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Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue os itens a seguir. 
“tenham” (linha 6) por obtessem
C
Certo
E
Errado
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Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue os itens a seguir
“incluída” (linha 5) por incluindo-se
C
Certo
E
Errado
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Texto 6
Um texto de divulgação de um novo romance diz o seguinte:
 
“Um homem acorda gravemente ferido no meio de um lixão. Ao
que parece, tentaram matá-lo, mas ele não se recorda dos fatos
que o levaram até ali. Muito menos de seu passado recente. Seria
dado como desaparecido, se houvesse alguém para sentir sua
falta. Essa dolorosa ausência imperceptível é a brecha para dar
vazão à sua revolta com o mundo contemporâneo e começar
uma nova vida. Entre seus planos: executar criminosos intocados
pela Justiça e escrever um best-seller. Mas uma paixão
verdadeira e arrebatadora coloca tudo em xeque”.

(Época, 14/01/2019, p. 37)
O segmento do texto 6 em que a forma de apassivação é INADEQUADA é:
A
“Um homem acorda gravemente ferido” / Um homem é acordado gravemente ferido;
B
“para sentir sua falta” / para sua falta ser sentida;
C
“para dar vazão” / para ser dada vazão”;
D
“começar uma nova vida” / uma nova vida ser começada;
E
"executar criminosos” / criminosos serem executados.
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Texto 1
Uma revista de Educação mostrava o seguinte segmento:
 
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais
direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular,
obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas, afluentes
de rios ou a morfologia dos insetos para ter depois seus
conhecimentos testados e avaliados por notas que não
diferenciam as vocações ou interesses individuais. É uma
avaliação cruel, que prioriza a inteligência da decoreba ao invés
da inteligência criativa”.
“Os modelos pedagógicos de nossas escolas ainda são muito mais direcionados ao ensino teórico para passar no funil do vestibular, obrigando os alunos a decorar fórmulas matemáticas...”;
 O gerúndio “obrigando” (texto 1) poderia ser adequadamente substituído pela seguinte forma desenvolvida:
A
e obrigam;
B
e para obrigar;
C
mesmo que obriguem;
D
quando obrigam;
E
à medida que obrigam.
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 14.
1 - Por boa parte da história humana, a privacidade estava pouco presente na vida da maioria das pessoas. Não existiam
expectativas de que uma porção significativa da vida transcorresse distante dos olhares alheios.
2 - A difusão da privacidade em escala maciça, com certeza uma das realizações mais impressionantes da civilização moderna,
dependeu de outra realização, ainda mais impressionante: a criação da classe média. Só nos últimos 300 anos, quando a maior parte
das pessoas obtiveram os meios financeiros para controlar o ambiente físico, as normas, e eventualmente os direitos, de privacidade
vieram a surgir.
3 - A conexão histórica entre a privacidade e a riqueza ajuda a explicar por que a privacidade está sob ataque hoje. A situação nos
faz recordar que ela não é um traço básico da existência humana, mas sim um produto de determinado arranjo econômico - e
portanto um estado de coisas transitório.
4 - Hoje as forças da criação de riqueza já não favorecem a expansão da privacidade, mas trabalham para solapá-la.
Testemunhamos a ascensão daquilo que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de vigilância" - a transformação de
nossos dados pessoais em mercadoria por gigantes da tecnologia. Encaramos um futuro no qual a vigilância ativa é uma parte tão
rotineira das transações que se tornou praticamente inescapável.
5 - Como nossas experiências com a mídia social têm deixado claro, agimos diferente quando sabemos estar sendo observados.
A privacidade é a liberdade de agir sem ser observado, e assim, em certo sentido, de sermos quem realmente somos - não o que
desejamos que os outros pensem que somos. A maioria deseja maior proteção à sua privacidade. Porém, isso requererá a criação de
diversas leis.

 
(Adaptado de: The New York Times. Tradução de Paulo Migliacci. Disponível em: www.folha.uol.com.br)
Há ocorrência de forma verbal na voz passiva na seguinte frase adaptada do texto.
A
A privacidade, que está sob ataque hoje, não é um traço básico da existência humana.
B
Podemos constatar que vem aumentando a presença do que a socióloga Shoshanna Zuboff define como "capitalismo de
vigilância".
C
A expansão da privacidade, hoje, já não é favorecida pelas forças da criação de riqueza.
D
A difusão da privacidade em escala maciça foi certamente uma das grandes realizações da civilização moderna.
E
Na vida da maioria das pessoas não havia a presença da privacidade.
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.
1 - As rápidas e crescentes mudanças no setor da comunicação puseram em xeque os antigos modelos de negócios. As novas
rotinas criadas a partir das plataformas digitais produziram um complexo cenário de incertezas. Vivemos um grande desafio.
2 - É preciso refletir sobre a mudança de paradigmas, uma vez que a criatividade e a capacidade de inovação - rápida e de baixo
custo - serão fundamentais para a sobrevivência das organizações tradicionais e para o sucesso financeiro das nativas digitais.
Mas é preciso, também, que façamos uma autocrítica sobre o modo como vemos o mundo e a maneira como dialogamos com
ele.
3 - Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lembram disso? Lá estavam as nossas
lembranças, os nossos registros afetivos. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava.
4 - Agora fotografamos tudo compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos digitais de nossos
dispositivos móveis. Temos excesso de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Pensamos
que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de
um instante. É importante guardar imagens. Porém, é mais importante viver cada momento com intensidade. As relações afetivas
estão sucumbindo à coletiva solidão digital.
5 - Algo análogo se dá com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. A fragmentação dos conteúdos
pode transmitir certa sensação de liberdade, já que não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do
nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da
superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica.
(Adaptado de: DI FRANCO, Carlos Alberto. Disponível em: opiniao.estadao.com.br)
Estão flexionados nos mesmos tempo e modo os verbos que se encontram em:
A
Navegamos freneticamente no espaço virtual // que façamos uma autocrítica.
B
Lembram disso? // Muitas vezes abríamos o álbum.
C
em quase todas as famílias existia um álbum de fotos // a imaginação voava.
D
Algo análogo se dá com o consumo da informação // puseram em xeque os antigos modelos de negócios.
E
Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência // produziram um complexo cenário de incertezas.
No segmento a seguir, a pergunta é feita em discurso indireto. “No caixa, outras freguesas perguntaram se ela tinha restaurante.”

Assinale a opção que apresenta a forma dessa pergunta em discurso direto.  
A
A senhora tinha restaurante?
B
A senhora tinha tido restaurante?  
C
A senhora teria restaurante?  
D
A senhora teve restaurante?
E
A senhora tem restaurante?  
“A dona, diligente, havia conseguido algumas verduras.” A forma verbal sublinhada poderia ser adequadamente substituída por duas outras formas, que são  
A
conseguira / tinha conseguido.  
B
conseguira / conseguiu. 
C
tinha conseguido / conseguiu.
D
conseguia / conseguira.
E
conseguiria / conseguiu. 
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Necessidade interior

Uma coisa que não podemos fazer é forçar o tempo interior. Cada coisa tem seu momento de maturação, e apressá-la significaria debilitá-la, uma fatal distorção. Num segmento do teu tempo, tens um conjunto de coisas que estão desorganizadas, e subitamente se introduz aí um elemento que organiza tudo. Algo assim me ocorreu de uma maneira muito intensa, em meados de 1960. Uma vivência sentimental que tive, muito forte, pôs-se de repente a exigir de mim uma expressão, uma manifestação que fosse além da expressão direta desse sentimento mesmo. Senti que tinha algo a dizer, a criar. Foi dessa forma tão elementar que tudo começou. Foi assim que me fiz escritor. (Adaptado de: SARAMAGO, José. As palavras de Saramago. São Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 75) 
No segmento textual Foi assim que me fiz escritor,
A
o verbo ir está flexionado numa forma do pretérito.  
B
o sujeito de fazer está oculto. 
C
as duas formas verbais têm o mesmo sujeito. 
D
escritor é sujeito de uma forma verbal passiva. 
E
a expressão assim que tem sentido temporal. 
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Em um trabalho de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy, defende-se a ideia de que em nossos dias há o enaltecimento de uma cultura global, a cultura-mundo, que, apoiando-se no apagamento das fronteiras, cria denominadores culturais dos quais participam sociedades e indivíduos, apesar das diferentes tradições, crenças e línguas que lhes são próprias. Embora seja um estudo perspicaz, algumas afirmações me parecem discutíveis. Uma que se diria pouco procedente consiste em supor-se que, em vista de milhões de turistas visitarem locais como a Acrópole e os anfiteatros gregos da Sicília, a cultura não perdeu valor em nosso tempo. Mas as visitas de multidões a grandes museus e monumentos históricos não representam um interesse genuíno pela “alta cultura” (assim a chamam), visto que isso faz parte da obrigação do turista. Em vez de despertar seu interesse pelo passado e pela arte, exonera-o de conhecê-los a fundo. Essas visitas dos turistas “em busca de distrações” desnaturam o significado real desses museus e monumentos. 
Um estudo recente do sociólogo Frédéric Martel mostra que tal “cultura-mundo” de que falavam Lipovetsky e Serroy já ficou para trás, defasada pela voragem de nosso tempo. As reportagens e os testemunhos coligidos por Martel são representativos de uma realidade que a sociologia e a filosofia ainda não tinham se atrevido a reconhecer. A maioria das pessoas não consome hoje outra forma de cultura que não seja aquela que, antes, era considerada passatempo, sem parentesco com as atividades intelectuais e artísticas que constituíam a cultura. O autor vê com simpatia essa transformação, porque, graças a ela, a cultura do grande público arrebatou a vida cultural à pequena minoria, que antes a monopolizava. A diferença essencial entre a cultura do passado e o entretenimento de hoje é que os produtos daquela pretendiam transcender o tempo presente, ao passo que os produtos deste são fabricados para serem consumidos no momento e desaparecer. Para essa nova cultura são essenciais a produção industrial maciça e o sucesso comercial. A distinção entre preço e valor se apagou. É bom o que tem sucesso; mau o que não conquista o público. O único valor existente é agora o fixado pelo mercado. (Adaptado de: LLOSA, Mario Vargas. A civilização do espetáculo: Uma radiografia do nosso tempo e da nossa cultura. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012. Edição digital) 
O verbo que pode ser flexionado em uma forma do plural, sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, encontra-se em: 
A
A maioria das pessoas não consome hoje outra forma de cultura...
B
A distinção entre preço e valor se apagou.
C
... a cultura do grande público arrebatou a vida cultural à pequena minoria... 
D
Em um trabalho de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy, defende-se a ideia de que...
E
... a cultura-mundo, que (...) cria denominadores culturais...
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