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É um capítulo do PMBOK 4a edição que inclui processos, tais como: Coletar requisitos e Criar EAP, entre outros. Trata-se do Gerenciamento
A
das comunicações do projeto.
B
de integração do projeto.
C
de custos do projeto.
D
do escopo do projeto.
E
da qualidade do projeto. 
No CobiT 4.1, NÃO se trata de um Objetivo de Controle Detalhado do processo Definir um Plano Estratégico de TI:
A
Plano Estratégico de TI.
B
Gerenciamento do Portfólio de TI.
C
Avaliação da Capacidade e Desempenho Correntes.
D
Modelo de Arquitetura da Informação da Organização.
E
Gerenciamento de Valor da TI. 
Os vários elementos do modelo CobiT 4.1 podem ser mapeados com as áreas de foco de governança de TI. Por exemplo: no Alinhamento Estratégico, os Objetivos e as Métricas são mapeados como Ferramenta Primária (P); na Entrega de Valor, as Práticas são mapeadas como Ferramenta Secundária (S); no Gerenciamento de Risco, as Métricas, as Práticas e os Modelos de Maturidade são mapeados, respectivamente, como S, P e S. No Gerenciamento de Recursos, as Métricas, as Práticas e os Modelos de Maturidade são mapeados, respectivamente, como
A
S, P e P.
B
S, S e P.
C
S, P e S.
D
P, S e P.
E
P, S e S.
Na ITIL v3, o Gerenciamento da disponibilidade, o Gerenciamento do catálogo de serviços, o Gerenciamento de fornecedor, o Gerenciamento da capacidade e o Gerenciamento de nível de serviço são cinco, dentre os sete processos cobertos na fase do ciclo de vida de
A
Desenho de Serviço.
B
Operação de Serviço.
C
Estratégia de Serviço.
D
Transição de Serviço.
E
Melhoria Contínua de Serviço.
A estrutura da biblioteca ITIL v3, em seu modelo circular, é representada por um núcleo I e duas outras camadas II e III circundando o núcleo, conforme a figura.
Imagem da Questão
Considere os livros de acordo com a ordem dada abaixo.

X1. Desenho de Serviço.
X2. Melhoria Contínua de Serviço.
X3. Transição de Serviço.
X4. Estratégia de Serviço.
X5. Operação de Serviço.

Os livros que compõem as camadas I, II e III, correta e respectivamente, são:
A
X1, X2 | X3, X5 | X4 
B
X4 | X1, X3, X5 | X2
C
X3 | X1, X2 | X4, X5 
D
X4 | X1, X3 | X2, X5 
E
X2 | X1, X3, X4 | X5 
WSRP (Web Services for Remote Portlets) define um conjunto de interfaces que todo WSRP Producer deve implementar e que todo WSRP Consumer utiliza para interagir com os portlets remotos. O grande benefício de se padronizar estas interfaces é a possibilidade de criar portlets genéricos. Assim, todo fornecedor de portal que queira suportar WSRP deve seguir a sua especificação. A especificação WSRP 2.0 propõe 4 interfaces cujas definições estão apresentadas abaixo. Assinale a interface que não existe na especificação WSRP 2.0.
A
Service Description Interface (Interface de Descrição de Serviço): fornece uma descrição dos serviços fornecidos pelo Producer. Baseado nestas informações, o Consumer é capaz de determinar o que é preciso para executar o portlet.
B
Portlet Bridge Interface (Interface-Ponte do Portlet): funciona como uma ponte para o ambiente de execução, em que diferentes abstrações são utilizadas para processar as interações com o usuário ou para renderizar a interface gráfica do portlet.
C
Markup Interface (Interface de Marcação): permite que o Consumer interaja com o portlet remoto.
D
Registration Interface (Interface de Registro): permite que o Producer obrigue que os Consumers façam um registro antes de interagir com os serviços.
E
Portlet Management Interface (Interface de Gerenciamento do Portlet): fornece acesso ao ciclo de vida do portlet remoto. Um Consumer poderia customizar o comportamento do portlet mediante o uso desta interface.
A versão 7 do JBoss Application Server, JBoss AS 7, trouxe o modo de trabalho Domain Mode, que permite iniciar várias instâncias e também oferece uma maneira centralizada de gerenciamento dos recursos facilitando a administração das instâncias JBoss.

Para iniciar o JBoss AS 7 no Domain Mode deve-se executar, de acordo com o sistema operacional, o script (que geralmente encontra-se na pasta JBOSS_HOME/bin) I.

O Domain Mode pode ser visto como uma unidade de instâncias que compartilham recursos e configurações e são administradas por um processo chamado II.

A lacuna I, que se refere ao script e a lacuna II, que se refere ao processo, são, respectivamente:
A
/domain.lnx no Linux ou /domain.win no Windows − Server Controller
B
/domainmode.sh no Linux ou /domainmode.bat no Windows − Farm Deplyment 
C
/domain.lnx no Linux ou /domain.win no Windows − Domain Controller 
D
/dmode.sh no Linux ou /dmode.bat no Windows − Server Controller 
E
/domain.sh no Linux ou /domain.bat no Windows − Domain Controller
Os portlets são o resultado da I, a Portlet Specification, que foi finalizada em outubro de 2003. Esta tornou-se um padrão estabelecido, passando a contar com implementações por todo o mundo, tanto open source como proprietárias. Com o passar dos anos e a evolução do mercado de portais e do Java, no entanto, foram sendo identificadas lacunas não supridas por esta especificação. Alguns fornecedores começaram, então, a resolver essas deficiências de forma independente, levando à perda de portabilidade entre os Portlets’ Containers. Isto motivou a criação, no início de 2006, da II, Portlet Specification 2.0, que visava preencher tais lacunas. Assim, esta nova especificação ampliou a anterior, oferecendo permissão para portlets compartilharem parâmetros, IPC (Inter Portlet Communication) e suporte a Ajax, dentre outras funcionalidades.

As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:
A
JBoss 168 − JBoss 286
B
PSpec 286 − PSpec 168
C
JSR 168 − JSR 286
D
JSR 286 − JSR 168
E
CWS (Custom-Window-State) − CPM (Custom-Portlet-Mode)
Em sistemas Linux em que está presente, o iptables funciona através de regras para o firewall, de forma a fazer com que os pacotes possam ser ou não recebidos na rede ou em algum host. Para isso utiliza Tabelas, Chains e Regras. A Tabela filter possui três conjuntos de regras ou cadeias (Chains), que são caminhos diferentes por onde os seguintes pacotes de rede passam:

I. Apenas os pacotes destinados ao IP da máquina atual serão avaliados por eventuais regras existentes nesta Tabela.
II. Serão avaliados pelas regras presentes nesta lista apenas os pacotes originados por processos locais da máquina e que estão saindo dela.
III. Os pacotes que estão sendo repassados por esta máquina, não são para ela e nem originados por ela, serão avaliados por estas regras.

As Chains referenciadas por I, II e III, são, respectivamente:
A
INPUT −- OUTPUT − FORWARD.
B
PREROUTING − POSTROUTING − INROUTING.
C
INCHAIN − OUTCHAIN − FORWCHAIN.
D
IP_INPUT − IP_OUTPUT − IP_PASSBY.
E
PRE_FILTER − POST_FILTER − PASSBY_FILTER.
A Receita Federal divulgou a seguinte informação em seu portal:

Já estão disponíveis para consulta os extratos das declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2013 para a grande maioria dos contribuintes. Com o extrato é possível verificar o status da declaração: se ela foi aceita e processada ou se permanece em análise. As informações estão disponíveis no Portal e-CAC, no site da Receita Federal do Brasil (RFB), que pode ser acessado de forma simples e segura por meio do certificado digital do contribuinte. O interessado na obtenção de um certificado digital e-CPF ou e-CNPJ deverá escolher uma das Autoridades Certificadoras Habilitadas ou acessar diretamente a página da Autoridade Certificadora da RFB, na Internet, para o preenchimento e envio da solicitação de certificado e-CPF ou e-CNPJ. 
Considerando esta informação e os conceitos associados, pode-se afirmar que
A
o termo sublinhado refere-se ao documento eletrônico de identidade que certifica a autenticidade dos emissores e destinatários do documento e dados associados que trafegam na rede de comunicação, assegurando a privacidade e a inviolabilidade destes.
B
o contribuinte deve possuir um certificado de pessoa física ou jurídica emitido apenas pela Autoridade Certificadora da RFB, autorizada pelo ICP-Brasil (Instituto de Chaves Públicas Brasileiro), que esteja válido e não tenha sido revogado.
C
todas as pessoas físicas estão obrigadas à utilização da certificação digital para ter acesso aos seus dados a partir de 2013.
D
o termo sublinhado refere-se ao processo eletrônico de assinatura, baseado em sistema criptográfico assimétrico, que permite ao usuário usar sua chave privada para declarar a autoria de documento eletrônico a ser entregue à RFB, garantindo a integridade de seu conteúdo.
E
a Autoridade Certificadora da Receita Federal do Brasil é a única entidade integrante da ICP-Brasil, em nível imediatamente subsequente à AC Raiz, e é responsável pela emissão dos certificados e das assinaturas digitais das Autoridades Certificadoras Habilitadas.
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