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A respeito do Active Directory, considere:

I. A associação offline de domínio facilita o provisionamento de computadores em um datacenter. Ela tem a capacidade de provisionar antecipadamente contas de computador no domínio a fim de preparar as imagens do sistema operacional para implantação em massa.
II. Os computadores são associados ao domínio sempre que acessados. Isso reduz as etapas e o tempo necessário para implantar computadores em um datacenter.
III. O BPA (Analisador de Práticas Recomendadas) do Active Directory identifica desvios das práticas recomendadas para ajudar os profissionais de TI a gerenciar melhor suas implantações do Active Directory. O BPA usa cmdlets do Windows PowerShell para coletar dados de tempo de execução.

Está correto o que se afirma APENAS em
A
II
B
II e III
C
I e II
D
I e III
E
III
O mecanismo de autenticação de usuários do protocolo I (protocolo 1) possui um nível de segurança consideravelmente superior ao do protocolo II (protocolo 2), pois no caso do protocolo 1, seu servidor recebe do cliente uma prova da identidade do usuário (normalmente uma derivação criptográfica da senha) e a verifica, enquanto no caso do protocolo 2 o cliente é quem verifica os números de ID do usuário e do grupo do usuário no Unix, propiciando que uma entidade impostora possa facilmente se fazer passar pelo usuário autêntico apenas informando estes números de ID.

As lacunas I e II são, corretas e respectivamente, preenchidas com:
A
SMB e NFS.
B
NFS e SMB.
C
SMB e CIFS.
D
NFS e CIFS.
E
CIFS e NFS.
É a unidade que armazena a posição de memória que contém a instrução que o computador está executando em um determinado momento. Ela informa à ULA qual operação a executar, buscando a informação (da memória) que a ULA precisa para executá-la.

O texto se refere à
A
ISA − Unidade de Arquitetura Integrada.
B
UCP − Unidade Central de Processamento.
C
ALU − Unidade Aritmética e Lógica.
D
UC − Unidade de Controle.
E
PCI − Unidade de Controle de Periféricos.
Pode-se comparar a placa-mãe de um computador com uma cidade, onde os prédios seriam os componentes como processador, memória, placas e discos e os barramentos seriam
A
os semáforos.
B
as ruas e avenidas.
C
as represas.
D
os estacionamentos.
E
os acostamentos.
Recentemente foi aprovado o desenvolvimento do seguinte projeto no Tribunal Regional do Trabalho da 15a Região:

O projeto é uma aplicação web simples, que implementa as operações básicas de um cadastro e segue um modelo de implementação orientada a objetos na plataforma Java EE. O MySQL foi o banco de dados escolhido para persistir as informações do cadastro. O projeto utilizará os seguintes frameworks Java:

O I é uma tecnologia para desenvolvimento de soluções web especificada pela plataforma Java EE. O objetivo desse framework é estipular um padrão para soluções web corporativas em Java. O Primefaces é uma extensão deste framework e disponibiliza uma série de componentes visuais predefinidos. Trata-se de uma tecnologia open source cujo objetivo é aumentar a produtividade durante o desenvolvimento, com foco em qualidade e eficiência.

O II é um modelo de componentes, especificado pela plataforma Java EE, elaborado para resolver problemas e desafios complexos de softwares corporativos. São componentes que atuam na camada servidor, classificados como componentes de negócio. Podem ser utilizados em diferentes situações como desenvolvimento distribuído, integração/conectividade com legado, processamento assíncrono baseado Fila / Mensagens, controle transacional e outros. Este componente é responsável pelas regras de negócio, ou seja, a persistência e o controle transacional.  A JPAJava Persistence API é o padrão adotado pelo Java para soluções ORM (Objeto Mapeamento Relacional).

A JPA define as regras ORM via anotações, mas por ser uma especificação ou padrão ela depende de um provider. Nessa aplicação poderá ser  utilizado o III como o provider JPA.

Os frameworks I, II e III acima que serão utilizados no projeto são, respectivamente:
A
Tomcat; JBoss; APEX.
B
JSF; EJB; Hibernate.
C
Hibernate; JSF; EJB.
D
EJB; Hibernate; JSF.
E
JBoss; Tomcat; Hibernate.
A arquitetura dos web services é baseada na interação de três entidades ou componentes, quais sejam:

I. Cria o web service e disponibiliza o serviço para que alguém possa utilizá-lo. Mas, para que isto ocorra, precisa descrever o web service em um formato padrão, que seja compreensível para qualquer pessoa ou processo que precise usar esse serviço e também publicar os detalhes sobre seu web service em um registro central que esteja disponível.
II. É qualquer um que utilize um web service. Conhece a funcionalidade do web service a partir da descrição disponibilizada, recuperando os seus detalhes através de uma pesquisa sobre o registro publicado. Através desta pesquisa, pode obter o mecanismo para ligação com este web service.
III. É a localização central em que as duas entidades anteriores podem uma relacionar os web services e a outra pesquisá-los. Contém informações como detalhes de uma empresa, quais os serviços que ela fornece e a descrição técnica de cada um deles.

I, II e III, referem-se, respectivamente, a:
A
XML; SOAP; WSDL.
B
Web Services Gateway; Web Services Invocation Framework; UDDI Explorer.
C
Registro dos serviços; Provedor de serviço; Consumidor de serviços.
D
Service Broker; Service Consumer; Service Provider.
E
Provedor de serviço; Consumidor de serviços; Registro dos serviços.
A homologação de sistema é um tipo de serviço que reúne um ou mais tipos de testes de acordo com a estratégia acordada no Plano de Testes. Em um sistema OO − Orientado a Objetos, a natureza do software muda tanto a estratégia quanto a tática de teste. Luiza, que trabalha no Tribunal Regional do Trabalho da 15a Região, deparou-se com a seguinte situação:

“Há uma hierarquia de classes na qual uma operação X é definida para a superclasse e é herdada por suas subclasses. Cada subclasse usa a operação X, mas ela é aplicada dentro do contexto dos atributos e operações privadas que foram definidas para a subclasse. O contexto no qual a operação X é usada varia de modo sutil.”

Para Luiza aplicar o teste de unidade na operação X é
A
necessário testar a operação X no contexto de cada uma das subclasses.
B
obrigatório testar a operação X isoladamente.
C
desnecessário testar a operação X nas subclasses, pois o mecanismo de herança cuida disto.
D
impossível testar a operação X por causa do polimorfismo.
E
necessário testar apenas a interface da classe, pois o teste de unidade num sistema OO testa todos os métodos da classe simultaneamente.
Considere as orientações: 
Imagem da Questão
As lacunas das orientações acima referem-se ao
A
Framework EJB.
B
Servidor de aplicação JBoss.
C
Framework Hibernate.
D
Servidor de aplicação Tomcat.
E
Framework Java EE.
Considere: 
Imagem da Questão
Em relação ao Código 1 e ao Código 2 apresentados acima, é correto afirmar:
A
ambos os códigos apresentam exemplos de HTML usando CSS e XML.
B
o código 1 apresenta um exemplo em HTML usando CSS e o código 2 apresenta um exemplo em HTML usando XML.
C
o código 1 apresenta um exemplo em XML e o código 2 apresenta um exemplo em HTML usando CSS.
D
a linha omitida do código 2 é obrigatoriamente:
<xsl:stylesheet xmlns:xsl="http://www.w3.org/TR/WD-xsl">
E
a linha omitida do código 1 é obrigatoriamente:
<!DOCTYPE html PUBLIC>
Texto Associado Texto Associado
Imagem Associada da Questão
Para testar a classe Ordenacao com um vetor de 10 elementos, é necessário criar a classe TestaOrdenacao:
Imagem da Questão
Caixa 2 é corretamente preenchida por: 
A
vetor.ordena();
B
vetor=Ordena();
C
ordena vetor[10] = new ordena();
D
vetor.ordena(10);
E
nenhum comando, pois há erros na classe TestaOrdenacao 
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