultados esperados de sua execução.
B
a capacidade do processo é a caracterização da sua habilidade para alcançar os objetivos atuais de negócio. Está relacionada com o atendimento aos requisitos associados aos processos de um determinado nível de capacidade.
C
a escala de maturidade se inicia no nível A e progride até o nível G. Para cada um destes 7 níveis de maturidade é atribuído um perfil de processos que indicam onde a organização deve colocar o esforço de melhoria.
D
o progresso e o alcance de um determinado nível de maturidade são obtidos quando são atendidos os propósitos e todos os resultados esperados dos respectivos processos e os resultados esperados dos atributos de processos estabelecidos para aquele nível.
E
os processos são descritos em termos de propósito e resultados. O propósito estabelece os resultados a serem obtidos com a efetiva implementação do processo. Os resultados descrevem o objetivo geral a ser atingido durante a execução do processo.
Os modelos de processo são uma representação abstrata de um processo de software, que podem ser usados para explicar diferentes abordagens para o desenvolvimento de sistemas. Analise as seguintes abordagens:

Desenvolvimento I : intercala as atividades de especificação, desenvolvimento e validação. Um sistema inicial é de- senvolvido rapidamente baseado em especificações abstratas e depois é refinado com as entradas do cliente para produzir um produto que o satisfaça.
Modelo II : considera as atividades fundamentais do processo, compreendendo especificação, desenvolvimento, validação e evolução e as representa como fases de processo separadas, tais como especificação de requisitos, projeto de software, implementação, teste etc.
III: baseia-se na existência de um número significativo de partes reusáveis. O processo de desenvolvimento do sistema enfoca a integração destas partes, ao invés de desenvolvê-las a partir do zero.

Os modelos de processo genéricos descritos em I, II e III são, correta e respectivamente, associados a:
A
em Espiral - Baseado em Componentes - RAD
B
Evolucionário - em Cascata - Baseado em Componentes
C
Baseado em Componentes - Sequencial - Refactoring
D
Ágil - Sequencial - Unified Process
E
em Cascata - Ágil - Refactoring
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