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WBS (Work Breakdown Structure) é o processo de subdivisão das entregas e do trabalho do projeto em componentes menores e de gerenciamento mais fácil. Para construir uma WBS adequada é recomendável seguir um conjunto de regras ou recomendações. Com relação a essas recomendações, considere:

I. Os elementos terminais na WBS, ou seja, os elementos não decompostos (no nível mais baixo) são chamados de pacotes de trabalho, e não devem ultrapassar o limite de 200 elementos.
II. Uma WBS deve incluir 100% de todo o trabalho que deve ser feito na iteração. Nenhum artefato será produzido se não estiver definido como saída de alguma atividade de WBS e nenhuma atividade deixará de produzir algum artefato de saída.
III. Devem-se usar verbos para definir o subproduto a ser gerado na atividade da WBS, e não substantivos. Por exemplo, deve-se usar "testar o módulo" e não "relatório de teste do módulo".
IV. Elementos da WBS podem ter um único elemento filho e elementos filhos podem ter mais de um elemento pai.

São recomendações corretas para se construir uma WBS o que consta APENAS em
A
II e III
B
I, III e IV
C
I, II e III
D
III e IV
E
I e II
A notação BPMN é rica em elementos de representação, o que torna possível modelar processos mais complexos. Para representar uma divisão de fluxo (como em uma exceção) ou junções de fluxo, utiliza-se
A
seta com ponta vazia, que é chamada ponteiro.
B
hexágono, que é chamado conector.
C
losango, que é chamado de gateway.
D
paralelogramo, que é chamado conector.
E
círculo, que é chamado concentrador.
O Modelo de Referência MPS para Software (MR-MPS-SW) define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e sua capacidade. No MR-MPS-SW,
A
o processo de Gerência de Riscos é componente do nível de maturidade C (Definido) e tem como propósito identificar, analisar, tratar, monitorar e reduzir continuamente os riscos em nível organizacional e de projeto.
B
à medida que a organização evolui nos níveis de maturidade, o nível de capacidade para desempenhar o processo deve ser mantido.
C
a divisão em 5 níveis de maturidade tem o objetivo de possibilitar uma implementação e avaliação adequada às micros, pequenas e médias empresas e também permite uma visibilidade dos resultados de melhoria de processos em prazos mais curtos.
D
os diferentes níveis de capacidade dos processos são descritos por 12 atributos de processo (AP) cujo alcance é avaliado utilizando-se indicadores-chave de desempenho (PKI - Key Performance Indicators).
E
a definição dos processos segue os requisitos para um modelo de referência de processo apresentados na Norma ISO/IEC 20968, declarando o propósito e os resultados esperados de sua execução. 
Em relação à versão 4, o PMBoK trouxe na sua recente versão 5, a criação de uma nova área de conhecimento denominada:
A
Plan Stakeholder Management.
B
Control Stakeholders Engagement.
C
Project Scope Management.
D
Project Stakeholder Management.
E
Plan Schedule Management. 
De acordo com o guia PMBoK, os projetos variam em tamanho e complexidade e, independentemente se são grandes ou pequenos, simples ou complexos, todos os projetos podem ser mapeados para a seguinte estrutura de ciclo de vida:
A
Início do projeto; Organização e preparação; Execução do trabalho do projeto e Encerramento do projeto.
B
Análise de requisitos; Projeto; Implementação; Testes; Integração e Manutenção.
C
Concepção; Elaboração; Construção e Transição.
D
Definição do escopo do sistema; Elaboração da arquitetura; Desenvolvimento e Implantação.
E
Custo do projeto; Tempo do projeto; Qualidade do projeto e Escopo do projeto. 
O Modelo de Referência MR-MPS define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e sua capacidade. O nível de maturidade em que se encontra uma organização permite prever o seu desempenho futuro ao executar um ou mais processos. O MR-MPS define 7 níveis de maturidade. Considere:

I. A capacidade do processo é a caracterização da sua habilidade para alcançar os objetivos de negócio, atuais e futuros, estando relacionada com o atendimento aos atributos de processo associados aos processos de cada nível de maturidade.
II. Os níveis são acumulativos, ou seja, se a organização está no nível G, esta possui o nível de capacidade do nível G que inclui os atributos de processo dos níveis F e G para todos os processos relacionados no nível de maturidade G (que também inclui os processos de nível F).
III. Na passagem para um nível de maturidade superior, os processos anteriormente implementados devem passar a ser executados no nível de capacidade exigido neste nível superior.

Está correto o que se afirma APENAS em
A
I
B
I e II
C
II e III
D
III
E
I e III
O CMMI suporta dois caminhos de melhoria usando níveis. Esses níveis correspondem a duas formas de melhoria de processo, chamadas de representações. Numa representação, a melhoria é medida por processos, sendo possível ter um processo com um certo nível e outro processo com um nível mais elevado, variando de acordo com os interesses da empresa. Na outra representação, a melhoria é medida por um conjunto de processos, sendo necessário que todos os processos atinjam um mesmo nível para que a empresa seja certificada naquele nível. O uso da representação I permite que se atinjam níveis de II . O uso da representação III, permite que se atinjam níveis de IV .

Preenchem, correta e respectivamente, as lacunas I, II, III e IV:
A
por estágios − capacidade − contínua − maturidade
B
contínua − continuidade − por serviços − maturidade
C
CMMI-DEV − desenvolvimento − CMMI-ACQ − aquisição
D
contínua − capacidade − por estágios − maturidade
E
CMMI-DEV − desenvolvimento − CMMI-SVC − serviço 
A Instrução Normativa para Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação (MPOG/SLTI IN 04/2010), elenca, no que se refere às licitações dos tipos técnica e preço, as seguintes recomendações:

I. Incluir critérios de pontuação técnica que não estejam diretamente relacionados com os requisitos da Solução de Tecnologia da Informação a ser contratada ou que frustrem o caráter competitivo do certame.
II. Incluir, para cada atributo técnico da planilha de pontuação, sua contribuição percentual com relação ao total da avaliação técnica.
III. Proceder à avaliação do impacto de pontuação atribuída em relação ao total de pontos, observando se os critérios de maior peso são de fato os mais relevantes e, se a ponderação atende ao princípio da razoabilidade.
IV. Fixar os fatores de ponderação das propostas técnicas e de preço sem justificativa.

As recomendações que são VEDADAS pela IN são APENAS:
A
I, II e III.
B
I e IV.
C
II e III.
D
II, III e IV.
E
I e III.
De acordo com a Instrução Normativa para Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação (MPOG/SLTI IN 04/2010), a tarefa “Análise de Viabilidade da Contratação”, da fase de Planejamento da Contratação, compreende a “identificação das diferentes soluções que atendam aos requisitos”. Para tanto, deve-se manter a observância às políticas, premissas e especificações técnicas definidas por:
A
Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (PIGE) e Control Objectives for Information and related Technology (CobiT).
B
Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (MAGE) e Project Management Body of Knowledge (PMBoK).
C
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICPB) e Normas NBR ISO/IEC: 27001:2006, 27002:2005, 27005 e 15999.
D
Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (e-PING) e Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (e- MAG).
E
Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD) e Normas NBR ISO/IEC: 27001:2006, 27002:2005, 27005 e 15999.
O modelo CobiT para o gerenciamento de processos de TI foi desenvolvido com uma ênfase forte em controles. O TRT adotou o modelo de maturidade do CobiT. No estágio atual, os procedimentos do TRT foram padronizados, documentados e comunicados através de treinamento. Mas, embora seja mandatório que os processos estabelecidos fossem seguidos, alguns desvios não foram detectados. Os procedimentos adotados ainda não são sofisticados, mas existe a formalização das práticas existentes no TRT.

De acordo com o modelo de maturidade do CobiT 4.1, o TRT encontra-se no nível
A
1- Inicial / Ad hoc.
B
2- Repetível, porém Intuitivo.
C
3- Processo Definido.
D
4- Gerenciado e Mensurável.
E
5- Otimizado.
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