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Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
Uma área de processo é um conjunto de práticas relacionadas a uma área que, quando implementadas, satisfazem a um conjunto de metas consideradas importantes para realizar melhorias significativas naquela área. O modelo CMMI-DEV versão 1.2 é composto por 22 áreas de processo organizadas nas categorias Gestão de Processo, Gestão de Projeto, Engenharia e Suporte. As áreas de processo da categoria Gestão de Projeto tratam das atividades de gestão relacionadas a planejamento, monitoramento e controle de projeto. Dentre as áreas de processo de Gestão de Projeto estão Planejamento de Projeto, Monitoramento e Controle de Projeto, Gestão Quantitativa de Projeto,
A
Gestão Integrada de Projeto e Treinamento na Organização.
B
Garantia da Qualidade de Processo e Gestão de Riscos.
C
Gestão de Contrato com Fornecedores e Implantação de Inovações na Organização. 
D
Gestão de Requisitos e Integração de Produto.
E
Gestão de Contrato com Fornecedores e Gestão de Riscos. 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
O Auditor de Controle Externo do TCM/GO da Área de TI decidiu utilizar a representação contínua do CMMI-DEV versão 1.2 para a melhoria dos processos de desenvolvimento e manutenção de produtos e serviços do Tribunal. Para justificar sua decisão, elencou um conjunto de características das formas de representação do CMMI-DEV:

 I. Se os processos da organização que precisam ser melhorados são conhecidos e se as dependências entre as áreas de processo descritas no CMMI são bem compreendidas, esta forma de representação é uma boa escolha para essa organização.   
 II. Esta forma de representação prescreve uma ordem de implementação das áreas de processo de acordo com níveis de maturidade, definindo um caminho de melhoria para a organização, do nível “inicial” ao nível “em otimização”.   
 III. Esta forma de representação permite livre escolha da sequência de melhorias, de forma a melhor satisfazer aos objetivos estratégicos e mitigar as áreas de risco da organização.   
 IV. Se não se sabe por onde começar e quais processos escolher para serem melhorados, esta forma de representação é uma boa opção, pois fornece um conjunto específico de processos para melhorar em cada etapa.

Dentre as características elencadas, referem-se à representação contínua APENAS os itens
A
I e II.
B
I e III.
C
II e IV.
D
IV.
E
II e III.
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
No Modelo de Referência MPS para software (MR-MPS-SW), o nível de maturidade composto pelos processos dos níveis anteriores, mas que não possui processos específicos nem que sofreram evolução, é o Nível
A
G − Otimizado.
B
B − Gerenciado Quantitativamente. 
C
A − Em Otimização. 
D
E − Parcialmente Definido. 
E
F − Gerenciado. 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
Segundo a ITIL v3 atualizada em 2011, no processo de Gerenciamento de Portfólio de Serviço da Estratégia de Serviço, os serviços aprovados, liberados e disponíveis para serem contratados ficam no 
A
Repositório Central que faz parte do Pacote de Liberação de Serviços. 
B
Funil de Serviços do Portfólio de Serviços. 
C
Pipeline que faz parte da Biblioteca de Mídia Definitiva. 
D
Catálogo de Serviços que faz parte do Portfólio de Serviços. 
E
Sistema de Gerenciamento de Configuração do Portfólio de Serviços.
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
De acordo com a ITIL v3, a Matriz de Atribuição de Responsabilidades (RACI) é um modelo usado para ajudar a definir papéis e responsabilidades de cada indivíduo frente às atividades de um processo. Em uma matriz RACI 
A
pode haver atividades sem prestador de contas (accountable). 
B
para uma mesma atividade, apenas uma pessoa deve ser consultada (consulted).  
C
para toda atividade, pode haver mais de um responsável (responsible) em executá-la. 
D
pode existir mais de um prestador de contas (accountable) para uma mesma atividade. 
E
uma pessoa consultada em uma atividade não pode ser consultada em outra. 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
Segundo o Guia PMBoK 4a edição, para se estimar a duração das atividades de um projeto de software pode-se utilizar uma técnica que considera as incertezas das estimativas e os riscos. Esta técnica usa três estimativas para definir uma faixa aproximada para a duração de uma atividade: tempo mais provável (tM), tempo otimista (tO) e tempo pessimista (tP). Trata-se da Técnica de 
A
Corrente Crítica (TCC).  
B
Revisão e Avaliação de Programa (PERT).  
C
Estimativa Parametrizada (TEP). 
D
Análise de Reserva (TAR). 
E
Caminho Crítico (TCC).
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
O Auditor de Controle Externo do TCM/GO que atua na área de Tecnologia da Informação está utilizando o Cobit 4.1 como modelo de controle para governança de TI. Certo dia se deparou com as seguintes questões de gerenciamento:
  1. Os novos projetos fornecerão soluções que atendam às necessidades de negócio do TCM/GO?
  2. Os novos projetos serão entregues no tempo e orçamento previstos?
  3. Os novos sistemas ocorrerão apropriadamente quando implementados?
  4. As alterações ocorrerão sem afetar as operações de negócio atuais?
Sabendo que o CobiT define as atividades de TI em um modelo de processos genéricos com domínios que mapeiam as tradicionais áreas de responsabilidade de TI de planejamento, construção, processamento e monitoramento, o Auditor de Controle Externo relacionou corretamente estas questões ao domínio 
A
Adquirir e Implementar (AI), que provê as soluções e as transfere para tornarem-se serviços.
B
Planejar e Organizar (PO), que provê direção para entrega de soluções e entrega de serviços. 
C
Entregar e Suportar (DS), que recebe as soluções e as torna passíveis de uso pelos usuários finais. 
D
Planejar e Suportar (PS), que provê direção para entrega de soluções e fornece suporte aos usuários finais. 
E
Monitorar e Avaliar (ME), que monitora todos os processos para garantir que a direção definida seja seguida. 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
Os portlets podem ser considerados aplicações web agrupáveis em páginas de portais que compõem o núcleo dos serviços destes portais. Podem ser distribuídos em vários formatos, mas o mais comum é em arquivos WAR, que normalmente contêm
A
uma pasta chamada PORTLET-INF contendo o arquivo portlet-config.xml que traz todas as configurações do portlet.
B
um conjunto de arquivos XML de configuração do portlet, como web.xml, portlet-config.xml e startportlet.xml.
C
uma pasta chamada PORTLET, com o arquivo descritor de contexto do portlet chamado web.xml.
D
um diretório WEB-INF com o arquivo portlet.xml, no qual são colocadas as configurações básicas do portlet.
E
um conjunto de portlets e servlets configurados por meio do arquivo descritor de contexto portlet-inf.xml. 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
Em um documento Really Simple Syndication − RSS escrito no formato XML o elemento <channel> é usado para descrever o feed RSS e possui três elementos filhos obrigatórios que são:
A
<rss>, <item> e <description>
B
<title>, <link> e <description> 
C
<title>, <content> e <description> 
D
<rss>, <head> e <body>
E
<rss>,  <link> e <content> 
Ano: 2015 Banca: FCC Órgão: TCM-GO Prova: Auditor de Controle Externo - Informática
A terceirização pode fazer parte das políticas relativas ao alinhamento estratégico entre a área de TI e negócios. Para a terceirização a análise financeira é importante, pois as soluções técnicas (interna e externa) são semelhantes. O fator crítico de sucesso é o gerenciamento.  Considerando que as soluções interna e externa (terceirizada) adotam um único critério, como 24 × 7 × 365, em relação ao custo do gerenciamento da disponibilidade da infraestrutura de TI, a solução terceirizada oferece
A
maior efetividade, que implica em menor custo que a interna, em função dos ganhos de escala da empresa que terceiriza.
B
maior custo que a interna em relação à manutenção preventiva, que inclui atualização de firmware, soluções de proteção etc.
C
menor custo que a interna em relação à manutenção corretiva dos componentes individuais exclusivos da organização.
D
maior custo que a interna em relação à manutenção corretiva dos componentes compartilhados. 
E
menor custo, tornando a terceirização sempre uma melhor opção que a solução interna, também em relação ao gerenciamento da capacidade e atualização.
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