Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: MPE-MA Prova: Técnico do Judiciário - Tecnologia da Informação
Texto Associado Texto Associado
Imagem Associada da Questão
A avaliação do processo de capacidade de uma empresa baseado nos modelos de maturidade do CobiT é uma parte fundamental da implementação da governança de TI. Depois de identificar os processos e controles críticos de TI, o modelo de maturidade permite a identificação das deficiências em capacidade e a sua demonstração para os executivos, como foi feito e mostrado no gráfico. O Nível de maturidade 2 do CobiT indica que 
A
os procedimentos foram padronizados, documentados e comunicados através de treinamento. É mandatório que esses processos sejam seguidos, no entanto, possivelmente desvios não serão detectados. Os procedimentos não são sofisticados mas existe a formalização das práticas existentes.
B
existem evidências que a empresa reconheceu que existem questões que precisam ser trabalhadas. No entanto, não existe um processo padronizado, ao contrário, existem enfoques que tendem a ser aplicados individualmente ou caso a caso. O enfoque geral de gerenciamento é desorganizado. 
C
os processos foram refinados a um nível de boas práticas, baseado no resultado de um contínuo aprimoramento e modelagem da maturidade. Os recursos de TI são utilizados como um caminho integrado para automatizar o fluxo de trabalho, provendo ferramentas para aprimorar a qualidade e efetividade, tornando a organização rápida em se adaptar. 
D
os processos evoluíram para um estágio em que procedimentos similares são seguidos por diferentes pessoas fazendo a mesma tarefa. Não existe um treinamento formal ou uma comunicação dos procedimentos padronizados e a responsabilidade é deixada com o indivíduo. Há um alto grau de confiança no conhecimento dos indivíduos e, consequentemente, erros podem ocorrer. 
E
a gerência monitora e mede a aderência aos procedimentos e adota ações nas quais os processos parecem não estar funcionando muito bem. Os processos estão em um constante aprimoramento e fornecem boas práticas. Ferramentas de automação são utilizadas de uma maneira limitada ou fragmentada.